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Amélia de Freitas Bevilaqua, uma mulher de vanguarda

Amélia de Freitas Bevilaqua, uma mulher de vanguarda

Amélia de Freitas Bevilaqua, uma mulher de vanguarda
A Imagem da Mulher Na Obra de Amélia Beviláqua | DVG

Em 1921, a Academia Piauiense de Letras, através de decreto especial, admitiu como sócia Amélia de Freitas Bevilaqua, e, como patrona, Luíza Amélia de Queiroz que foi a primeira piauiense a publicar suas poesias e sua identidade nos livros Flores Incultas (1875) e Georgina ou Os Efeitos do Amor (1898).

Amélia de Freitas Bevilaqua certamente pode ser definida como uma mulher de vanguarda, liderou a revista o Lírio (Recife ? PE; 1898), influenciando a criação do Jornal Borboleta em Teresina ? PI. Ousou muito mais, sendo a primeira mulher a se candidatar à Academia Brasileira de Letras, em 1930, mas não foi aceita porque a maioria dos acadêmicos decidiu que ao se referir a brasileiros, o estatuto da entidade não contemplava as mulheres.

O Na década de 1920, Amélia Bevilaqua já era um nome reconhecido por críticos como Sílvio Romero e Araripe Júnior, tendo várias obras publicadas pela Bernard de Fréres, importante editora da época. Ela era casada com o renomado jurista Clóvis Bevilaqua e à frente da Academia Piauiense de Letras estavam seus familiares, o que facilitou seu ingresso na mencionada entidade, contudo sem reduzir-lhe o mérito.

É presumível que a projeção literária alcançada por Amélia de Freitas Bevilaqua tenha influenciado outras mulheres, especialmente as que viviam no Piauí, a publicar seus escritos.

O Nesse contexto, ocorre a superação do período lacunoso da escrita feminina piauiense que se seguiu após o fim do primeiro jornal de redação exclusivamente feminina do Piauí, Borboleta (1904 ? 1906); e da revista Alvorada (1909 ? 1912), onde Maria Amélia Rubim era uma das colaboradoras.

O A escrita feminina ressurge camuflada não mais pelas letras iniciais de seus nomes, mas em pseudônimos, importante recurso literário que foi utilizado por várias escritoras, como Charlotte Brontë, e Dionísia Faria da Rocha.

COMENTÁRIO

A Imagem da Mulher Na Obra de Amélia Beviláqua

Algemira de Macedo Mendes

155 páginas

R$ 25,00

O trabalho de Algemira de Macedo Mendes resgata a obra de Amélia Beviláqua, escritora piauiense do século XIX. Este estudo constitui uma contribuição fundamental para a história da literatura brasileira ter condições de pagar as suas dívidas e mostrar-se compatível com as necessidades dos leitores e dos estudiosos do século XXI (Regina Zilberman).


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