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Daniel Cristovão

Mistérios do universo

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01/04/2009 - 13h:15

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Por muito tempo acreditava-se qe a terra era o centro do universo, esse teoria conhecida como geocêntrica, era a teoria defendida pela fortíssima igreja medieval. Na idade média a igreja católica exercia o monopólio social, econômico e intelectual no entanto apenas as teses defendidas pela igreja eram as que poderial estar absolutamente correta, eram os chamados dógmas católicos e quem discodasse seria punido pela santa inquisição. Vários trabalhos foram feitos e sufocados pela doutrina eclesiástica da época.
Heliocentrismo é uma teoria astronômica que demonstra cientificamente que o Sol é o centro do Sistema Solar. Foi o astrônomo grego Aristarco de Samos que apresentou pela primeira vez, no século III a.C, esta teoria.
Porém, foi o astrônomo Nicolau Copérnico (no século XVI) e, posteriormente, Galileu Galilei (no século XVII) que desenvolveram e deram sustentação científica para a teoria heliocêntrica. Este último astrônomo conseguiu provar a teoria graças as observações feitas com o uso do telescópio.
Na época do Renascimento Cultural e Científico (séculos XVI e XVII), a Igreja Católica ainda controlava a produção cultural e científica, e defendia a teoria do Geocentrismo (Terra como centro do Universo). Por defender o heliocentrismo, Galileu Galilei foi condenado pelo Santo Ofício. Prestes a ser queimado na fogueira da Inquisição, Galileu negou o heliocentrismo diante do tribunal, com o objetivo de se livrar da morte. Porém, continuou pesquisando e acreditando no heliocentrismo.
No mundo conteporâneo a teoria comprovada e aceita é a heliocêntrica, atualmente o homem dispõe de tecnologia avançada em seu favor e a astronomia, mas para época de Copérnico e Glileu, a teoria heliocêntrica seria como a vida extra-terrestre na atualidade, um fato estranho e talvez sem nexo e que num futuro distante será disvendado.

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leticia - 02.04.2009 - 13:01

a vida extra=terrestre ainda é um tabu, assim como a astrologia na antiguidade, e eu sinto que esta prestes a ser desvendado esse misterio

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Dia da mentira? por que?

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01/04/2009 - 08h:39

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Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.
Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.
Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.
Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.
Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.

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Arnaldo Ribeiro ou Israel - 27.01.2010 - 11:06

FUTUROS IRMÃOS EM CRISTO: Muito obrigado em nome de Deus! Assim formalizo a nossa sincera gratidão, a todos os Homens de bom senso, e à todas as Mulheres de boa fé; que conseguiram alcançar a verdade cientifica revelada na ?EXORTAÇÃO DO SABER?, e que já passaram a interagir com o Cristo Vivo, ao publicarem o chamamento que o nosso Pai Comum, tem feito aos Filhos e Filhas do amor eterno, e que já começaram a renascer espiritualmente comigo. Aqueles que buscaram as boas novas na ?Bibliogenese de Israel?, já vislumbraram a herança espiritual que a Providência Divina nos legou, e também já saberão se auto-reciclar na Lei do Senhor e se formar como Cristãos Conscientes, ao recompor a literatura bíblica para consumarmos a Profecia Sagrada, conforme já tem sido mostrado, assim: (EX.) ? O SEGUNDO LIVRO DE MOISÉS CHAMADO ÊXODO: OS DESCENDENTES DE JACÓ NO EGITO. Estas 60 letras e 5 sinais recompostos, revelam que: É O CONJUNTO DE EX-SEGRÊDOS: O LEGADO DE VIDA CÓSMICA E O DESTINO DOS HOMENS. Outro exemplo: (JR) ? JEREMIAS: A VOCAÇÃO DE JEREMIAS. São 26 letras e 3 sinais que dizem: CRIEI A AÇÃO DO SER: VEJAM E SEJAM. (JB.29.22) - RECEBEI O ESPÍRITO SANTO! (1CO.11.1) ? SEDE MEUS IMITADORES COMO TAMBÉM EU SOU DE CRISTO.

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Por que a Torre Pisa é torta? e por que ela não cai? será que vai cair?

