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Aline Medeiros
26/12/2008 - 21h:06


É meu povo o ano acabou e aquela pergunta besta, velha e inútil sempre nos cala e indaga...o que nós fizemos?
Olha, eu não me faço mais essa pergunta, acho sem necessidade sabe (mesmo ela vindo no meu inconsciente querendo me culpar por algo, ou mesmo me isentar de algo)...enfim, acho que o mais legal mesmo é se perguntar, o que vou fazer? Eu não vou sentar e chorar pelo que não foi feito, você vai? vai? ah, problema seu...
Bem, porque o você fez já está feito, o deslize, a m*, as porcarias que você fez com você mesmo ou com o próximo, com os estudos ou ainda com o trabalho já estão sem jeito...o que não tem remédio, remediado está...
Então, anote, faça planos mais um vez, não custa nada, mostre um sorriso, essa cara deslavada, peça desculpas, assuma erros, recomece, levanta e sacode essa poeira, engula os sapos que você procurou, comemoooore as glórias, mas comemore mesmo, você deve ter merecido, nada vem de graça meu querido (a)...ah e de quebra você está vivo para a entrada de mais um ano!
É isso meu povo, aos leitores do Meio Norte. com o meu sincero desejo de felicidade, paz, saúde, muito trabalho e honestidade acima de tudo...nada está perdido...mas faça por onde as coisas boas acontecerem...A humanidade precisa é de amor e de boas ações!
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Divulgaç&
Aquele jeitinho brasileiro...
Furando a fila...algum problema?
13/11/2008 - 21h:28








O que o brasileiro não faz pra tirar vantagem, não são todos é claro, mas parece que está no sangue essa “malandragem”. Uma pesquisa recente revela táticas que brasileiros usam para furar filas. O psicólogo Fábio Iglesias, observou  durante quatro anos comportamento de brasileiros nas filas em lugares como restaurantes, cinema, rodoviárias, aeroportos e outros locais.  Pra burlar a tão temida fila, a maioria finge distração e até usa o celular. Mas o método mais clássico é o pedido de informação. A pessoa faz uma pergunta, engata uma conversa e acaba entrando na frente da fila. 
O levantamento apontou que, em geral, o brasileiro é tolerante com esse comportamento. Quando resolve reclamar, faz comentários ou, no máximo, dá um toque leve nos ombros.  Raramente as abordagens contra esse tipo de atitude  são agressivas, como aconteceu em Salvador (BA), no mês passado. Uma reclamação terminou em morte. O aposentado Sérgio Fontes levou um soco e bateu com a cabeça no chão, depois de discutir com um perito que estava furando fila. O agressor foi preso.
A conclusão é que o brasileiro está disposto a esperar para ser atendido, mas reclama muito da falta de informação. O pesquisador apontou que as pessoas se sentem "confortadas" quando recebem pedidos de desculpa ou alguma explicação sobre a demora no atendimento.
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Divulgaç&
Radiohead anuncia show no Brasil
Os fãs da banda já aguardam ansiosos
12/11/2008 - 12h:13


E mais um vez os ingleses do Radiohead anunciam show no Brasil. Através do site oficial, eles afirmam que voltarão aqui no próximo ano para apresentações. A banda já anunciou a data do primeiro show pela América Latina, que será realizado no dia 27 de março de 2009 em Santiago, capital do Chile.
Segundo a agenda, depois do Chile o grupo deve se apresentar na Argentina e posteriormente no Brasil. Porém as datas e cidades por onde a turnê passará ainda não estão definidas. No Chile o Radiohead se apresentará no festival Cristal en Vivo e os ingressos já estão disponíveis para compra.
O grupo continua em turnê divulgando o mais recente trabalho, “In Rainbows”, lançado no final do ano passado. É esperar pra ver...

 
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Divulgaç&
Yes, we can
Barack Obama durante discurso de vitória
05/11/2008 - 11h:15


 
Quem é Barack Obama?
 
Eleito, pela primeira vez, para o Senado em 2004 tem mandato até 2010.

