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Daniel Cristovão

Triste Fim do Forró

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08/06/2009 - 00h:03

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O forró é um ritmo musical típico do nordeste, isso todos sabem, o que vivo me perguntando é como chegou a um patamar tão torpe? N o início o forró retratava a vida do nordestino, seu cotidiano, suas dores e amores, eram letras consideradas umas verdadeiras poesias, como por exemplo, alusão que Luís Gonzaga faz com a flor de mandacaru de abrocha no período da chuva e paixão natural de uma de uma menina o qual já começa também abrochar o amor em seu coração, na letra ‘’Ela só quer, só pensa em namorar’’. Vários nomes contribuíram para formar essa identidade do forró com a cultura nordestina, dentre eles a Rita de Cássia, Petrúcio Amorim, Dominguinhos, Gonzaguinha e dentre outros.
O que vemos atualmente é uma perca total dessa identidade, o forró tradicional e poético a cada dia perde mais espaço para uma nova modalidade muito mais eletrônica e apelativa, com alusão total a sexualidade e quase sempre deturpando a imagem feminina. Já se criaram vários estereótipos em torno do forró contemporâneo, mulheres seminuas dançando de maneira erótica, cantores usando vocábulos de baixo calão em letras, além da apologia ao consumo de bebidas alcoólicas e a pratica do sexo demasiado.
Na semana passada li uma reportagem sobre o cantor de uma banda famosa, onde ele dizia não gostar de forró, que na verdade seu estilo musical era rock e que só cantava em uma banda de forró por se tratava de sua profissão e que não conseguiria fazer tanto sucesso contando em uma banda de rock, ou seja, se nem o próprio interprete gosta do canta como pode esperar que alguém goste?
De fato é uma situação nada confortável ver a nossa cultura sendo degradada por nós mesmos, e mesmos assim é notório o grande público adepto a essa nova modalidade, sem conteúdo lógico, de forró. Será que não é só o forró que perdeu sua identidade? Será que também estamos perdendo o bom senso? Quem tiver uma opinião, contrária ou não, pode deixar um comentário, serão aceitos todos, se não forem antagônicos as regras do portal.

Daniel Cristovão

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BARTOLOMEU HUMBERTO - 16.10.2009 - 09:39

concordo com vc,o forro,atualmrnte,esta virando uma pornografia ditada.

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O capitalista em você

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27/05/2009 - 03h:44

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O capitalismo é o combustível para economia atual, depois que as pessoas passaram a vender sua força de trabalho, não se valoriza mais o aprendizado intelectual, ou seja, preparam as pessoas para o trabalho. Desde cedo nas escolas as os alunos tendem a se habituar ao uso do uniforme, posteriormente será condicionado ao uso do mesmo num futuro profissional. A educação atual tende a preparar as pessoas para o mercado de trabalho, é absolutamente comum as crianças desde cedo já expressarem o que querem ser, profissionalmente, quando crescerem, é mais comum ainda ouvirmos as crianças exporem seus futuros profissionais de acordo com os status sociais impostos pelo capitalismo, tenho certeza, caros leitores, que a maioria das crianças que vocês conhecem querem ser jogadores de futebol ou modelos, a maioria dos adolescentes do seu ciclo social, expressam a vontade de serem médicos, advogados, engenheiros ou qualquer cargo profissional que lhes de uma condição de vida confortável, más uma coisa que está cada vez mais raro de se ver, eu diria até entrando em extinção, são os estudantes que dizem: “Eu quero ser feliz, eu quero ser sábio, eu quero entender o mundo e a vida...”
De fato já não vivemos na maiêutica grega, onde se prezava o ser humano, onde o homem estudava em busca do conhecimento, o capitalismo está sugando a essência mais doce das pessoas, a vontade de serem felizes de verdade, de serem sábias, de chegarem ao conhecimento puro e inato, a realidade atual é deprimente, quando observo os alunos do ensino médio e pré-vestibular, fico triste com a forma mecânica em que é passado o conhecimento, através de macetes e manhas os professores preparam os alunos para uma prova, uma simples prova enquanto a vida é tão longa e por mais que passem no vestibular lhes vêm o professor e lhes pedem para analisar um texto de um autor consagrado, e aí? As manhas e macetes já não poderão ajudá-los.
É isso que o capitalismo faz transforma tudo em lucro até a educação, as escolas preocupadas com o numero de aprovados no vestibular, se esquecem de preparar o ser humano para vida, para o conhecimento, as pessoas já não pensam em outra coisa se não consumo, status, fama outras tantas futilidades que não lhes são úteis para uma vida feliz. Marx já previu em sua obra uma revolta da classe oprimida contra o capital, porém observando de perto o rumo que tomou só posso diagnosticar um câncer maligno e profundo, difícil ou quase impossível de ser curado.

