Dr. Vasconcelos

Diabetes nos filhos

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03/07/2009 - 22h:39

Reprodução
Tenho 30 anos, sou saudável, meu marido tem 28 e também não possui nenhuma doença genética. Temos uma filha de 5 anos e há sete meses descobrimos que ela tem diabetes tipo 1. O caso de diabetes na família é do meu sogro - que descobriu a doença há 8 anos. Estou sofrendo muito com isso, e agora ela me pede um irmão. Eu quero outra criança, mas temo pela doença. Qual a chance de eu ter outro filho com diabetes?
(Gislene)

Existem dois tipos de diabetes com causas diferentes. O tipo 1, insulina dependente, que é o caso de sua filha e o tipo 2, que é mais comum em adultos. As formas infantis correspondem a 10% dos casos, enquanto as formas adultas são muito mais frequentes. Correspondem a cerca de 90% dos casos. Geralmente, em uma mesma família encontra-se ou o tipo 1 ou o tipo 2. O mais provável é que a diabete do seu sogro não tenha nada a ver com a da sua filha. As duas formas dependem de uma interação entre uma predisposição genética e o ambiente, um mecanismo denominado herança multifatorial.

Qual é a causa da diabete tipo 1?

Trata-se de uma doença chamada auto-imune. Normalmente, o nosso sistema imunológico deve nos defender dos agentes externos (vírus, bactérias ou outros patógenos), ou no caso de células atípicas, como as cancerosas. No caso de doenças auto-imunes, o nosso sistema imunológico se comporta de modo anormal. Ele se confunde e começa a atacar e destruir as nossas próprias células. No caso da diabetes tipo 1, são as células que produzem insulina no pâncreas que são atacadas, as chamadas células beta.

Existe uma causa genética para a diabetes

A diabetes é uma doença genética, mas seu modo de herança é complexo. Trata-se de herança multifatorial, em que atuam vários genes e também o ambiente. Uma das maneiras de saber quanto uma característica depende de fatores genéticos ou ambientais é através da comparação de gêmeos idênticos (ou monozigóticos) e gêmeos não-idênticos (fraternos). Sabemos que os gêmeos - idênticos ou fraternos -compartilham o mesmo ambiente, desde a vida uterina. Entretanto, enquanto os gêmeos idênticos têm os mesmos genes, nos gêmeos fraternos os genes são tão diferentes ou semelhantes quanto nos irmãos comuns. Portanto, toda vez que houver uma semelhança maior em gêmeos idênticos do que fraternos, isso aponta para fatores genéticos. Por outro lado, se ela for igual em gêmeos idênticos e fraternos, ela só depende do ambiente.

A concordância em gêmeos na diabetes tipo 1

No caso da diabete tipo 1, a concordância (ou semelhança) em gêmeos monozigóticos é de cerca de 40-50%. Isto é em 40 a 50% dos casos, os dois irmãos serão afetados. Por outro lado, quando se comparam gêmeos fraternos, essa concordância cai para cerca de 12%. Entretanto, a causa ambiental que desencadeia a diabetes 1 ainda é desconhecida.

Qual é o risco para uma próxima criança?

Essa é a boa notícia, Gislene. Para irmãos não gêmeos esse risco cai para cerca de 7%. Ou seja, se você tiver outra criança, a probabilidade de que ela venha a desenvolver diabetes tipo 1 é de menos de 10%.

Por Mayana Zatz Geneticista e diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano (USP) | email: mayanazatz.ciencia@gmail.com

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Coordenadoria de Comunicação da UFPI estreia no twitter

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03/07/2009 - 21h:43

De:Coordenadoria de Comunicação Social
Para:vasconcelosjf@uol.com.br
Assunto:Coordenadoria de Comunicação da UFPI estreia no tw itter
Data:03/07/2009 18:00

A Coordenadoria de Comunicação da Universidade Federal do Piauí está no twitter. A presença da equipe de comunicação nesta poderosa ferramenta, que se assemelha a um blog, servirá para manter a comunidade universitária e jornalistas informados sobre os principais acontecimentos dentro da instituição de ensino.

A rede social permite a postagem de mensagens (apelidadas de “tweets”) de até 140 caracteres. Para ver (e seguir) o twitter da Coordcom, acesse www.twitter.com/comunicacaoufpi.