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30/03/2009 - 18h:09

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As vezes eu me pego questionando algumas coisas, e quem não faz isso? mas há diferença em questionar e procurar explicações para os seus questionamentos. Domingo de manhã eu me peguei imaginando o porque da Torre Pisa ser torta, e por que ela não cai ?. sobrevive desde a idade média e não cai, será que ela vai cair?. Bom, então eu pesquisei e gostaria de compartilhar com meus leitores.
A Torre de Pisa, na Itália, causa espanto aos turistas que visitam o local pela inclinação acentuada. Segundo o professor Marco Antônio Hansen, da Faculdade de Geologia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), no Rio Grande do Sul, um dos principais fatores para a inclinação foi a escolha do lugar onde a torre foi construída.
"O local é instável e possui um grau de compactação extremamente baixo, onde existia antes um banhado", informou.
Hansen contou que, à medida que a obra ia avançando, os engenheiros tentaram endireitar a inclinação, construindo os andares um pouco maiores do lado mais baixo.
Mas a medida não deu certo e só prejudicou a construção, porque aumentou a instabilidade com o excesso do peso. "No princípio, as pessoas pensavam que a Torre de Pisa tinha sido concluída com a finalidade de ser realmente torta, mas a inclinação foi acontecendo gradativamente", destacou.
Para o geólogo, se não forem tomadas medidas de compensação na base, a torre corre um sério risco de desabar dentro de alguns anos.
"Para retomar o equilíbrio, seria necessário fazer um estudo geotécnico mais apurado da área para, talvez, instalar um esquema de pêndulo, acrescentando peso em sua base para contrabalançá-la junto ao terreno."
A Torre de Pisa, que se localiza na praça dos Milagres, em Pisa, na Itália, começou a ser construída em 1174 e foi projetada para abrigar o sino da catedral da cidade. A estrutura começou a inclinar quando três dos oito andares já estavam prontos. A obra foi finalizada em 1350, com 56 m de altura.
Atualmente, a inclinação da torre chega a cerca de 3,97 graus e aumenta em uma média de 20 mm por ano. Um trabalho iniciado na base da estrutura em 1990 conseguiu diminuir a inclinação em 1,3 cm.

http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI2112500-EI8401,00.html

O mundo realmente é repleto de mistérios mas nada que a ciência não tente explicar.


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FRANCISCO NASCIMENTO - 23.04.2009 - 17:20

GOSTEI MUITO DE TER LIDO ESTA PÁGINA,POIS EU TAMBÉM NÃO SABIA O MOTIVO DE INCLINAÇÃO DA REFERIDA TORRE,MAS DE AGORA EM DIANTE PODEREI DIZER AOS QUE NÃO SABEM O MOTIVO DA INCLINAÇÃO. DIGO O HÁBITO DA LEITURA TRAZ APRENDIZADO E CONHECIMENTO.