Daniel Cristovão

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Vida e obra de Cândido Portinari

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21/05/2009 - 09h:58

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Cândido Portinari foi um dos mais conhecidos pintores brasileiros. Nasceu em Brodosque, São Paulo no dia 29 de dezembro de 1903, e faleceu no dia 6 de fevereiro de 1962. Descendente de Italianos. Cursou a Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, de 1918 a 1928. o maior pintor brasileiro de todos os tempos; dotado de excepcional modéstia, seu valor e seguro em seu ofício. Recebeu um prémio de viagem em 1928, à França, a Espanha e à Itália. De 1936 a 1939, ensino na Universidade do Rio de Janeiro. Teve o seu quadro “O Café” premiado na mostra internacional, promovida pelo Instituto Canegu de Nova Iorque em 1935. A partir de então, sua obra passou a ser conhecida pelo mundo, tornando-se considerado um dos maiores pintores do nosso Continente. Sua fama internacional levou-o a pintar a fresco para a Biblioteca do Congresso de Washington, e os murais Guerra e Paz no Edifício da ONU. Suas pinturas que mais se destacaram: “São Francisco de Assis”, “A Primeira Missa no Brasil”, “Tiradentes” e a “Chegada de D. Jogo VI ao Brasil”. Entre os retratos que pintou, os mais famosos são: o da mãe do pintor, o de Mário de Andrade, o de Olegário Mariano. Ilustrou também Graham Greene e André Maurois, para as edições de luxo da Livraria Gallinard. Portinari gozava de merecido renome internacional, recebendo convites para exposições e encomendas de trabalhos de todo mundo. lncontestavelmente, a obra de Portinari contribuiu para fazer o Brasil mais conhecido entre as nações civilizadas.

Fonte: http://www.e-biografias.net/biografias/candido_portinari.php

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Simone - 12.04.2010 - 15:32

Morreu uma vida... Nasceu um mito.. Eterno Candinhoo...

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Andrômeda na mitologia grega

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14/05/2009 - 11h:24

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Filha de Cefeu, rei da Etiópia, e de Cassiopéia, Andrômeda foi vítima da hybris, do descomedimento da mãe, que pretendia ser mais bela que todas as nereidas, ou mais bela que a própria deusa Hera, conforme a versão.
As nereidas (ou Hera), inconformadas e enciumadas, solicitaram a Posêidon que as vingasse da afronta. O deus do mar enviou contra o reino de Cefeu o monstro marinho Ceto, que o devastava por inteiro. Consultado o Oráculo de Amon, o deus declarou que a Etiópia só se libertaria do flagelo se Andrômeda fosse agrilhoada a um rochedo à beira-mar, como vitima expiatória ao monstro, que a devoraria. Pressionado pelo povo, o rei consentiu que a filha fosse exposta, como Psique, "às núpcias da morte".
Exatamente nesse momento, o herói Perseu, retornando de sua vitoriosa missão contra a Medusa, chegou ao reino de Cefeu e se apaixonou por Andrômeda. Prometeu ao rei que a salvaria, caso este lhe desse a filha em casamento. Feito o pacto, Perseu, usando suas armas mágicas, libertou a noiva e a devolveu aos pais, aguardando as prometidas núpcias.
Cefeu e Cassiopéia colocaram, porém, dificuldades, porque a jovem já fora prometida em casamento a seu tio Fineu, irmão de Cefeu, que planejou eliminar o vencedor do monstro marinho. Descoberta a conspiração, Perseu mostrou a cabeça de Medusa a Fineu e seus cúmplices, transformando-os em estátuas de pedra.
Uma variante do mito mostra o herói em luta não contra Fineu, mas contra Agenor, irmão gêmeo de Belo. É que Agenor, instigado por Cefeu e Cassiopéia, que se haviam arrependido da promessa de dar a filha em casamento ao herói argivo, avançou cotra este com duzentos homens em armas. Após matar vários inimigos, já cansado de lutar, Perseu petrificou os demais com a cabeça da Medusa, inclusive o casal real.
Em uma interpretação evemerista, contada pelo mitógrafo Cônon, do século I a.C., Cefeu seria rei de Iope, nome antigo da Fenícia e Andrômeda era cortejada por Fênix, epônimo da Fenícia, e por Fineu. Após muitas tergiversações, o rei decidiu dá-la em casamento a Fênix, mas, não querendo desagradar ao irmão, simulou um rapto de Andrômeda. Este se consumaria numa ilhota onde a jovem costumava sacrificar a Afrodite. Mas em sua célebre nau Ceto, Fênix raptou a noiva, que ignorando tratar-se de uma encenação destinada a enganar o tio, gritou por socorro. Perseu, que por ali passava, apaixonou-se por ela, invadiu a Ceto, petrificou os marinheiros e levou consigo Andrômeda, qu se tornou rainha de Tirinto.

