Não resta dúvida que a cidade de Miami no estado da florida, possui uma atmosfera completamente diferente de alguma das principais cidades americanas em função da imensa comunidade latina que reside nesta eletrizante metropole.
O grande fato que marca Miami é a cultura latina que circula nos ares de forma intensa, da língua espanhola que prevalence em algumas áreas da cidade, dos restaurantes cubanos que estão em todas as partes, dos excelentes restaurantes brasileiros especializados em carnes, das casas noturnas com músicas latinas e do trânsito mal educado que a comunidade latina importou do seu pais de origem.
Miami e sua diversifição de línguas, culturas e costumes é rapidamente percebida no momento em que se desembarca no aeroporto internacional através da língua esponhola que soa nos corredores do saguão do aeroporto, bem como das pessoas de origem latina que desembarcam e embarcam com sacolas como se fossem viajar em onibus.
É importante mencionar que a primeira língua em Miami vai depender dos lugares que voce frequentar. Para citar um exemplo, existe uma área residencial na grande Miami chamada Hialeah, onde a comunidade cubana é predominate, portanto, o espanhol é a língua falada. Se falarmos em Coral Gables, Coconut Grove ou South Miami observaremos a língua inglesa predominar até porque são áreas onde a comunidade americana opta por estabelecer sua residência, além claro dos turistas americanos e de outros paises que passam por essas pontos turísticos.
Não podendo deixar de falar de uma ponto turístico extremamente bem frequentado por turistas e celebridades, South Beach é certamente o ponto mais agitado de Miami com suas casas noturnas, seus restaurantes, suas famosas avenidas ocean drive e Lincoln road e ainda os eventos sociais que estão sempre acontecendo.
Miami com suas opções de lazer, opções noturnas e não esquecendo em especial as belezas naturais visíveis aos nossos olhos, é o diferencial dessa cidade que atrai turistas de todos os lugares do planeta.
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carlito
30.04.2008 - 22:23h
http://abcnews.go.com/Business/BusinessTravel/story?id=4513175
Sem falar nessa rep...
Apesar do baixo nível de aprovação do seu governo e da carga de trabalho sobre suas costas, o presidente George W. Bush aproveitou um jantar solene para um momento de descontração distraindo seus auxiliares e convidados com piadas de situações vividas pelo seu governo.
Como pais rico que é, os Estados Unidos da América do Norte supostamente era para promover a industrialização de alguns setores da sua economia visando a geração de emprego e claro o fortalecimento dessa punjante economia.
Ao contrário, o que vemos é a inversão desses papéis muito claramente, onde as organizações empresariais americanas estão avançando as fronteiras de outros paises visando a terceirização da mão de obra na produção de bens e serviços. Citando um exemplo específico do setor do vestuário, paises como o Brasil, Peru, Indonésia, Malásia, Guatemala, Vietnan, entre outros são os grandes beneficiados com a produção em escala desse forte setor da economia.
É claro que não podemos deixar de mencionar a china e sua grandeza na produção de bens e serviços. Se pararmos para olharmos os produtos disponíveis nas prateileiras dos lojas, objetos de decoração, móveis de decoração, utensílios domésticos, enfim uma gama de outros produtos observaremos que a china é a grande campeã na corrida da produção para os Estados Unidos..
Um outro exemplo da terceirização da mão de obra, trata-se da instituição financeira Citibank que tomou a iniciativa de terceirizar os seus serviços de atendimento ao cliente para India, ou seja, os americanos quando precisam pedir esclarecimentos pertinentes as suas contas de cartões de crédito, o sotaque do inglês indiano é porta de entrada para comprovacao dessa realidade.
A globalização entre os paises contribui de forma contínua para a relação comercial entre as nações, mas na verdade, a questão fundamente é que as organizações empresariais americanas buscam mesmo é a mão de obra barata quase de graça.
