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Dr. Vasconcelos
06/01/2009 - 15h:17


Tópicos de uma reportagem de um portal de Teresina e entrevista do presidente da Associação Piauiense de Medicina em um Portal da capital.

MÉDICOS REPUDIAM IDA DE FIRMINO PARA FMS

As entidades disseram que o prefeito deveria ter priorizado a formação médica e não política.

O Sindicato dos Médicos do Piauí, a Associação Piauiense de Medicina e Conselho Regional de Medicina afirmam que esperavam um posicionamento diferente da Prefeitura, já que não foram consultados em nenhum momento quanto a possíveis nomes para substituir João Orlando.

Leonardo Eulálio ressaltou que o prefeito deveria ter priorizado a formação médica ao designar alguém para uma tarefa tão difícil e importante

O presidente da Associação dos Médicos, Felipe Eulálio, disse afirmou que não estão questionando a competência do vereador Firmino Filho, mas teme que em vez de fazer política de saúde, a FMS seja utilizada como política partidária.

O MEU COMENTÁRIO

PERDERAM A OPORTUNIDADE DE FICAR CALADOS.

ESQUECEM QUE NÃO EXISTE UMA OBRIGATORIEDADE DO GESTOR DE SAÚDE SER MÉDICO. ESTAR BEM ASSESSORADO, SIM.

ADEMAIS, ESTE É UM CARGO POLÍTICO E DE CONFIANÇA DO PREFEITO.

CONCLUI-SE QUE O PREFEITO NÃO ENCONTROU NA CATEGORIA MÉDICA “ESTAS QUALIDADES” QUE ELES ACHAM SER DETENTORES.

SILVIO MENDES UMA VEZ RELATOU QUE O MÉDICO NÃO PRESTA SERVIÇO INTEGRAL QUANDO É CHEFE DE UNIDADES DE SAÚDE, SEMPRE “DÁ AS SUAS FUGIDINHAS” PARA O CONSULTÓRIO MÉDICO.

NO PASSADO OPTOU PELA INDICAÇÃO DE ENFERMEIRAS PARA DIREÇÃO DE UNIDADES DE SAÚDE DO MUNICIPIO.

A MINHA CONCLUSÃO: ESTÃO CHORANDO POR “FALTA DE UMA TETA”. NO POPULAR, “QUEREM SE ARRUMAR”.

DR. VASCONCELOS
JORNALISTA COLABORADOR - INSCRIÇÃO DRT: 1296

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José 06.01.2009 - 15:36h
Dr. Vasconcelos, não existe a obrigatoriedade de um gestor de saúde ser médico, ma...

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divulgaç&atil
Aumenta o consumo de crack entre jovens brasileiros de classe média
Aumenta o consumo de crack entre jovens
06/01/2009 - 13h:54


“Há hoje em nossa cidade muitos filhos de família cujo grande prazer é tomar cocaína e deixar-se arrastar até aos declives mais perigosos deste vício. Quando... atentam... é tarde de mais para o recuo.” Essa notícia poderia estar na capa do jornal de hoje, mas na verdade ela foi publicada no jornal O Estado de S. Paulo do ano de 1914. Há 60 ou 70 anos, ocorreu no Brasil uma explosão do uso de cocaína, semelhante a que acontece hoje, principalmente, entre os jovens.

Mais barato, antes somente utilizado pelas classes mais baixas, nas ruas, em redutos que ficaram conhecidos como cracolândias, o crack é hoje preferido também entre os jovens de classe média. Apresentado sob o aspecto de pedra, o crack é um tipo de cocaína pouco solúvel em água, mas que se volatiza quando aquecida e, portanto, é fumada em “cachimbos”. O custo baixo da droga, a facilidade de compra e os efeitos mais rápidos que o da cocaína em pó, fizeram crescer a preferência pelo crack e o consumo da droga já é, de acordo com última pesquisa do Cebrid realizada em 2005, quase o dobro do registrado quatro anos antes. Em 2005, 0,7% da população entre 12 e 65 anos dizia ter provado a droga, quase o dobro do 0,4% registrado em 2001.

