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Central de Assinantes
Carlos Pacheco
31/12/2008 - 18h:21


É o que desejo a todos que acompanharam minha participação neste site expondo minhas idéias. Para aqueles que concordaram comigo, muito obrigado pela força, vocês compreenderam o que eu quis dizer. Agradeço muito mais àqueles que discordaram pois me deram a oportunidade de refletir mais um pouco.

Muito obrigado também para a direção do grupo MN que deu esta oportunidade de me mostrar como futuro jornalista.
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15/12/2008 - 14h:40


Ontem eu fui ao centro de Teresina fazer algumas compras de natal e fiquei tranqüilo ao ver que Polícia Militar está presente nestas festas de fim de ano. A PM está fazendo um trabalho preventivo, policiando ostensivamente e assim inibindo a ação dos bandidos.
Mas a Polícia Militar não só garante a segurança como nos presenteia com um espetáculo de rara beleza e sensualidade. As policiais femininas desfilam pelas ruas da cidade com suas fardas reformadas e devidamente ajustadas aos seus belos corpos, que nem de longe lembram os desajeitados uniformes masculinos.
Confesso que a beleza das PM tirou totalmente a minha atenção das vitrines e belas decorações natalinas. Nem mesmo as promoções, que nesta época são raras, me chamaram tanto a atenção como as calças justas das policiais militares femininas.
Ver mulher bonita é minha maior diversão. Entretanto, acredito que as calças das policiais femininas de Teresina não estão de acordo com o decoro militar, tão rígido com os homens. Assim como a mulher do rei não pode ser só honesta, tem que parecer honesta, a policial não pode ser só soldado, tem que parecer um soldado para manter a autoridade.
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Eduardo 16.12.2008 - 12:38h
Vc como reporter deveria se preocupar com coisas mais importantes pois, pois os te...

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05/12/2008 - 13h:03


Caros leitores, mil desculpas!



No último mês estive muito ausente deste site, mas, não foi sem motivos. Estive às voltas com um projeto de pesquisa do trabalho de conclusão de curso (TCC), que devo apresentar no próximo ano, no mês de julho ou agosto. Estou me propondo a pesquisar o paradoxo da fotografia de imprensa, nas fotografias de capa dos jornais Meio Norte e O Dia.

Esta pesquisa tem fundamentação nos estudos de Charles Sanders Peirce, Ferdinand Saussere e Rolland Barthes. Como não existe uma "Semiótica da Fotografia" buscaremos estabelecer relações entre a conseitos principalmente ligados a Lingüística da Semiótica para a fotografia de imprensa.

Agora, como finalizei o projeto, terei mais tempo para compartilhar as minhas idéias com toda a grande audiência deste site.
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17/11/2008 - 00h:57



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13/11/2008 - 11h:08


Recentemente passei por uma experiência desagradável e preocupante. Desagradável porque eu perdi a chave e o controle do alarme do meu carro, o veiculo passou a noite na rua e eu só pude tirá-lo no dia seguinte, fiquei sem transporte por uma noite, mas contornei a situação. Por outro lado, a experiência foi preocupante porque o controle do alarme não funcionou e tive que trazê-lo, no dia seguinte do bairro Monte Castelo até o bairro São Cristóvão distante uns 10 quilômetros, com o alarme disparado e não apareceu nenhum policial para me abordar e saber o que eu fazia com um carro com o alarme disparado.

Durante o percurso, cruzei com vários policiais, alguns a pé e outros em viaturas, mas ninguém se incomodou ou atentou para o fato de que o carro fazia um barulho ensurdecedor e as luzes piscavam incessantemente. O primeiro soldado por quem eu passei, ainda ficou me olhando, mas não  teve a atitude que se espera de um policial militar no exercício da sua profissão. O pior foram os outros, passei por três viaturas, duas em sentido contrário e uma no mesmo sentido que eu trafegava, mas nenhum deles procurou saber o que se passava.

Se eu fosse um ladrão e estivesse roubando o veículo, nada tinha acontecido e eu poderia tranquilamente seguir até uma oficina onde poderia desligar o alarme ou mesmo desmanchar o carro para a venda das peças em sucata. Minha grande preocupação hoje é que não há nada que me dê segurança, a não ser o seguro automotivo que garante em contrato me ressarcir de eventuais prejuízos em caso de roubo porque a policia nem sendo alarmada, tem uma atitude adequada.


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28/10/2008 - 10h:24


O ano começou com a imprensa espremendo até a última gota da tragédia que vitimou Isabella Nardoni e está terminado do mesmo jeito, só que agora é a vez de Eloá Pimentel. 

O caso Isabella envolvia um mistério, a criança caiu do 6º andar do prédio onde residia o pai. No caso Eloá, não, a adolescente foi alvejada pelo seu ex-namorado com um tiro de revolver na cabeça depois de uma tentativa de resgate da meninas pela polícia.

Os dois casos são muito diferentes no modo como  aconteceram. Isabella foi morta misteriosamente o que podia explicar o comportamento da imprensa, mas no caso Eloá não houve mistério, mas a histeria da imprensa foi a mesma.

A mídia brasileira não perde a oportunidade de transformar bandidos em celebridades instantâneas. No caso Isabella, o pai e a esposa ficaram na pauta de toda imprensa durante semanas, agora acontece o mesmo com o assassino de Eloá.

Lindemberg Alves ainda não deu entrevistas como aconteceu com o casal Nardoni que ocupou o horário nobre da TV para declarar todo o seu amor por Isabela. Lindemberg só foi filmado quando estava sendo preso, no dia que atirou nas duas adolescentes e recusa-se a falar sobre o caso, quer com a policia, quer com a imprensa, mas assim como o casal Nardoni, o assassino de Eloá já é uma celebridade e tomara que não apareça ninguém querendo copiar o comportamento do ex-namorado passional.


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Socorro 12.11.2008 - 15:28h
Diante de certos fatos, há jornalistas que fogem totalmente da ética profissional,...

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