Sobre o twitter

O uso do Twitter adquiriu destaque durante as eleições presidenciais dos EUA, quando o então candidato Barack Obama adotou o serviço como uma forma de comunicação interativa, discutindo plataforma e aceitando críticas e sugestões do eleitorado americano.

Mais recentemente, os manifestantes iranianos que questionavam o resultado das eleições presidenciais do Irã recorrem ao Twitter para pedir resistência e difundir informações sobre os enfrentamentos com a polícia e partidários do presidente reeleito Mahmud Ahmadinejad.
--
Atenciosamente,

Coordenadoria de Comunicação Social da UFPI
Telefone: 3215-5525 / 3215-5526 (Fax)
E-mails: assessoriaufpi@gmail.com / comunicacao@ufpi.edu.br
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Curso de Farmácia da UFPI promove workshop de Alimentos

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03/07/2009 - 21h:40

De:Coordenadoria de Comunicação Social Para:undisclosed-recipients Assunto:Curso de Farmácia da
De:Coordenadoria de Comunicação Social
Para:vasconcelosjf@uol.com.br
Data:03/07/2009 17:59

Anderson Carvalho é aluno do 4º período do curso de Farmácia da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Ele está certo que vai seguir a carreira na área de análises clínicas e laboratoriais, até porque não conhece bem outros setores nos quais o farmacêutico pode atuar. Foi pensando em alunos como Anderson que a professora Waleska Albuquerque organizou o I Workshop de Alimentos do curso de Farmácia.

“Nosso principal objetivo é apresentar à comunidade acadêmica da UFPI que o farmacêutico pode atuar na área de alimentos que, apesar de ainda ser um campo pequeno no Piauí, em breve irá necessitar de profissionais capacitados em nosso Estado e devemos nos preparar para essa realidade”, analisa a professora.

Através de palestra e mesas-redondas, Anderson pôde conhecer várias funções que competem aos farmacêuticos na indústria alimentícia, como desenvolver métodos de obtenção de produtos alimentares para uso humano e veterinário; análise bromatológica e toxicológica; realização de controle microbiológico, químico e físico-químico das matérias-primas e produtos acabados; atuação no desenvolvimento, produção e controle de qualidade de alimentos processos fermentativos, além da atuação na normatização e fiscalização junto à vigilância sanitária de alimentos. “É muito impotante participar da Mostra, uma vez que amplia a visão dos estudantes sobre a profissão. E eu me incluo entre esses alunos”, confessa Anderson Carvalho.

Esses esclarecimentos foram discutidos durante toda a sexta-feira, 3 de julho, no auditório do curso. A atuação do profissional farmacêutico na indústria de alimentos foi discutida pela professora da UFPI, Júlia Melo, enquanto o professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Carlos Couto, apresentou palestra sobre os alimentos transgênicos. O debate sobre as perspectivas da área de alimentos no curso de Farmácia envolveu, além dos professores palestrantes, o coordenador do curso de Farmácia da UFPI, Lívio César e o presidente da Associação de Farmácia do Piauí, Osvaldo Bonfim.

“O farmacêutico, quando está no ramo dos laboratórios de análises clínicas, pode trabalhar na realização de exames toxicológicos, laboratoriais, gerenciamento de laboratórios, assessoria em análises clínicas, garantia e controle de qualidade dos laboratórios de análises clínicas, magistério superior e planejamento e gestão no setor. Hoje, estamos expandindo a visão desses alunos e mostrando que o farmacêutico pode assumir outras funções. Isso é importante para que outras áreas não assumam atribuições do farmacêutico”, diz Osvaldo Bonfim.

O evento abriu espaço para os estudantes do 5º ao 7º período do curso de Farmácia, que apresentaram onze trabalhos sobre o tema do workshop. “Em 2006 começamos a ter as primeiras informações sobre o farmacêutico na indústria alimentícia, através de uma nova disciplina na grade curricular. Hoje já podemos estudar o tema em três disciplinas: Bromatologia, Análises bromatológicas e Enzimologia. Isso nos permite ter uma visão mais ampla do mercado de trabalho”, finaliza o estudante do 4º período de Farmácia, Ruidgran Costa.
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Atenciosamente,

Coordenadoria de Comunicação Social da UFPI
Telefone: 3215-5525 / 3215-5526 (Fax)
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Exames para nova gripe só serão feitos em casos graves

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03/07/2009 - 20h:27

Segundo ele, não há relação entre fazer o exame e a evolução da doença.