Apesar dos efeitos do crack serem notados muito mais rápido, cerca de 10 a 15 segundos após fumar o cachimbo, enquanto que a cocaína em pó demora 10 a 15 minutos ou se injetada de 3 a 5 minutos, a sua duração é muito rápida, em torno de 5 minutos contra 20 a 45 minutos de injetada ou cheirada. Essa característica do crack faz com que os usuários consumam a droga com mais freqüência e em maior quantidade, o que provoca, consequentemente, maior dependência.

RISCOS

A dependência da droga e seu consumo freqüente provocam primeiramente perda nítida de peso devido à falta de apetite, o usuário perde as noções básicas de higiene, ficando com aparência deplorável e pode apresentar quadro depressivo.
Na busca para atender o vício, os usuários podem achar alternativas arriscadas e algumas vezes sem volta para obter a droga, como o crime e a prostituição. Esse último, potencializando o risco de contaminação pelo vírus HIV.

PREVENÇÃO

Prestar atenção nas atitudes, nas necessidades e nas carências do seu filho é o primeiro passo para se aproximar dele e manter um diálogo interessante para os dois lados, pais e filhos. Conhecer os perigos que os cercam também é uma forma de alertá-los antes que alguma coisa aconteça. Por isso, é importante que os pais leiam sobre o assunto e estejam atentos a novas drogas ou nomes diferentes como são designadas, a locais onde são consumidas e seus efeitos.

A merla (mela, mel ou melado) também é um tipo de cocaína, mas sob a forma base é um produto ainda sem refino e muito contaminado com as substâncias utilizadas na extração, é preparada de forma diferente do crack, mas também é fumada. Enquanto o crack ganhou popularidade em São Paulo, Brasília foi a acidade vítima da merla. De fato, pesquisas mostram que mais de 50% dos usuários de drogas na Capital Federal fazem uso de merla, e apenas 2% de crack.

Fonte: Cebrid- Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Órgão da Unifesp), Obid- Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas e Senad- Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. Autor: Vivian Beltrame Awad .
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06/01/2009 - 13h:14


Dura missão de impedir o contágio

Agentes da Fiocruz tentam conscientizar adeptos do sexo de alto risco em festas de embalo

O crescimento das festas barebacking no Rio, noticiado no último domingo pelo Jornal do Brasil, mudou a rotina da equipe da Coordenadoria de Estudos Clínicos de Prevenção da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Nadando muitas vezes contra a correnteza, cinco promotores educadores de pares tentam convencer os freqüentadores dos embalos gays a não fazer sexo sem preservativos, justamente um dos princípios do movimento barebacking.

- Na festa que se realiza numa sauna alugada em Ipanema uma vez por mês, por exemplo, nós nem entramos - conta Tony Araújo, 36 anos, que há seis trabalha na área de prevenção e educação comunitária. - Os freqüentadores dizem que já têm opinião formada e que não usam camisinha mesmo. Nós temos que respeitar isso.

Conforme o JB mostrou no domingo, os adeptos do barebacking chamados de bug chasers (caçadores de vírus) vão às orgias e arriscam-se deliberadamente a contrair o vírus HIV. Um dos componentes desse estranho fetiche seria a possibilidade de, uma vez infectado, poder estar livre para fazer sexo sem precaução pelo resto da vida.

Os promotores educadores de pares da Fiocruz não trabalham apenas nas festas barebacking. Na maioria das vezes à noite, eles fazem incursões em pontos de encontros de gays da Zona Norte à Zona Sul, sejam eles saunas, boates, bares ou festas privadas - sempre com a concordância prévia dos organizadores dos eventos.

- É uma questão de saúde pública. Todos recebem treinamento, pois não nos interessa uma imagem repressora - relata Jorge Eurico Ribeiro, coordenador de Estudos Clínicos de Prevenção da Fiocruz. - Nas festas privadas, nossos agentes entram de cueca e distribuem camisinhas aos interessados. A maioria das pessoas aceita, pois os barebackings são minoria.