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Os pais da escrita

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30/03/2009 - 11h:55

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Os Sumérios foram o primeiro povo a habitar a região da Mesopotâmia, o atual Iraque, compreendida entre os rios Tigre e Eufrates. O motivo da sua chegada ainda é ignorado, mas provavelmente tenha sido a falta de comida e água, já que os Sumérios viviam como nômades vagando pelo Planalto do Irã e no alto dos Montes Zagros.
Além da água e comida encontradas em abundância na região, outro fator que explica a sedentarização dos Sumérios era a segurança com que viviam na Mesopotâmia, pois aquela área é cercada por algumas cadeias montanhosas ao norte e à oeste, pelo Golfo Pérsico ao sudoeste, e pelo deserto da Síria ao sul e leste. Isso os dava uma grande proteção a ataques de outros povos que viviam nas proximidades dali.
O povo responsável pelos primeiros templos e palácios monumentais, pela fundação das primeiras cidades-estado e provavelmente pela invenção da escrita (tudo no período de 3100 a 3000 a.C.) são os Sumérios. Os primeiros sinais escritos são pictográficos, de modo que podem ser lidos em qualquer idioma e não se pode inferir de que idioma eles vieram especificamente. Um pictograma para flecha, por exemplo, quer dizer flecha em qualquer idioma. Alguns séculos mais tarde, entretanto, estes sinais foram usados para representar valores fonéticos sumérios e palavras sumérias. O pictograma para uma flecha passa a ser usado para representar 'ti', a palavra suméria para flecha, e também para o som fonético 'ti' em palavras não relacionadas com flecha. Portanto, em geral supõem-se que os sumérios foram também responsáveis pelos sinais pictográficos, possivelmente com grande influência dos elamitas. Se os sumérios não são aqueles que na realidade inventaram a escrita, então no mínimo eles são responsáveis por rapidamente adotar e expandir a invenção da escrita para servir às suas necessidades de contabilidade (as primeiras tabelas são predominantemente de natureza econômica).
O nome Suméria é derivado do nome babilônico para Sul da Babilônia. Os sumérios chamavam seu país de 'ken.gi(r)' - terra civilizada - seu idioma 'eme.gir' e a si mesmos chamavam de 'sag.gi 6.ga' - de cabeças escuras. O idioma sumério não é semítico, sendo uma linguagem aglutinante, como finlandês e japonês. Ou seja, este termo designa uma tipologia de idiomas que contrasta com linguagens de inflexão, como os idiomas indo-europeus.Numa linguagem aglutinante (ou aglutinativa), as palavras do idioma são compostas por elos que se combinam entre si, em geral em seqüências bastante longas. Em idiomas de inflexão, o elemento básico (raiz) da palavra pode variar, daí ser chamado de inflexão.
Sumério não tem relação conhecida com qualquer outro idioma. Parece haver uma relação remota com os idiomas dravídicos (como o falado pelos Tamis no Sul da Índia). Há evidências de que idiomas dravídicos eram falados no Norte da Índia, tendo sido deslocados pelos invasores indo-europeus ao redor de 1500 a.C.. O termo 'de cabeça escura' pode significar que os sumérios tenham sido um ramo daqueles que moram hoje no sul da Índia.
Podemos citar como invenções Sumérias/Elamitas os selos cilíndricos. Selos cilíndricos são pequenos cilindros de pedra (entre 2 e 6 cm) esculpidos com desenhos em entalhe. O cilindro era rolado sobre tábuas de argila, envelopes, cerâmicas e tijolos, para marcar ou identificá-los. Seu uso coincide com o início do uso de tábuas escritas de argila ao final do Quarto Milênio a.C. até o final do Primeiro Milênio a.C.. Tais selos eram usados como assinatura, confirmação de recebimento, ou para marcar blocos de construção.

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Melissa - 30.03.2009 - 12:36

bacana, posteriormente os fenincios inventam o alfabeto ai fica tudo como ta hj

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Será o fim da hegemonia americana?

