A Fundação Cultural Monsenhor Chaves promoveu na tarde desta sexta-feira (20) uma oficina de projetos para a os candidatos aos benefícios da Lei A. Tito Filho. Ao contrário de uma oficina, este encontro do comitê julgador dos projetos com os candidatos foi extremamente subjetivo e em nada contribuiu para a confecção de um projeto.
A comissão pecou pela falta de pragmatismo, exceto pela participação do advogado Nelson Nery, os outros membros só falaram de generalidades. A informação mais importante desta reunião é que artista não sabe fazer projetos e que nem que o produto seja bom, se o projeto não for bem feito, dentro dos critérios do edital e capaz de convencer a comissão, o candidato está fadado a derrota.
Os candidatos também têm sua parcela de culpa no inssucesso da oficina. Apenas dois candidatos se manifestaram, infelizmente foi para reclamar de não terem sido escolhidos em edições anteriores. A Fundação Monsenhor Chaves deveria criar um departamento destinado à orientação dos candidatos com seus projetos.