À vontade para não destoar do ambiente, os promotores educadores contam que até recebem cantadas, mas não são hostilizados.

- O pessoal nos respeita, apesar de algumas cantadas. Eles sabem o que estamos fazendo lá - conta Júnior, 43, que prefere não dar o sobrenome para não perder a confiança da comunidade gay.

O acesso às festas mais reservadas, como as que acontecem em Campo Grande, Catete e Ipanema, foi possível graças a um trabalho de rastreamento na internet, principalmente no site de relacionamentos Orkut e contatos posteriores com os promotores.

- A primeira festa a que eu fui aconteceu em Campo Grande. Eram cerca de 70 pessoas, todos homens. Lá, porém, a maioria das pessoas usava preservativo, e isso estava determinado inclusive no convite - lembra Júnior.

Além das festas, os promotores educadores de pares também distribuem preservativos e folhetos informativos em locais de grande concentração de gays, como um bar em Cascadura, ou na Rua da Lama, perto da boate Papa G, em Madureira, onde se reúnem cerca de mil pessoas às quartas-feiras.

Testes

Na Fiocruz, alguns dos freqüentadores dessas festas submetem-se a um tratamento no projeto Imprex (profilaxia pré-exposição), no qual é ministrado um comprimido com a combinação de dois agentes retrovirais. O objetivo é avaliar se o medicamento é capaz de inibir a transmissão do HIV.

- Iniciamos o projeto há três meses. Temos hoje 13 pessoas tomando, com base em vários critérios de risco, um deles é o hábito de fazer sexo sem camisinha - relata Jorge Eurico Ribeiro.

Segundo ele, dentro de pelo menos um ano e meio, será possível avaliar a eficácia do medicamento preventivo.

Por:imprensa em:6/1/2009 - Jornal:Jornal do Brasil - RIO - Marcelo Migliaccio

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06/01/2009 - 11h:56



Divulgado recentemente, o último relatório da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos traz ao mesmo tempo alegria e tristeza. Embora a taxa de doadores efetivos no último semestre tenha sido 5% superior em relação a igual período anterior, o aumento é insuficiente para reduzir as imensas filas de espera que solapam as esperanças de milhares de pessoas em todo o país.

No Estado de São Paulo, com aumento de 15%, foram registradas as maiores taxas de notificação de potenciais doadores do país. Mas a efetivação destas doações ainda é pequena, não chega a 20%, quando o objetivo é atingir ao menos 50%.

Aguardada por pacientes e familiares como a única saída para insuficiências orgânicas terminais ou cronicamente incapacitantes, a doação de órgãos e tecidos é um gesto simples de solidariedade, inibido, na maioria das vezes, pela absoluta falta de informação.

Profissionais de saúde e demais envolvidos na retirada e no transplante dos órgãos têm se empenhado, mas ainda é preciso muito mais para prover a população das informações necessárias para estimular a doação.

Um bom começo é esclarecer que não são apenas os órgãos, como coração, fígado, rins, pulmão e pâncreas, os itens passíveis de doação. Córnea, pele, osso, medula óssea e sangue de cordão umbilical são também necessários para salvar ou melhorar a vida de muitas pessoas.

Em todos estes casos, a doação de órgãos de pessoas falecidas só é feita mediante autorização da família. Por isso, todos os interessados em doar seus órgãos, devem deixar a família e amigos avisados, ou preparar um documento confirmando esta vontade.

Infelizmente, a autorização ou mesmo a retirada de um órgão não é garantia de um transplante. Para reduzir ao mínimo as chances de rejeição do órgão, muitos detalhes, como idade, peso e tipo sanguíneo, precisam ser inicialmente analisados, verificando a compatibilidade entre receptor e doador, a ser comprovada por meio de exame mais sensível. E nem sempre os primeiros da fila de espera são os mais compatíveis.