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27/03/2009 - 18h:00

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A crise econômica é repercução nos principais meios de comunicação, o mundo inteiro está assustado com a tal crise, o qual afeta diretamente o comércio e a indústria. Com a atual crise, o desemprego aumentou de maneira espantosa e ninguém sabe ao certo o rumo que essa história vai tomar, e por falar em história, não é a primeira vez que a humanidade se depara com uma forte crise financeira em cenário mundial em 1929 houve uma crise que devastou a economia do planeta, e assim como a crise atual foi iniciada também pela maior potência econômica do mundo os Estados Unidos.
No início do século XX, os Estados Unidos viviam o seu período de prosperidade e de pleno desenvolvimento, até que a partir de 1925, apesar de toda a euforia, a economia norte-americana começou a passa por sérias dificuldades. Podemos identificar dois motivos que acarretaram a crise:
- O aumento da produção não acompanhou o aumento dos salários. Além de a mecanização ter gerado muito desemprego.
- A recuperação dos países europeus, logo após a 1ª Guerra Mundial. Esses eram potenciais compradores dos Estados Unidos, porém reduziram isso drasticamente devido à recuperação de suas econômicas.
Diante da contínua produção, gerada pela euforia norte-americana, e a falta de consumidores, houve uma crise de superprodução. Os agricultores, para armazenar os cereais, pegavam empréstimos, e logo após, perdiam suas terras. As indústrias foram forçadas a diminuir a sua produção e demitir funcionários, agravando mais ainda a crise.
A crise naturalmente chegou ao mercado de ações. Os preços dos papéis na Bolsa de Nova York, um dos maiores centros capitalistas da época, despencaram, ocasionando o crash (quebra). Com isso, milhares de bancos, indústrias e empresas rurais foram à falência e pelo menos 12 milhões de norte-americanos perderam o emprego.
Abalados pela crise, os Estados Unidos reduziram a compra de produtos estrangeiros e suspenderam os empréstimos a outros países, ocasionando uma crise mundial. Um exemplo disso é o Brasil, que tinha os Estados Unidos como principal comprador de café. Com a crise, o preço do café despencou e houve uma superprodução, gerando milhares de desempregados no Brasil.
Para solucionar a crise, o eleito presidente Franklin Roosevelt, propôs mudar a política de intervenção americana. Se antes, o Estado não interferia na economia, deixando tudo agir conforme o mercado, agora passaria a intervir fortemente. O resultado disso foi a criação de grandes obras de infra-estrutura, salário-desemprego e assistência aos trabalhadores, concessão de empréstimos, etc. Com isso, os Estados Unidos conseguiram retomar seu crescimento econômico, de forma gradual, tentando esquecer a crise que abalou o mundo.
E agora? será que Obama terá o mesmo pulso de Roosevelt?. De fato toda população mundial direto ou indiretamente depositam sua confiança nas mãos do novo presidente americano, que ao contrário de Bush nos dá segurança de um lider equilibrado. Não se pode esquecer que a crise atual é fruto da má gestão de bush, com os crétidos desenfreados aos bancos imobiliários e a futilíssima guerra do Iraque, práticas que juntas movimentaram um valor inestimável de prejuíso, afetando diretamente o bolso do cidadão americano e indiretamente a economia mundial.
São questões como essas que nos leva a perguntar:
''Será o fim da hegemonia americana''???
Se continuar assim, com certesa será.


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Muhamed Alli a fera dos ringues

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24/03/2009 - 18h:05

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Pugilista norte-americano (17/1/1942-), primeiro boxeador a conquistar três vezes o título mundial dos pesos pesados. Cassius Marcellus Clay - adota o nome de Muhammad Ali ao se converter ao islamismo - nasce em Louisville, Kentucky.
Começa a carreira aos 12 anos e vence a União Atlética Amadora na categoria meio-pesado em 1960. Torna-se profissional e chega ao título mundial dos pesados em 1964. No mesmo ano, converte-se ao islamismo e muda de nome. Em 1967 derrota Ernie Terrel, campeão da Associação Mundial de Boxe. Ao se recusar a prestar serviço militar na Guerra do Vietnã, tem o título cassado e é proibido de lutar.
Em 1971, autorizado a voltar aos ringues, enfrenta o campeão Joe Frazier, mas perde por pontos. Vence um novo combate contra Frazier, três anos depois, e conquista o direito de enfrentar o então campeão George Foreman. No dia 30 de outubro de 1974 nocauteia Foreman no oitavo assalto e torna-se outra vez campeão.
Perde o título pela segunda vez, para Leon Spinks, em fevereiro de 1978 e o recupera sete meses depois, estabelecendo seu recorde. Em 1979 anuncia o afastamento do boxe.
Tem 56 vitórias na carreira, 37 por nocaute. Em 1984 confirma-se que sofre de encefalopatia crônica, doença típica de boxeadores. Apresenta imobilidade da face e dificuldade para caminhar e se equilibrar.