Ministro diz que objetivo é garantir leitos para quem realmente precisa.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou nesta sexta-feira (3) que os exames laboratoriais para confirmação de Influenza A, a nova gripe, serão feitos somente nos "casos graves", ou em amostras, como é o caso de surtos localizados - em empresas ou escolas, por exemplo.

"A orientação é para que as pessoas, ao sentirem sintomas de gripe, procurem seu médico mais próximo, como sempre fizeram. Não há nenhuma relação entre fazer ou não o exame de diagnóstico com a evolução da doença", disse Temporão.

Quando ir ao médico

O ministro disse ainda que "de médico e louco, todos têm um pouco". "Muita gente se automedica para quadros clínicos que não são, necessariamente, gripe. Temos o resfriado, que é diferente. A gripe se caracteriza por aparecimento súbito e febre. Se não tem febre, ou quadro complicado, não precisa sair correndo para ir ao médico. Se a febre vem acompanhada de outros sintomas, como tosse, dor articular ou de garganta, recomenda-se que vá a um médico", disse Temporão.

Sintomas leves

Segundo o ministro, se os sintomas forem "leves", o médico recomendará isolamento domiciliar, período de afastamento do trabalho e vai prescrever o tratamento dos sintomas. Nesses casos, explicou ele, não será pedida confirmação via exame laboratorial.

Se o caso "inspirar cuidados" ou for "grave", informou Temporão, indicando necessidade de internação, o paciente será encaminhado para um dos 68 hospitais de referência no tratamento da doença. "Queremos garantir leitos para as pessoas que realmente precisam", disse o ministro.

Sem transmissão sustentada no Brasil

Ele reafirmou que, no Brasil, ainda não há "evidências de transmissão continuada" do vírus Influenza A, e voltou a dizer, também, que o índice de "letalidade" (morte) da nova gripe se aproxima do registrado na gripe tradicional, ou seja, em torno de 0,4%.

Resultados do Instituto Adolfo Lutz

Ao justificar a nova orientação de só realizar exames laboratoriais para casos considerados mais graves, Temporão citou dados do Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo (SP). Segundo ele, dos 1.768 exames para Influenza A realizados nos últimos dois meses, 51% foram negativos para qualquer tipo de gripe, enquanto 24% foram positivos para gripes (que não sejam a Influenza A), e 24% tiveram exames positivos para a nova gripe.

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

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L.E.R - TRATAMENTO ORTOMOLECULAR

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03/07/2009 - 16h:20

Cerca de 200 patologias estão relacionadas ao trabalho segundo o Ministério da Saúde
As L.E.R. (Lesões por Esforços Repetitivos) ou Dort (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) definem doenças que atingem os músculos e tendões, principalmente dos membros superiores, podendo acometer mão, punho, antebraço ou braço. A cada 100 trabalhadores na região Sudeste, por exemplo, um é portador de L.E.R. de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“O ideal é o tratamento preventivo, ou seja, uma alimentação balanceada, prática regular de esportes procurando fortalecer os membros usados no trabalho e evitar o excesso de stress. Se a prevenção não foi possível, fazemos uma consulta minuciosa para obter dados importantes sobre as deficiências de vitaminas. O Mineralograma Capilar complementa as informações por indicar os minerais que não foram ingeridos em boa quantidade na alimentação ou que foram “queimados” pelo stress excessivo. Aliados a eles, prescrevemos também aminoácidos para agir como neurotransmissores e ervas com efeito sedativo leve para tirar a ansiedade”, explica o médico ortomolecular, Dr. Marcos Natividade.

O ponto comum da doença é a capacidade de causar grande sofrimento às pessoas e a dificuldade de caracterização devido à sua sutileza. Alguns casos, quando diagnosticados tardiamente, já não permitem mais regressão dos quadros levando o paciente a um nível de incapacitação não só para o trabalho, mas para grande parte das atividades cotidianas e sociais.

No Brasil, as L.E.R. só foram reconhecidas como doença ocupacional em 1997 e, ainda hoje, poucas empresas emitem a Comunicação de Acidentes do Trabalho relativa às L.E.R., que podem se apresentar como tendinite, tenossinovite, bursite e síndrome do túnel do carpo. Os portadores dessas doenças pagam um preço muito alto pela falta de conhecimento e programas de prevenção, e a sociedade arca com os custos.