A chance de compatibilidade aumenta com os laços familiares. Parentes próximos têm sempre mais chances de estar aptos a doar ou receber uns dos outros. Algumas doações, inclusive, podem ser feitas em vida, como as de rim, partes do fígado e medula óssea. Nestes casos, a lei permite que sejam feitas por pais, filhos, irmãos, avós, tios e primos, desde que estejam em boas condições de saúde, sejam capazes juridicamente e concordem com a cirurgia. Doações entre não-parentes podem ser analisadas e eventualmente autorizadas judicialmente.

Qualquer que seja a dúvida ou imagem negativa com relação ao procedimento, deve ser discutida com seu médico de confiança. O transplante é um procedimento sério, totalmente custeado pelo Sistema Único de Saúde. Milhares de vidas dependem deste ato de solidariedade.

Antonio Carlos Lopes - é presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica
CFM




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06/01/2009 - 11h:51


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Em estudo publicado na revista Cancer Cell, cientistas alemães relatam que novos remédios contra um tipo de câncer mais comum em crianças, chamado neuroblastoma, podem surgir após a descoberta de que um gene, chamado Aurka, estimula a doença. (REUTERS)

Por:imprensa em:6/1/2009 - Jornal:Estado de São Paulo - VIDA&





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DICA DE SAÚDE DO AMIGÃO - AMEBÍASE
AMEBÍASE - DOENÇA INFECCIOSA E PARAS
06/01/2009 - 06h:06


AMEBÍASE - DOENÇA INFECCIOSA E PARASITÁRIA


AMEBÍASE - Infecção causada por protozoário que se apresenta em duas formas: cisto e trofozoíto. Esse parasito pode atuar como comensal ou provocar a invasão de tecidos, originando as formas intestinal e extra-intestinal da doença. O quadro clínico varia de até uma forma branda, caracterizada por desconforto abdominal leve ou moderado, com sangue e/ou muco nas dejeções, a uma diarréia aguda e fulminante, de caráter sanguinolento ou mucóide, acompanhada de febre e calafrios. Podem ou não ocorrer períodos de remissão. Em casos graves, as formas trofozoíticas se disseminam pela corrente sangüínea, provocando abcesso no fígado (com maior reqüência), nos pulmões ou cérebro. Quando não diagnosticadas a tempo, podem levar o paciente a óbito.

AGENTE ETIOLÓGICO - Entamoeba histolytica.

RESERVATÓRIO - O homem.

MODO DE TRANSMISSÃO - As principais fontes de infecção são a ingestão de alimentos ou água contaminados por fezes contendo cistos amebianos maduros. Ocorre mais raramente na transmissão sexual, devido a contato oral-anal. A falta de higiene domiciliar pode facilitar a disseminação de cistos nos componentes da família. Os portadores assintomáticos, que manipulam alimentos, são importantes disseminadores
dessa protozoose..

PERÍODO DE INCUBAÇÃO - Entre duas a quatro semanas, podendo variar dias, meses ou anos.

PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE - Quando não tratada, pode durar anos.

COMPLICAÇÕES - Granulomas amebianos (amebomas) na parede do intestino grosso, abcesso hepático, pulmonar ou cerebral, empiema (Ajuntamento de pus em cavidade natural do organismo), pericardite, colite fulminante com perfuração.

DIAGNÓSTICO - Presença de trofozoítos ou cistos do parasito encontrados nas fezes; em aspirados ou raspados, obtidos através de endoscopia ou proctoscopia; ou em aspirados de abcessos ou cortes de tecido. Os anticorpos séricos podem ser dosados e são de grande auxílio no diagnóstico de abcesso hepático amebiano. A ultra-sonografia e tomografia axial computadorizada são úteis no diagnóstico de abcessos
amebianos.

TRATAMENTO - 1ª OPÇÃO: a) formas intestinais – Secnidazol – Adultos: 2g, em dose única. Crianças: 30mg/kg/dia, VO, não ultrapassando o máximo de 2g/dia. Deve ser ev