Nasceu no dia 4 de Agosto de 1961 em Honolulu. Reside actualmente em Chicago, Illinois. Barack Obama foi considerado uma celebridade política nacional ainda antes de ter sido eleito para o Senado.

 
O seu passado não é muito comum, sendo muito diferente da maioria dos políticos negros. O seu pai era oriundo do Kenya, a sua mãe do Kansas; conheceram-se no Hawaii onde, em 1961, nasceu Barack Obama. Aos dois anos de idade, o pai de Obama deixou-o para ir para Harvard e depois regressou ao Kenya onde era um político importante. Acabou por falecer um acidente de automóvel em 1982. Barack Obama apenas se lembra de o ter conhecido uma vez quando tinha 10 anos. A sua mãe casou com um Indonésio e a sua família mudou-se para lá, frequentou escolas muçulmanas e cristãs durante dois anos e, depois, regressou ao Hawaii para viver com os avós maternos.

 
 Mais tarde, prosseguiu os estudos primeiro, no Occidental College de Los Angeles e, depois, na Columbia University em Nova Iorque. Mais tarde, frequentou a Harvard Law School, onde obteve uma elevada distinção honorifica, magna cum laude, que corresponde a uma graduação não menor do que dezoito valores. Conheceu a sua esposa Michelle Robinson enquanto trabalhava na firma de advogados Sidley & Austin. Após a sua experiência em Harvard, onde chegou a ser o primeiro afro-americano eleito para a presidência da Harvard Law Review, mudou-se para Chicago, a cidade natal de Michelle onde, em 1993, começou a dar aulas na escola de direito da Universidade de Chicago.

 
A política sempre esteve no seu horizonte. Em 1992, trabalhou no recenseamento eleitoral para o Partido Democrata. Em 1996, concorreu ao Senado Estadual, onde não enfrentou oposição no seio dos Democratas. Em 2000, sofreu o seu primeiro revés. Ao concorrer na primária democrata contra Bobby Rush, Obama foi acusado de faltar à votação sobre o controlo de armas, por estar no Hawaii a visitar a família, sendo que uma das suas filhas também se encontrava doente. Rush recebeu o apoio de Bill Clinton e Obama perdeu por 61% - 30%. A partir daí, Obama foi determinante para uma série de legislação no Senado Estadual, como sejam a regulação de cuidados de saúde e nas questões de ética. Ainda em 2003, foi o impulsionador do sucesso de uma proposta de lei no sentido de permitir a gravação electrónica de interrogatórios e confissões nos casos de homicídio.

 
Em 2004, Obama não estava favorecido na corrida ao Senado dos EUA, mas conseguiu reunir alguns apoios, como os do Congressista Jesse Jackson Jr e os do antigo candidato presidencial (1984 e 1988) Jesse Jackson Sr. As suas posições nos vários temas não o distinguiam do resto dos candidatos democratas: era pró-aborto; defendia a regulação nas vendas de armas. Era a favor das uniões de facto, mas contra o casamento homossexual, apoiou apenas os cortes de impostos de Bush que se destinavam à classe média e apoiava um aumento dos impostos nos estratos mais ricos da sociedade.

 
Os seus concorrentes pareciam em melhor posição para conseguir o lugar no Senado, mas depressa mudou. Blair Hull viu-se envolvido num escandâlo de maus-tratos à sua ex-mulher. Dan Hynes não conseguiu capitalizar os muitos apoios que tinha, face à ascensão que Barack Obama estava a ter. Esta ascensão deveu-se, sobretudo, à sua firme posição contra a guerra no Iraque e às suas críticas a algumas das políticas da administração Bush. Os apoios populares de celebridades como Michael Jordan e o endorsement que o Chicago Tribune contribuíram também, em grande medida, para a sua vitória nas primárias democratas.

 
O vencedor das primárias republicanas foi Jack Ryan. Parecia um candidato à medida do brilhantismo que Barack ostentava na altura. Mas, Ryan tal como Blair Hull tinha problemas com a sua ex-mulher. A Direcção do Partido Republicano, não contente com esta vulnerabilidade do seu candidato, pressionou-o a sair da corrida. Desta forma, o partido republicano encontrava-se sem candidato.