Dr. Marcos Natividade
É médico ortomolecular graduado pela Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro (Uberaba – MG). É pós-graduado em Terapia Ortomolecular no Curso de Medicina Ortomolecular pelo IBEHE – FACYS médico ortomolecular…

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Caixão será de ouro e custará 49.000 reais

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03/07/2009 - 12h:38

Reprodução
Caixão é coberto com ouro 14 quilates, acabamento espelhado e é forrado com veludo azul (Crédito: Reprodução)

O caixão onde o cantor Michael Jackson deverá será enterrado é de ouro e custa 25.000 dólares (48.652 reais), segundo informou o jornal britânico Daily Telegraph nesta sexta-feira. O "Promethean", como o modelo do caixão é chamado, é coberto com ouro 14 quilates, tem acabamento espelhado e é forrado com veludo azul.

De acordo com o diário, Michael teria visto o caixão pela primeira vez no enterro do cantor James Brown. O corpo de Brown foi transportado em uma carruagem branca bem parecida com uma fotografada em Neverland, e que deverá transportar o caixão do rei do pop. O velório de Michael Jackson está confirmado para a próxima terça-feira, no ginásio Staples Center, em Los Angeles, onde o cantor estava ensaiando para os shows marcados para Londres.

O local tem capacidade para 20.000 pessoas e do lado de fora do estádio será colocado um telão. De acordo com o site RadarOnline, os fãs que quiserem acompanhar de perto o último adeus ao rei do pop terão que desembolsar 25 dólares (cerca de 49 reais). Apenas os parentes, amigos e famosos terão assentos reservados no andar principal da arena.

Fontes próximas à família disseram que os parentes estão se esforçando ao máximo para fazer as coisas "do jeito que Michael gostaria que fossem". Ainda não há confirmação sobre o enterro de Michael Jackson. Especula-se que o corpo será enterrado no cemitério Forest Law, em Los Angeles. Havia também comentários sobre um possível funeral no rancho Neverland, onde Jackson morava.



Veja

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- 03.07.2009 - 13:55

exixtem no mundo tanta desigualdade que é simplesmente lamentável uma manchete come essa.Porque não fazer uma doação do valor desse caixão para ajudar a minimizar a fome de muitos em Países subdesenvolvidos?

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Proteção constante

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03/07/2009 - 12h:21

Fundamentais na infância, as vacinas continuam importantes na luta contra as doenças durante a idade adulta

Quando o assunto é saúde, prevenir é sempre a melhor opção. E a saída para evitar uma doença pode estar na vacina, mesmo para os adultos. Ao contrário do que muitos pensam, a necessidade de imunização não termina depois das doses de proteção tomadas na infância. "Com a vacinação, você pode evitar doenças, algumas graves, e as complicações que elas trazem. A meningite e a pneumonia, por exemplo, podem causar a morte", diz Mônica Álvares da Silva, imunologista responsável pelo Imunocentro e presidente da regional do Distrito Federal da Associação Brasileira de Imunizações (Sbim).

Mesmo sabendo da importância das vacinas na prevenção de doenças, muitos adultos costumam ficar em dúvida se precisam mesmo ou não de alguma imunização específica. A questão passou pela cabeça dos servidores públicos Bianca Stracquadanio, 31 anos, Hegion Henrique da Silva Lins, 19, e Taciara Ribeiro dos Santos, 24. Eles participaram de campanhas de vacinação no ministério onde trabalham. Primeiro, preveniram-se contra a hepatite B. Na hora da aplicação contra a gripe, no entanto, pesaram prós e contras antes de receber a injeção. O mito de que quem toma a vacina pode ficar gripado ainda preocupa. "Fiquei com medo, porque minha mãe tomou e ficou de cama quase uma semana. Mas resolvi fazer a aplicação para evitar a doença", conta Taciara, que não teve reação alguma à imunização.