Um fato que chamou minha atenção no momento em que cheguei neste pais, foi observar nos postos de trabalho cidadãos da terceira idade em lojas de departamentos, supermercados, shopping centers, etc. Diferentemente do meu pais, as organizações empresariais brasileiras não disponibilizam oportunidades para esse grupo da sociedade, por valorizarem a juventude no ambiente de trabalho e a vontade do jovem de mostrar seu talento.
É oportuno esclarecer que não estou defendendo a inversão desses papéis, mas sim, reconhecendo que no contexto geral as oportunidades para esse grupo da sociedade americana estão sempre disponíveis para aqueles que manifestam sua vontade pelo trabalho, buscando a realização pessoal e claro dignificar-se como cidadão não levando em consideração a questão da idade.
Depois de sete anos vivenciado a cultura americana em todos os seus aspectos e tendo a oportunidade de fazer uma relação dos prós e contras com o meu pais, continuo observando essa realidade através dos serviços que recebemos por parte dessa mão de obra nos caixas de supermercados e em lojas de departamentos. Seria muito interessante assistir uma mudança de mentalidade deste nível no ambiente das organizações empresariais brasileiras, apesar de ter a consciência da impossibilidade dessa mudança ocorrer de fato em nosso pais.
A solução é ficar na torcida para que mudanças desta natureza acontecam mesmo que de forma vagarosa.
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Francisco Santos
24.04.2008 - 16:00h
Concordo com a sua opinião, mais acho que esse aspecto negativo que possuimos em n...
É com orgulho que vejo o sucesso do atleta brasileiro Leandrinho Barbosa na organização esportiva phoenix suns, equipe de basquete profissional americana associada a national basketball association – nba ( confederação nacional de basquete americana).
Acompanhando de perto os jogos da atual temporada da nba, vibro com as jogadas, com o talento, com a energia que o atleta impõe ao time e aos companheiros de equipe através de sua competência como jogador e sobretudo como jogador de definição. Eleito melhor sexto homem da temporada passada pelo o talento do seu jogo, Leandriho concorreu novamente a mesma premiação ofererida pela nba, coroando o brilho das suas atuações na atual temporada.
É gratificante como brasileiro ouvir os comentaristas americanos falarem desse talento do nosso pais, da sua importância para o time, das suas habilidades como arremessador de bolas de três pontos, da sua velocidade e ainda o chamarem de “The Brazilian Blur” (jogador mais rápido das quadras da nba) pela sua rapidez na definição das jogadas.
Quem tiver a oportunidade de acompanhar suas atuações durante os seus jogos, verá o talento desse grande atleta brasileito brilhando em solo extrangeiro.
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Karol Pacheco
24.04.2008 - 08:09h
Fico feliz por mais um atleta brasileiro se destacar fora do país.
:)
...
A tentativa de entrar em solo americano através das fronteiras entre os Estados Unidos e o México, continua uma alternativa de risco para aqueles que buscam alcançar o sonho de uma vida melhor.
Além dos guardas de fronteira que monitoram de forma rigorosa a divisa entre os dois paises, o governo americano na pessoa do presidente George Bush formalizou uma lei no congresso autorizando a construção de uma grande cerca de segurança “secure fence” com uma extensão de 3.141 km. Cruzando áreas urbanas e desertos a cerca de segurança tem como objetivo primordial separar as fronteiras dos dois paises visando sobretudo evitar a entrada daqueles tentam entrar de forma ilegal no pais.
Sem dúvida, o governo americano está cumprindo o seu papel de proteger o seu território, no entanto, fico imaginando qual será o impacto dessa medida junto a alguns setores da economia americana onde as oportunidades de trabalho são totalmente voltadas para essa mão de obra. Manifesto esse pensamento, pelo o fato de que a grande massa da sociedade americana não demonstra a disposição nem o interesse de ocupar as oportunidadedes de trabalho que estão disponíveis a esse grupo da população.
A construção dessa obra é um fato concreto, agora quanto aos resultados positivos ou negativos dessa iniciativa teremos que aguadar o pronunciamento do governo.