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Efrém Ribeiro

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••• atualizado em 17 de Janeiro de 2011 às 16:54

Teresina tem 2.714 crianças e adolescentes viciados em drogas, aponta pesquisa

Teresina tem 2.714 crianças e adolescentes viciados em drogas, aponta pesquisa de Secretaria de Educação e Grupo dos Amigos da Vida

Pesquisa feita pela Secretaria Estadual de Educação e o Grupo dos Amigos da Vida (GAV) apontou que existem em Teresina 2.714 crianças e adolescentes dependentes de drogas.

Gerente de Assistência ao Educando da Secretaria Municipal de Educação (Semec) de Teresina e diretor do GAV, Miranda Neto, afirmou que há casos de famílias inteiras viciadas em crack e existe a preocupação do o alastramento do oxi, uma droga também derivada da base de cocaína, como o crack, mas misturado ao óleo para dar maior potencialidade entorpecente e com também maior de dependência.

Segundo ele, a pesquisa foi realizada com crianças e adolescentes com idade de 11 a 17 anos de idade.

Miranda Neto declarou que os órgãos que cuidam de dependentes em Teresina são os centros comunitários.

"Estão todos lotados. Vamos fazer uma reunião na próxima semana para ver uma solução. Precisamos agora partir para o combate. A sociedade culpa os gestores, mas a família precisa abraçar essas crianças, antes que a droga chegue", declarou Miranda Neto.

Segundo ele, a maior preocupação maior agora, segundo o coordenador, é a chegada da oxi, nova droga mais letal do que o crack.

O secretário municipal de Saúde, José Ribamar Torres, afirmou que o órgão está encaminhando crianças e adolescentes que apresentam comportamento e problemas influenciados pelas drogas para clínicas e serviço especializado.

José Ribamar Torres afirma que os professores e diretores das escolas públicas municipais detectam alteração no comportamento e atitudes dos alunos encaminham na o serviço mantido pela secretaria com uma equipe multidisciplinar com a participação de psicólogos, psicopedagogos e assistentes sociais.

Estes profissionais falam com os alunos e com suas famílias. Quando é necessário um trabalho mais específico com a criança e o adolescente ele é acompanhado pelos psicólogos e assistentes sociais no contraturno do período em que estudam na escola.

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