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A lenda da Caipora

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18/03/2009 - 18h:28

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Para os sertanejos, a caipora é o espírito protetor dos animais da floresta. Seu poder não se estende aos animais de penas. Limita-se aos bichos de couro e chifres: porcos, veados, cutias, pacas, tatus, tamanduás... No Norte e no Nordeste o gênio é do sexo feminino e aparece sob a forma de uma índia pequena e forte, doida por fumo e aguardente. Em outras regiões do Brasil, é um caboclo baixo e reforçado, coberto de pêlos, que surge montado num pôrco-do-mato ou caititu. No sul, o caipora é um homem peludo e agigantado.
Sua missão é, porém sempre a mesma: proteger a caça da violência dos caçadores malvados. Quem mata animais com crueldade ou persegue fêmeas com filhotes é logo castigado pela caipora. Nas sextas-feiras, mesmo com luar, é proibida a caça. Nos dias santos e domingos não se pode também caçar.
Quando os homens desrespeitam as leis da caipora, ela espanta a caça, surra os cachorros, faz um barulho infernal e persegue, furiosamente, os caçadores, que largam as armas e fogem, espavoridos. Mas os que respeitam a caipora e levam-lhe fumo e aguardente, podem caçar a vontade. Não devem porém atirar em animal com filhote, nem em bicho isolado ou no ultimo do bando.
Os caçadores que não entram em combinação com a caipora nada conseguem. Perdem o seu tempo e o seu chumbo, pois os animais que caem varados pelas balas, mesmo os mortos, se levantam, ressuscitados, ao contato do focinho do porco, no qual se acha montada a caipora. Para alguns sertanejos, a caipora é alma de índio bravo que morreu pagão.

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Marquês de Pombal

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10/03/2009 - 10h:21

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Marquês de Pombal é o nome com que ficou conhecido Sebastião José de Carvalho e Melo, político e verdadeiro dirigente de Portugal durante o reinado de José I, o Reformador.
Pombal nasceu em Lisboa no dia 13 de maio de 1699. Estudou na Universidade de Coimbra. Em 1738, foi nomeado embaixador em Londres e, cinco anos depois, embaixador em Viena, cargo que exerceu até 1748. Em 1750, o rei José nomeou-o secretário de Estado (ministro) para Assuntos Exteriores.
Quando um terremoto devastador destruiu Lisboa em 1755, Pombal organizou as forças de auxílio e planejou a reconstrução da cidade. Foi nomeado primeiro-ministro nesse mesmo ano. A partir de 1756, seu poder foi quase absoluto e realizou um programa político de acordo com os princípios do Século das Luzes ou Iluminismo. Aboliu a escravidão, reorganizou o sistema educacional, elaborou um novo código penal, introduziu novos colonos nos domínios coloniais portugueses e fundou a Companhia das Índias Orientais. Além de reorganizar o Exército e fortalecer a Marinha portuguesa, desenvolveu a agricultura, o comércio e as finanças, com base nos princípios do mercantilismo. No entanto, suas reformas suscitaram grande oposição, em particular dos jesuítas e da aristocracia.
Quando ocorreu o atentado contra a vida do rei em 1758, conseguiu implicar os jesuítas, expulsos em 1759, e os nobres; alguns destes foram torturados até morrer. Em 1770, o rei lhe concedeu o título de marquês. Depois da morte do rei José I, foi condenado por abuso de poder. Expulso da Corte, retirou-se para sua propriedade rural em Pombal, onde faleceu no dia 8 de maio de 1782.

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A revolução paulista de 1932