 
Entretanto, Obama faz um discurso brilhante na Convenção Nacional Democrata de 2004, onde afirma: “There’s not a liberal America and a conservative America, there is the United States of America. There’s not a black America and white America and latino America and asian America, there is the United States of America”. Após o seu brilhante discurso, vários analistas já o consideravam como um personagem a ter em conta no futuro do cenário político norte-americano, possivelmente um futuro Presidente.

 
No seio dos Republicanos, surgiu o nome de Alan Keyes para defrontar Obama na eleição para o Senado. Alan Keyes baseou a sua campanha nas temáticas do aborto e do casamento homossexual. Este candidato não recebeu grandes apoios do establishment Republicano no Illinois e acabou por favorecer a vitória de Barack Obama por 70% - 27%.

Embora fosse considerado como um dos mais proeminentes políticos da nova geração, poucos esperavam, na altura, que agora este Senador do Illinois, nascido no Hawaii, com ascendência queniana e, que viveu em Jacarta, se encontrasse numa posição tão favorecida na corrida Democrata, especialmente contra uma candidata tão forte como o é Hillary Clinton.

 
 
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Feitosa 05.11.2008 - 12:44h
Uma grande vitória para o mundo!...

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01/11/2008 - 10h:14


O guerreiro da luz sabe que a vida não é como os livros de escola - onde todos os problemas tem a solução nas páginas finais. Enquanto caminha por esta Terra, o guerreiro enfrenta cada desafio como se fosse único, e o trata com respeito e bravura. Sabe que as pequenas decisões que toma afetam todo o Universo, e interferem no comportamento da sociedade inteira. O guerreiro conhece a Alma do Mundo, onde as ações de todos os homens se encontram e são arquivadas. Ele recorda-se sempre: “até as pequenas flores compartilham da Eternidade; tudo está para sempre gravado, todos os gestos tem reflexos nos céus”.

























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19/10/2008 - 16h:43





“Quem canta seus males espanta”. A frase pode ser piegas, mas tem sua verdade e sua utilização. Eu sempre soube da capacidade que a música tem de alterar nosso estado de humor, de remediar nossa alma, e até mesmo de “curar”, já sendo algum tempo usada para o tratamento de transtornos mentais. A última é que, recentemente foi divulgada uma pesquisa que diz que Hit dos Bee Gees ajuda a salvar vidas, incrível não?



Segundo o estudo, o ritmo da canção ajuda os médicos em manobra cardíaca. O hit  do disco dos anos 70 Stayin' Alive, música-tema do filme ‘Os Embalos de Sábado à Noite’, pode ajudar a salvar vidas.



O autor da pesquisa é o médico americano David Matlock, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos . Ele afirma que o ritmo da canção dos Bee Gees,  ajuda os médicos a realizarem uma manobra conhecida como ressuscitação cardiopulmonar (CPR) mais eficientemente. A CPR é um procedimento de primeiros-socorros que consiste em aplicações ritmadas de pressão sobre o peito do paciente.



Estudos anteriores indicam que a CPR pode triplicar as chances de sobrevivência de pacientes com paradas cardiorespiratórias, mas para isso, precisa ser realizada no ritmo certo. E é aqui que a música que a música que embalou John Travolta no filme de 1977 pode ajudar: com 103 BPM (batidas por minuto), ela é apenas três batidas mais rápida que o ideal – recomendado pela Associação Americana do Coração, de 100 BPM.



Em seus estudos, o médico Matlock, observou dez médicos e cinco estudantes de medicina realizarem a manobra ao som de Stayin' Alive. Em média, eles mantiveram as compressões em 109 BPM. Cinco semanas mais tarde, o teste foi repetido, desta vez sem o auxílio dos Bee Gees. O ritmo dos socorristas subiu para 113 BPM, mais rápido que o ideal, mas ainda no limite aceitável, segundo os médicos.



O resultado do estudo deve ser apresentado ainda neste mês na conferência da American College of Emergency Physicians, a associação que reúne médicos de emergência americanos.



A idéia é que o clássico das pistas de dança seja usado como técnica para treinar médicos de emergência. O método de treinamento já foi até recomendado pela American Heart Association.
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