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Entenda a realidade em que vive os Párias ou Dálits na Índia

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06/05/2009 - 13h:01

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Eles vivem em moradias miseráveis, fora dos vilarejos, como gentes excluída e desprezada. Sofrem humilhação, zombaria, rejeição, privação, estupro, tortura e por vezes morte cruel por parte dos não-dalits. Para a sociedade, os sem castas, não tinham que ter nascido, pois eles não nasceram nem dos pés do deus brama, e até tocar neles é trazer maldição a si. A discriminação de casta é proibida pela constituição, mas a cultura e tradição do País é muito importante. Existe uma estimativa de 6.400 castas.
Somente os Dálits ,podem tocar nos mortos ,e preparar a fogueira para a cremação,quem nasce nesta casta, ali morre,e são ensinados ,desde crianças,que não servem para nada,a não ser para o que foi imposto pela sociedade.
Para os intocáveis, só é permitido usar as roupas que acham nos corpos dos mortos. Nas suas casas, comem de louças quebradas. Eles sofrem restrições sociais extremas. Não podem rezar no mesmo templo, não pode beber da mesma corrente de água, porque poderiam poluí-la. Nenhum intocável pode entrar no templo se houver a presença de alguém de uma casta superior - como os sacerdotes do templo, a casta mais elevada, nunca estão fora, os intocáveis na prática são barrados de entrar em templos ou outros lugares onde se pratica religião
Estes não podem viver nas cidades, ler os livros sagrados nem se banharem no Rio Ganges. Recebem apenas os serviços considerados impuros ou imundos, geralmente associados com os mortos (humanos ou animais) ou com excrementos. Só lhes é permitido lidar com o lixo, com o esgoto, com amontoados de cadáveres e outros empregos que lhe mantém em constante contato com aquilo que o resto da sociedade indiana considera nojento e desagradável. Mas não são apenas as suas ocupações que são consideradas como coisas nojentas e que não devem ser feitas por alguém: os próprios párias são considerados individualmente sujos, e assim não podem manter contato físico com os "limpos" nem com as partes “puras” da sociedade. Vivem isolados. Ninguém pode interferir na sua vida social, pois os intocáveis são os últimos dos últimos, considerados menos que humanos.
No "Sistema de Castas" não há compaixão, não há possibilidade de ascensão social nem melhora para o ser humano enquanto indivíduo, de espécie alguma. Não há amor ao próximo, se esse próximo pertencer a uma casta inferior ou se for um "intocável". Acredita-se piamente que os sofredores estejam naquela situação porque merecem aquilo. Além disso, crê-se que eles mesmos terão a oportunidade de conquistar melhores condições numa próxima vida, desde que cumpram bem o seu papel na vida presente. - Em outras palavras, se forem subservientes e aceitarem se submeter a todo tipo de humilhação e sofrimento infligido, sem soltar nenhum gemido. Se aceitarem ver suas filhas sendo estupradas e queimadas vivas. Se aceitarem tudo e se comportarem bem, como bons sacos de lixo que devem ser.
Mas o mais triste é que os próprios oprimidos, em sua grande maioria, também acreditam no sistema, e assim, no geral, preferem se submeter a tudo.

