Picos é um dos maiores produtores de mel do Brasil, mas perde primeiro lugar para Limoeiro do Norte, no Ceará, e rebanho de gado atinge 1.750.910 anim

Picos é um dos maiores produtores de mel do Brasil, mas perde primeiro lugar para Limoeiro do Norte, no Ceará, e rebanho de gado atinge 1.750.910 anim

Picos é um dos maiores produtores de mel do Brasil, mas perde primeiro lugar para Limoeiro do Norte, no Ceará, e rebanho de gado atinge 1.750.910 animais.

Os municípios de Limoeiro do Norte (CE), Apodi (RN) e Picos são os principais produtores nacionais de mel. Destaca-se a perda de posição de Picos, que era o principal produtor de mel em anos anteriores, e o surgimento de Apodi, município que não aparecia em anos anteriores entre os vinte principais produtores de mel.

A perda da posição de Picos como o primeiro lugar do Brasil como produtor de mel foi revelada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ao divulgar da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM).

A pesquisa revela que o rebanho de bovino do Piauí atingiu no ano passado

1.750.910 animais, um aumento de 0,8% em relação a 2007; o rebanho de búfalos do Piauí atingiu 594 animais, um aumento de 4,2%; o rebanho de equinos atingiu 146.039 animais, um aumento de 2,4%; os jumentos chegaram no ano passado a 197.922 animais, um aumento de 2,9%; e os burros atingiram o total de 36.357 animais, um aumento de 3,8%.

O efetivo de suínos foi de 1.150.329 no ano passado, um aumento de 0,8% em relação a 2007; o rebanho de caprinos ficou em 1.370.372, um aumento de 1,1%; e do ovinos passou para 1.444.373, um crescimento de 0,5%.

O efetivo de galinhas no Piauí passou para 2.474.750, um aumento de 2,6%. Os galos, galinhas, frangos e frangas, um aumento de 2,5% em relação ao ano de 2007.

O efetivo de bovinos no ano de 2008 foi de 202,287 milhões de cabeças, primeiro resultado positivo depois de dois anos sucessivos de redução do rebanho (2006 e 2007) e quatro de redução do seu ritmo de crescimento (2004 a 2007). Comparando-se os anos de 2008 e 2007, houve crescimento de 1,3% do efetivo nacional, ou seja, um aumento de 2,535 milhões de cabeças. O Centro-Oeste detinha 34,1% desse efetivo, tendo o Mato Grosso como o principal produtor (12,9%). Em 2008, o estado tinha 26.018.216 cabeças de gado contra 25.683.031 em 2007, o que aponta um crescimento de 1,3%. O município de Corumbá (MS) tinha o maior efetivo de bovinos do país com 1.935.896, em 2008, seguido por São Félix do Xingu (PA) com 1.812.870 e Ribas do Rio Pardo (MS) com 1.176.151.

Ao comparar os dados de 2008 com os de 2007, a maior taxa de variação do efetivo ocorreu na Região Sul, com aumento de 4,0%. Também apresentaram variação positiva as Regiões Norte (3,3%), Centro-Oeste (1,2%) e Nordeste (0,5%). Somente a Região Sudeste apresentou queda (-2,0%) no efetivo, sendo que São Paulo registrou a redução mais significativa (-5,1%). Os maiores aumentos nos efetivos dos estados foram observados em Santa Catarina (10,8%) e no Pará (5,8%) e a maior redução foi no Distrito Federal (-21,3%).

Em termos absolutos, o Pará apresentou um aumento de cerca de 886 mil cabeças entre 2008 e 2007, explicado pelo crescimento vegetativo do rebanho, após um ciclo de redução em função do abate de fêmeas em períodos recentes, além da instalação de três novas unidades frigoríficas no estado. Os aumentos dos rebanhos no Mato Grosso do Sul (533 mil cabeças) e no Mato Grosso (335 mil cabeças) decorreram de um crescimento natural dos efetivos já elevados. No Maranhão, o aumento de 206 mil cabeças ocorreu pela a expansão da atividade pecuária.

Em São Paulo, a redução de cerca de 605 mil cabeças no rebanho bovino é explicada pela substituição de pastagens por canaviais com maior rentabilidade, e a diminuição de 285 mil cabeças na Bahia se deveu, em parte, à seca, que causou morte de animais e desestimulou a atividade.

Em 31/12/2008, a PPM registrou o aumento de 5,1% no efetivo de galinhas, comparativamente a 2007. Todas as regiões geográficas tiveram aumento do efetivo com relação a 2007, com destaque para a Sudeste (6,4%), seguida pela Nordeste (5,5%), Sul (4,3%) e Centro-Oeste (4,4%).





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