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05/03/2009 - 12h:56

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Quando Getúlio Vargas subiu ao poder, após o golpe de 1930, não respeitou a autonomia de São Paulo, nomeando um Interventor de fora, não conservando seu Presidente (nessa época os governadores eram denominados Presidentes).
Isso desgostou todos paulistas, sobretudo os dirigente do Partido Republicano Paulista (PRP) que não se conformavam com o fato de São Paulo estar sendo comandado por um estranho".
Foi desencadeada uma grande propaganda contra o governo federal, com os lemas:
Canhão Krupp 75 mm, semelhante aos canhões utilizados pelas forças paulistas. "São Paulo dominado por gente estranha!"; "São Paulo conquistado"; "Tudo pela
Constituição" ou "Convocação imediata da Constituinte". O Interventor João Alberto pediu demissão. Getúlio nomeou então um paulista, o diplomata Pedro de Toledo, mas era tarde, os ânimos estavam exaltados. São Paulo tinha um Interventor paulista e civil, mas a situação não se acalmou.
No dia 25 de janeiro de 1932, aniversário da cidade de São Paulo, houve um imenso comício na Praça da Sé, colorido com bandeiras de São Paulo. Partidos políticos que eram rivais estavam unidos. O descontentamento foi aumentando e o povo se revoltou. Em 22 e 23 de maio, estudantes e populares queimaram e empastelaram as redações dos jornais ditatoriais e, nesse conflito, foram mortos quatro estudantes de Direito: Miragaia, Martins, Dráusio e Camargo. O nome dos quatro serviu para no futuro designar o movimento paulista: MMDC. O primeiro a morrer foi Camargo, justamente o estudante que era casado e pai de três filhos.
A idéia de revolução tomou conta de todos, sem distinção de classe social. Ninguém podia ficar neutro: ou era a favor ou contra São Paulo! Não se admitia a neutralidade. Enfim, todos eram a favor.
São Paulo estava confiante da vitória, pois contava com o apoio dos militares de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. Mas somente Mato Grosso manteve-se leal a SP. O comandante da Revolução era o general Isidoro Dias Lopes, apoiado fortemente pelo contingente de Mato Grosso, comandado pelo general Bertoldo Klinger.
Médicos, engenheiros, químicos, estudantes, operários, padres, freiras, colégios, comerciantes, empresas, associações, indústrias, donas-de-casa, formaram a solidariedade pública. Todos acorreram em massa ao chamado da Revolução. Era a mobilização de todos os recursos humanos e materiais.
Foram realizados verdadeiros prodígios de técnica, produzindo munição de infantaria, morteiros pesados e leves, granadas de mão e de fuzil, máscaras anti-gases, lança-chamas, etc. Foram blindados trens, automóveis, e montados canhões pesados sobre vias férreas.
No dia 9 de julho de 1932, o Interventor Pedro de Toledo telegrafava ao ditador Getúlio Vargas: "Esgotados os meios que ao meu alcance estiveram para evitar o movimento que acaba de se verificar na guarnição desta Região ao qual aderiu o povo paulista, não me foi possível caminhar ao revés dos sentimentos do meu povo". Começava a Revolução Constitucionalista.

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- 05.03.2009 - 15:11

MUITO LEGAL SU BLOG

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Densidade demográfica na primeira Idade Média

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28/02/2009 - 09h:15

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A primeira idade média é marcada pela descentralização populacional, a população começa migrar para o campo, deixando os centros urbanos quase que vazios, passaram a produzir tudo o que consumiam, teoricamente tinha tudo pra dar certo, mas bastava uma má colheita para a sociedade enfrentar uma crise alimentícia, então passou a aumentar a taxa de mortalidade, além das epidemias que foram responsáveis por grande parte das baixas na primeira idade média, doenças como: malária, varíola e até a peste bubônica eram trasportadas por soldados, mercadores e viajantes, as epidemias eram comuns em zonas litorâneas, e devastaram o sul da França e outras regiões européias da época.
Durante a idade média central temos uma relativo aumento populacional, Carlos Magno começa a centralizar o poder com isso os movimentos migratórios começam a ganhar força, ao contrario do que se pensava a migração era um fator comum durante a idade média, as migrações se davam por vários motivos, migração definitiva onde o migrante se instala permanentemente, a sazonal, quando há um movimento migratório em decorrência do tempo de colheita, tinha os arroteamentos, exploração de novas terras, fundação de novas aldeias. Durante esse período foi sancionada uma lei que proibia as meninas a freqüentarem mosteiros e conventos, praticamente obrigavam-na a casar-se e constituir família para aumentar a taxa de natalidade, a viúvas eram obrigadas a se casarem outra vez, caso o contrário perderiam metade dos bens, ou seja havia um plano populacional na idade média central. Foi estagnado o problema das epidemias, e várias providencias providências que ajudaram a aumentar a densidade demográfica da época foram tomadas. Logo com a queda da dinastia carolíngia foram retomados os mesmos problemas, a densidade demográfica caí drasticamente, em períodos de má colheita a crise aumentava e com isso aumentava a fome, e passaram a sacrificar as crianças recém-nascidas, principalmente as do sexo feminino, pois seriam, teoricamente menos produtivas nas lavouras. Isso provocou uma enorme baixa populacional na idade média central.

>Daniel Cristovão<

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natalia - 11.04.2010 - 17:50

eu adorei e bem interresante

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