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naira - 05.11.2009 - 22:17

os que tem "casta" sao pessoas despresiveis,eles que sao sujos de coraçao e de alma,pelo visto em todo lugar existe discriminaçao... mas eles sao um povo muito irracional e acham que conseguiram o paraiso...

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A história do Theatro 4 de Setembro

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28/04/2009 - 10h:53

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No dia 4 de setembro de 1889, um grupo de senhoras da sociedade teresinense levou uma proposta de edificação de um teatro ao presidente da província do Piauí, Teófilo Fernandes dos Santos.
Atendendo o anseio popular, foi lançada, no dia 21 de setembro do mesmo ano, a pedra fundamental para a construção da obra. No dia 21 de abril de 1894, Manuel Raimundo da Paz, mestre responsável pela obra e que depois seria nomeado o primeiro diretor da Casa, entregava o Theatro ao governador Coriolano de Carvalho e Silva. Mas não houve espetáculo, porque não havia cenários, guarda-roupas, camarins, equipamento interno e pano de boca.
A partir desta data, toda a sociedade se mobilizou para dotar o espaço de toda na estrutura necessária ao seu pleno funcionamento. Do Rio de Janeiro veio o pano de boca e, do Pará, doze palmeiras, que foram plantadas do lado direito do teatro. Duas figuras de cachorros feitas de louça foram colocadas no alto das duas colunas do prédio. As pessoas pensavam que eram leões. Com o passar dos anos, pequenas reformas melhorariam a estrutura e conforto do Theatro 4 de Setembro.
O primeiro espetáculo apresentado foi a peça dramática “O Pai Desnaturado”, ou “Dom Jorge Aguilar”, pelo Grupo Teatral de Câmara Madureira. A data era 2 de maio de 1895.
De lá para cá, o Theatro 4 de Setembro está sendo marcado por grandes espetáculos locais e nacionais, sendo um espaço onde a cultura é pulsante.
Além da Casa, existem ainda no completo a Sala Torquato Neto, a Galeria de Artes e o Espaço Cultural Osório Júnior, onde todas as quartas-feiras acontece o projeto Boca da Noite, promovido pelo Governo do Estado, através da Fundação Cultural do Piauí (Fundac).

Fonte: http://www.piaui.pi.gov.br/materia.php?id=8984

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jeline - 19.10.2009 - 20:42

gostei da abordagem relativament eprofunda que deu ao tema,sugerio apenas que cite o pequeno ainda existente por não se ter certeza de qual é a data que de fato deva ser comemorado: o dia que a pedra fundamnetal foi colocada ou a data de inauguração?sucesso para você!gostei da reportagem.

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O código de Hamurabi, pioneiro na legislação humana

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27/04/2009 - 13h:38

Por volta de 1900 a.C., os amoritas conseguiram subjugar os acádios e sumérios, dando origem a um novo Estado na região mesopotâmica. A chamada civilização babilônica contou com uma estrutura política centralizada que controlou, durante um longo período, vários dos povos que ocupavam boa parte da Mesopotâmia. Entre os reis que se firmaram em tal época, destacamos as ações de Hamurábi, monarca que reinou durante o século XVIII a.C..
Entre os principais feitos deste imperador, destacamos a criação do chamado Código de Hamurábi, um conjunto de leis escritas composto por cerca de 280 artigos. Cunhado em uma enorme pedra escura e registrada com uso dos caracteres da escrita cuneiforme, essas normas jurídicas tiveram grande importância na organização do Estado babilônico. Para formular esta lei, Hamurábi se baseou no princípio de uma lei mais antiga, conhecida como “Lei Talião”.
Basicamente, essa antiga lei que inspirou a criação do código era orientada pelo seguinte princípio: “olho por olho, e dente por dente”. Em um primeiro momento, podemos chegar à conclusão de que o código escrito por Hamurábi seria caracterizado por um princípio de equidade. No entanto, as punições e direitos criados por essa lei também levavam em consideração a posição social dos que estavam envolvidos em cada um das situações descritas pelo texto.
De tal forma, a punição de um crime ocorrido entre escravos não seria a mesma quando um escravo realizasse algo contra o seu senhor. Em termos históricos, o Código de Hamurábi representou uma transformação nos costumes e tradições arraigadas entre os povos mesopotâmicos. Antes de sua concepção, a maioria dos povos que habitavam esta região organizava suas leis por meio da tradição oral instituída por seus antepassados. Com a lei escrita, as imprecisões e divergências eram amenizadas.
Para que fosse possível estabelecer essa mesma lei ao longo de toda extensão do império babilônico, diversas reproduções do Código de Hamurábi foram espalhadas pelo seu território. Além de promover certo tipo de ordenação governamental, a distribuição do Código também reforçou a autoridade imperial. Não por acaso, uma representação de Hamurábi pode ser vista no topo de uma dos monólitos onde se encontra o código registrado.