Segundo Mônica Álvares, a vacina da gripe é muito importante na fase adulta. Para fazer efeito, uma dose dever ser aplicada todos os anos. Ela explica que é impossível pegar gripe depois de tomar vacina, porque em sua produção é utilizado um vírus morto. "Apenas 1% das pessoas tem reação com a vacina, e o que pode acontecer são dores no local e febre." Exatamente o que sentiu Heigon. O jovem, porém, não se arrepende. "No ano que vem, vou tomar de novo", planeja o servidor, que recentemente procurou um posto de saúde para tomar a segunda dose da proteção contra a hepatite B.

Rede particular

Na lista de vacinas do Ministério da Saúde, distribuídas gratuitamente nos postos, estão a tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), a dupla contra difteria e tétano, a da febre amarela e da hepatite B. As imunizações contra a gripe e pneumonia estão disponíveis apenas para pessoas com mais de 60 anos. Quem quiser se proteger(1) contra outras doenças precisa procurar clínicas particulares ou participar das campanhas no local de trabalho. "Ser vacinado contra todas essas doenças é importantíssimo. Mas, infelizmente, o governo não tem um orçamento para pagar tudo. O ideal seria que as empresas providenciassem isso para seus funcionários", explica Julival Ribeiro, presidente da Sociedade de Infectologia do DF.

Depois dos 20 anos, Bianca se imunizou contra a rubéola, a febre amarela, a hepatite B, e, há três meses, tomou pela primeira vez a vacina contra a gripe. "Acho que foi a que mais valeu a pena. Normalmente, nesta época de frio, eu já estaria tomando antigripal e vitamina C. Esse ano, não peguei sequer um resfriado", conta. Ela e os colegas Taciara e Heigon garantem que tomariam todas as vacinas indicadas pelo Sbim (veja quadro) se estivessem disponíveis na rede pública. Na rede particular, o preço costuma variar de clínica para clínica. A imunização contra a gripe custa em média R$ 50. Já a contra a hepatite A sai, geralmente, por R$ 100.

1- HPV

Uma das últimas novidades no mercado de vacinas para adultos é a imunização contra o papiloma vírus humano (HPV). A Anvisa recomenda que ela seja feita em mulheres de até 26 anos. Porém, há estudos e aplicações em outros países para mulheres de até 40 anos que podem chegar em breve ao Brasil.

Por:imprensa em:3/7/2009
Jornal:Correio Braziliense
Tatiana Sabadini




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STJ reduz valor de IR e CSLL de clínica

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03/07/2009 - 10h:42


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu de forma favorável às clínicas médicas que tentam equiparar suas atividades aos serviços hospitalares. Com o entendimento, as clínicas garantiram o direito de pagar alíquotas reduzidas do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de 8% e 12%, respectivamente, e não mais um percentual total de 32% pelos dois tributos.

Este mês, em um recurso proposto pela Fazenda Nacional contra uma decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região - que determinou redução na tributação da clínica Uroclin Serviços Médicos - , a 1ª seção do STJ entendeu que devem ser considerados como serviços hospitalares todos aqueles que se vinculam às atividades desenvolvidas pelos hospitais, voltados diretamente à promoção da saúde. Há pelo menos sete anos, as clínicas reivindicam esse direito na Justiça. A recente decisão do STJ altera entendimento da própria corte, que desde 2006 julgava de forma contrária à tese das empresas.

A Lei nº 11.727, de 2008, estabelece que terão direito à redução apenas as clínicas organizadas na forma de sociedade empresária, o que tem sido interpretado normalmente pelo fisco como clínicas em que outros funcionários, além dos sócios, exercem a atividade fim. Esse entendimento exclui grande parte das clínicas particulares, nas quais todos os médicos são sócios. O julgamento da corte refere-se a períodos anteriores à publicação da lei. Até então, a única definição era dada pelo artigo 15 da Lei nº 9.249, de 1995, que garantia o benefício aos serviços hospitalares, sem especificá-los, o que provocou uma série de normas da Receita Federal na tentativa de esclarecer a lei. Em 2004, a Instrução Normativa nº 480 determinou que faziam jus à redução do imposto os locais que tivessem pelo menos cinco leitos e, no ano seguinte, a Instrução Normativa nº 539 definiu que apenas as clínicas organizadas na forma de sociedade empresária teriam esse direito.

