Nem tão forte

Nem tão forte



As últimas semanas pareciam determinantes. O crescimento da turma dos belos, liderada por Kamila e Elieser, era tão grande que dava a impressão que iria esmagar facilmente os rivais. Mas bastou um pilequinho da paraense para mudar tudo. Por causa de um pinto pequeno e outras bobagens ainda menores, rompeu-se o casal que crescia aos olhos do público. Mais do que isso, o rompimento deixou sequelas, evidenciou defeitos e acirrou os ânimos entre as torcidas deles.

E Fernanda não quis ser coadjuvante. Também mostrou que não vai rezar na cartilha de Kamila. Sua torcida também já da a impressão de que pode se voltar contra Ka. André e Marcelo patinam em suas posturas apáticas. E o saldo desse sacode na turma deles é um público confuso. Que não sabe se protege Eli por ele ainda ser aliado a Kamila ou se o pune por brigar com a modelo. Coisas desse tipo. A parede pode surpreender. Vamos a ela.

Marcelo

Os paredões que venceu o fizeram mal. Marcelo passou a achar que é algum tipo de anjo vingador, que não precisa de ninguém, que é capaz de lutar contra tudo e contra todos. Teve a chance de se unir ao grupo em ascensão, mas preferiu alimentar velhas mágoas com Eli e André. Virou alvo dos dois grupos da casa. Tem a sorte de já contar com alguma torcida, aquela das caprichetes que sempre escolhe um bonitão de cada edição do programa. Em paredões triplos é complicado lidar com rejeições múltiplas, como é o caso do Marcelo. Mas esse não é o seu, vai ser coadjuvante, vai passar em branco. E vai se achar, mais do que nunca...

Nasser

Não me canso de lembrar, BBB é o jogo da sutileza. Durante algum tempo Nasser entendeu isso, jogou de leve, sem se expor. Mas viver nas sombras também tem seus riscos. Ele e sua turma começaram a passar a imagem de grupo sorrateiro, que não enfrenta, mas manipula. Nasser, Ivan e Andressa foram longe no jogo, montaram paredões e derrubaram monstros sagrados do programa como Dhomini. Mas foram despidos para o público, que já enxerga perfeitamente a estratégia maliciosa deles. E o pior é que Nasser começou a errar no seu melhor fundamento, a visão do jogo. Errou feio nos últimos votos, praticamente jogando o amigo Ivan no paredão. Também peca ao tentar se escorar em um casal que nunca caiu no gosto do povo. Com Andressa parece ter mais uma parceria do que uma relação afetiva. Nasser é o ícone um time que anda visado e pode pagar o preço dessa liderança.

Elieser

É a velha e famosa herança maldita. Ela ainda persegue o Eli. Vez por outra parece ter ido embora, mas basta o paranaense pisar na bola que volta com força total. E o modelo fez por onde essa semana. Tinha o jogo nas mãos, fez o paredão que quis, sobreviveu e acertou no casal dessa vez. Mas aí voltou a ser o Eli que nos já conhecemos, inventou briguinha do nada, se atrapalhou com a história do pinto pequeno e voltou a ser motivo de piada nacional. Mais do que isso, pode ter virado contra si algumas torcidas que até então o protegiam. Elieser não joga mal na edição, mas é difícil lutar contra a sua natureza. Eli está sempre a um passo de fazer bobagem. E pode ter feito uma grave demais essa semana...

Palpite

Depois da saída de Marien e Ivan parecia que a expulsão de Nasser seria óbvia. Mas nada é simples no BBB. O público tem suas prioridades, que mudam a cada semana. E nessa parece que vai prevalecer uma antiga rejeição. A mesma que tirou Elieser do BBB10. Não faz tanto tempo, só três anos. E a atitude covarde dele em relação a Kamila fez o público lembrar do Eli que abandonou a Cacau no passado. È muito provável que o modelo sofra mais esse último golpe. Sua esperança é apostar na rejeição as ultimas atitudes estúpidas do Marcelo. É só uma luz no fim do túnel. O destino do paranaense parece já esta traçado há muito tempo. Ele bem que tentou mudar o futuro, mas tropeçou nos mesmos erros do presente...