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Leticia - 27.04.2009 - 15:38

Bom tudo começo com o código de hamurabi, mas o que foi importante mesmo para as civilizaçoes conteporanes foi o corpus juris civilis de justiniano. gosto muito do que vc escreve vc é bom no que faz, e gostaria de ler algo do tipo, codigos de leis greco-romanos. faço direito na uespi e curto bastante historia juridica

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O romantismo popular na voz de Waldick Soriano

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23/04/2009 - 09h:39

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A música brasileira dispõe de um enorme arsenal de gêneros, um dos mais populares é o brega romântico, o qual seduz uma legião de apreciadores no país inteiro. Um dos principais nomes do gênero é o cantor Waldick Soriano que com sucessos como Perfume de Gardênia, Paixão de um homen e a Dama de vermelho fez fama e conquistou fãs ao longo de sua carreira.
Waldick Soriano nasceu em Caetité, sertão da Bahia, em 13 de maio de 1933. Trabalhou como lavrador na infância e como peão na juventude, além de motorista de caminhão e garimpeiro.
O jeito de se vestir como Durango Kid foi adquirido por influência do cinema de faroeste. Em 1958, foi se aventurar em São Paulo para tentar mudar de vida. Sonhava em ser cantor ou ator de cinema, enquanto o sonho não se realizava, trabalhou como faxineiro, pedreiro e engraxate.
Na gravadora Chanteder, assinou, em 1960, o seu primeiro contrato como cantor e compositor lançando o disco em 78 rpm “Quem és tu” e “Só Você”. Na década de 70, alcançou grande êxito com a canção “Eu não sou cachorro, não” do LP “Ele também precisa de carinho”, de 1972.
Tornou-se referência de cantor pop-brega, tocando em rádios populares e em programas de auditório como os de Chacrinha e Silvio Santos. Nos anos 90, mudou-se para Fortaleza, Ceará, após ser regravado pelo cantor ultra-brega Falcão, na versão em inglês “I m not dog no”.
Foi tema do documentário “Waldick, Sempre no Meu Coração”, dirigido por Patrícia Pillar. Faleceu no dia 4 de setembro de 2008, aos 75 anos, no Instituto Nacional do Câncer (Inca), no bairro de Vila Isabel, Rio de Janeiro, após lutar por longo tempo contra o câncer de próstata.

Perfume de Gardênia

Perfume de gardênia
Tem em tua boca
Eu vivo embrigado
Na luz do teu olhar

Teu riso é uma rima
De amor e poesia
Macios teus cabelos
Qual ondas sobre o mar

Teu corpo é uma cópia
De Vênus e provocas
Inveja nas mulheres
Quando te vêem passar

Até mesmo entre as flores
Tu és mais bela
Por isso tua beleza
Não, não tem igual

Perfume de gardênia
Tem em tua boca
Perfume de gardênia
Perfume de amor


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raimundo - 24.04.2009 - 12:37

cade o bartô??