Ao analisar o tema, em 2006, a 1ª seção do STJ decidiu que só teriam direito à redução tributária os estabelecimentos médicos que proporcionassem a internação dos pacientes para tratamentos de saúde. Agora, a mesma seção alterou a posição no julgamento do recurso da Fazenda Nacional contra a Uroclin. A ministra Eliana Calmon considerou que não havia por parte do fisco um critério seguro para definir a sua própria orientação, o que gerou as inúmeras instruções normativas. Os ministros mantiveram o acórdão do TRF que considerou que a prestação de serviços de litotripsia - procedimento para fragmentação de cálculo renal -, atividade da Uroclin, enquadra-se no conceito de serviço hospitalar, o que garante a base de cálculo reduzida. De acordo com o ministro Castro Meira, relator do processo, deve-se entender como serviços hospitalares aqueles que se vinculam às atividades desenvolvidas pelos hospitais, mas não necessariamente, são prestados no interior deles. "Não deve existir diferença na tributação entre os mesmos serviços feitos por um hospital e por clínicas", diz o advogado Régis Luis Jacques Bohrer, Bohrer Mendonça e advogados Associados, banca que defende a clínica.

O julgamento deve influenciar outros processos semelhantes no STJ. Atualmente, tramita na corte uma ação coletiva movida pela Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante, que representa mais de 50 clínicas, a ser julgado pela 2ª Turma. A associação obteve uma liminar na 22ª Vara Federal de Brasília, mantida pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, que garante o benefício fiscal. De acordo com o advogado Ulisses Jung, que representa a associação, a ação discute não somente o direito à redução fiscal no período anterior à Lei de 2008, como após a sua publicação. Procurada pelo Valor, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) informou, em nota, que acredita que a 2ªTurma deve seguir o precedente da 1ª Seção, que estendeu o benefício fiscal aqueles que prestam serviços hospitalares de forma ampla.

Por:imprensa em:3/7/2009
Jornal:Valor Econômico
Luiza de Carvalho, de Brasília





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Remuneração digna para médicos do SUS

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03/07/2009 - 10h:21

Pagar salários irrisórios aos médicos dá prejuízo. Eles acumulam empregos e plantões, tornando-se mais propensos a cometer erros

Tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei 3.734/08, do deputado Ribamar Alves (PSB-MA), propondo modificação no artigo 5º da lei 3.999/61. Essa lei fixa o piso salarial dos médicos e dentistas, mas só daqueles empregados de pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, como estabelece seu artigo 4º. Hoje, o valor desse piso é igual a três vezes o salário-mínimo. Se o projeto for aprovado, o piso subirá para R$ 7.000 -soma respeitosa aos deveres e responsabilidades dos médicos-, mas continuará sem beneficiar os que trabalham para o setor público.

Em um país cujos salários da maioria de seus trabalhadores são pouco valorizados, é legítimo indagar: Os médicos, em média, já não ganham muito? Quais os benefícios, para o Brasil, de aumentar o piso salarial somente de médicos do setor privado? O valor do piso não deveria amparar também os vencimentos de médicos empregados da administração pública, nos moldes do Sistema Único de Saúde, instituído pela Constituição de 1988?

Uma análise sintética revela que alguns médicos ganham muito trabalhando em seus consultórios privados. Muitos médicos ganham mais que a média da população, excedendo 60 horas semanais de trabalho em três ou mais empregos e muitos plantões. Entretanto, parte substancial dos médicos que trabalham para o SUS ganha em torno de R$ 1.500. Sem entrar no mérito da quantia, o piso é mecanismo que permite estabelecer um patamar de dignidade para que o médico possa cumprir o que a sociedade exige dele: obter boa formação acadêmica em regime integral durante seis anos; fazer residência para se tornar especialista; atualizar-se constantemente; formular diagnósticos elaborados e administrar tratamentos complexos, sem lesar os pacientes com suas decisões ou ações.

A importância de um salário equitativo é a mesma para os médicos do setor privado e os do SUS. A Constituição é clara ao estabelecer, em seu artigo 7º, V, como direito do trabalhador o "piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho". O artigo 39, que trata dos servidores públicos, dita em seu parágrafo 1º: "A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: I - a natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira; II - os requisitos para a investidura; III - as peculiaridades dos cargos".

Todos esses quesitos não devem diferir significantemente por ser o empregador do médico de direito público ou privado, visto que o atendimento ao paciente sempre tem que ser o melhor possível e que todo brasileiro tem direito a ser tratado com excelência ao utilizar os serviços do SUS. Pagar salários irrisórios aos médicos dá prejuízo. Médicos mal pagos são obrigados a acumular empregos e plantões, tornando-se mais propensos a cometer erros que podem custar a vida -resultantes da fadiga, das consultas apressadas para poder se deslocar entre os diversos empregos e da falta de tempo para estudo e lazer.

Estabelecer salário digno para todos os médicos possibilitaria adequar o número de horas trabalhadas a níveis mais saudáveis, condizentes com suas responsabilidades. Consequentemente, o médico se tornaria mais produtivo e até custaria menos, considerando o elevado desperdício resultante de prescrições e retornos indevidos causados pela correria atual. Além de valorizar os profissionais atuais, a remuneração justa terá repercussões nas gerações futuras.

Hoje, excelentes alunos são desencorajados de cursar medicina pelo medo de não conseguirem empregos que compensem o gasto exigido na formação. O piso incentiva que médicos talentosos se tornem estudiosos, que desenvolvam e repassem conhecimentos adequados à realidade do país, diminuindo nossa dependência da importação de medicamentos, equipamentos e know-how.

O brasileiro tem o direito à assistência médica pública e eficaz assegurado pela Constituição Federal. É dever do Estado prover os mecanismos para que os recursos direcionados à saúde sejam otimizados em benefício dos usuários do SUS. Estabelecer vencimentos dignos para médicos do setor público faz parte desse dever. E, na ponta do lápis, sai mais barato pagar um bom médico do que remediar.

DAVI DE LACERDA, 37, graduado em medicina pela USP e residência em dermatologia pelo Johns Hopkins Hospital (Baltimore, EUA), é médico em consultório privado e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

MILTON ARRUDA MARTINS, 55, médico, pós-doutorado pela Universidade Harvard (EUA), é professor titular da Faculdade de Medicina da USP.

MARCOS BOULOS, 63, médico, é professor titular e diretor da Faculdade de Medicina da USP.

Por:imprensa em:3/7/2009
Jornal:Folha de São Paulo
DAVI DE LACERDA, MILTON ARRUDA MARTINS e MARCOS BOULOS




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AS VANTAGENS DO PILATES

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03/07/2009 - 06h:03

Divulgação
Tenho recebido um número crescente de emails com questões sobre a prática do Pilates, seus benefícios, indicações e - principalmente - se pode ser utilizado como substituto para a musculação. Para melhor atender às expectativas de quem se interessa por Pilates, conversei com um especialista, o professor Luciano Baccelli. Graduado em Educação Física e Fisioterapeuta, com formação em Reeducação Postural Global (RPG) e em Pilates.

COMO SURGIU O MÉTODO PILATES?

O método, que leva o nome de seu idealizador, Joseph H.Pilates, começou como auto treinamento e foi se desenvolvendo até ser utilizado em benefício de outras pessoas. Pilates foi nadador, boxeador, ginasta e artista circense. Durante a primeira guerra mundial, trabalhou com reabilitação física dos feridos e mutilados em combate e foi nesta época que desenvolveu seu trabalho com aparelhos. Esse aparelhos eram camas hospitalares adaptadas para os exercícios. Já em 1940, em Nova York, Pilates ficou famoso com seu trabalho de reabilitação e condicionamento físico para bailarinos profissionais. O método é utilizado até hoje, nas modalidades de solo, bola e aparelhos (estúdio).

PARA QUE SERVE?

O Pilates é indicado como terapia para reabilitação de diversos problemas ortopédicos, é utilizado também para a correção postural, para o desenvolvimento da percepção corporal e equilíbrio, e como um método de condicionamento corporal e estético eficaz apresentando bons resultados em todos estes aspectos.

E SERVE PARA SUBSTITUI A MUSCULAÇÃO?

Se o praticante busca uma forma de fortalecer seu corpo e não benefícios estéticos, a resposta é sim. Os exercícios exigem um esforço não somente dos grupos musculares recrutados, mas também de outras regiões, que acabam se exercitando também para ajudar a estabilizar o corpo. No entanto, se o objetivo for ganho de massa muscular, nenhum outro método oferece tanta possibilidade quanto a musculação.

Renato Dutra - Prof. de Educação Física-Treinador de Corrida - email: renatodutra.chegada@gmail.com

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