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A verdade sobre guerra de Tróia, como ninguém nunca viu

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15/04/2009 - 23h:44

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A guerra de tróia é um fato muito cômico, eu não estou me referindo ao filme com Brad Pit e Cia. A ferida é mais profunda do que parece e ninguém enxerga ou não quer enxergar, o que aconteceu foi um episódio que é, e sempre será atualíssimo, eu estou falando de chifre, isso mesmo caro leitor de chifre e dos mais profundos da história.
Tudo começou quando o príncipe Heitor de Tróia e seu irmão Paris foram fazer uma visita diplomática à Esparta, ao chegarem deparam-se com a mais bela mulher de toda a Grécia, Helena, linda, atlética, loira, sexy e profundamente sedutora, Paris um jovem ainda na puberdade ao ver tamanha formosura parece enlouquecer e não se contem, até ai tudo bem, se não fosse pelo simples fato de Helena ser a esposa do rei de Esparta Menelau, o pior de tudo que helena, mulher fogosa , também sente uma enorme atração por Paris, uma atração tão forte que Homero na sua obra chamou de amor. Na viagem de volta á Tróia Paris esconde Helena no barco e a leva embora, Heitor fica furioso com Paris mas concorda com a pulada de cerca e leva Helena até Tróia, então, caro leitor, o circo começa a pegar fogo.
Menelau poderia ter se conformado, poderia ter procurado outro corno e formado mais uma dupla sertaneja, talvez fosse mais feliz e quem sabe venderia muitos discos na Grécia e faria shows no Egito e Mesopotâmia, mas não, não, ele se invocou e ao invés de ter encarado tudo numa boa ele promove uma enorme guerra. Galera, naquele tempo era como hoje, também tinham os futriqueiros que adoravam uma confusão, Aquiles era um dos que não tinha nada haver com a história e foi fazer defesa do chifre do amigo junto a Ulisses, e Agamenon, o ultimo era irmão de Menelau, que não estava nem ai para a dor do irmão queria aproveitar a situação para tomar o poder de Tróia para si.
Pois bem, a guerra inicia, de um lado a Grécia defendendo a Honra de Menelau, do outro Tróia ostentando a virilidade de Paris, o Ricardão, Aquiles foi o destaque da guerra matando inúmeros troianos, e ainda faturou uma troiana, Pricess prima de Heitor e Paris, já Menelau que fez a bagunça toda morreu em luta com Heitor, que mata também Pátroco, primo e amante de Aquiles , isso mesmo amante, naquela época era comum, assim como hoje, ou não? Eles eram mais modernos do que você pensava, não é? Aquiles mata Heitor e o arrasta em sua carroça.
Menelau morreu fez tudo isso e morreu, volto a repetir, ele poderia ter ficado numa boa, mas ainda bem que não ficou, ou eu não estaria fazendo nada agora.
A guerra estava quase se decidindo com a vitória de Tróia, mas Ulisses, outro corno incubado, que deixa a mulher sozinha em Micena para passar dez anos na guerra, teve uma idéia brilhante (depois conto a história do chifre de Ulisses retratado, com eufemismo na Odisséia)., ele idealiza um cavalo gigante e oco que comporte os guerreiros gregos e oferta de presente a Tróia. Quando o cavalo estava dentro da cidade, ao anoitecer os guerreiros saem do interior do cavalo de madeira, abrem os portões da cidade, para que os outros entrem e massacram a população troiana, Paris consegue fugir Com Helena, por uma passagem secreta, depois de ter matado Aquiles com uma flechada no calcanhar. Paris e Helena ficam juntos, e Menelau, como ficou Menelau? Morreu lutando pelo amor de Helena, mas não condenem Menelau ele não teve culpa, pois naquela época não existia Waldick, Bartô e nem Amado Batista para o convencerem a não fazer tamanha besteira.

Daniel Cristovão

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rafael - 20.04.2010 - 04:20

juca chaves está certo "EU SOU CHIFRUDO MAS SOU FELIZ"! quantos cornos por aí se matando e com tantas mulheres sobrando!

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07/04/2009 - 10h:10

Em dias de chuva o melhor é esperar o sol, e se ele não vem a saída é se molhar, arriscar ficou pra poucos por isso os que vencem são uma pequena minoria. Que venha chuva, tempestade ou até mesmo erupção vulcânica, esteja preparado para esperar o inesperado esteja tranquilo...

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Taty Guimarães - 15.04.2009 - 10:04

Arriscar é pra todos. Pois todos os dias nos arriscamos na vida, ao sair pra trabalhar e deixar os filhos em casa, sairmos em busca de pão e água, todo dia, todo dia, faça chuva ou faça sol é o mais difícil pra mim, molhando, suando, caindo e levantando... Mas a chuva abençoa um dia de luta.

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