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Daniel Cristovão

O Messias brasileiro se chama Educação

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02/07/2009 - 13h:45

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A educação pode ser a solução para mudar a realidade social em que o país se encontra, de fato é visível que os países com maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) são exatamente os países que desenvolveram uma política voltada ao desenvolvimento educacional. Um país cresce quando a população evolui, nós temos uma das maiores taxas de analfabetismo do mundo além da desqualificação profissional que é visível nos pequenos e grandes centros urbanos. O Brasil atualmente possui a oitava maior economia do mundo, porém nunca foi considerado um país desenvolvido, devido a alta taxa de mortalidade a violência exacerbada, o qual se agrava a cada dia, em decorrência da falta de oportunidades que o país apresenta, todavia o Governo Federal promove várias medidas para suprir essas carências, através dos programas sociais, de fato é um belo trabalho e temos que admitir que a intenção é ótima, a solução não pode vir apenas das boas intenções, deve-se implantar um sistema educacional de qualidade, voltado ao aprendizado e não a aquisição de um certificado de conclusão, deve-se preparar desde já as crianças, ainda na escola para a vida profissional, com escolas técnicas estaduais e municipais, qualificando os jovens profissionais nas áreas mais carentes em que o país necessita, investindo na educação o país emprega mais e com mais qualidade e certamente diminuirá os gastos com a segurança pública, uma vez que com a possibilidade de mais oportunidades desonera a violência e o país cresce, e aumenta a qualidade de vida da população.

Daniel Cristovao

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Kédna Vieira - 02.07.2009 - 14:26

Amigo!! Vc está mandando muito bem!!Eu sempre acreditei em vc...é isso aí! Se nossos governantes pensassem como vc, nosso Brasil teria outra expectativa.

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Quem não gosta de política, sempre será governado por quem gosta

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25/06/2009 - 22h:34

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Historicamente a grande massa das populações que fizeram e fazem a sociedade brasileira, tem uma notória aversão à política, desde o suposto descobrimento do Brasil o povo se acomodou a aceitar a dominação, confiando em tudo e todos que sugerem um estado melhor, um país do futuro desde século XIV até os tempos contemporâneos. O povo brasileiro passou por vários governos, sobreviveram ao império, às repúblicas da espada e café com leite, foram humilhados no regime militar, com muita pressão da mídia conseguiram as diretas já, acreditam que a voz do povo derrubou um presidente, com o movimento dos caras pintadas, quando na verdade apenas foram figurantes em um filme onde o ator principal, parlamento, derruba o bandido, que não agia de acordo com os interesses políticos da grande maioria dos influentes. Como numa epopéia onde o grande herói com a ajuda do povo derrota o dragão de sete cabeças, nos iludiram com pseudo-sensação que estávamos contribuindo para a melhoria de um país afundado em fome, desemprego e corrupção, com a economia defasada em uma balança comercial totalmente desfavorável. De fato o povo brasileiro jamais conseguiu andar com as próprias pernas, jamais conseguimos eleger representantes dignos do nosso voto de confiança, eu não me refiro a presidente, governador ou prefeito; me refiro ao parlamento, reelegemos os mesmos que participam de escândalos de corrupção e paraísos fiscais porque simplesmente nunca nos se salientamos a banda podre da política, e ainda reclamamos da corrupção e do descaso demasiado, ora! Quem elegeu o corrupto? VOCÊ E EU. Sabe por quê? Porque não sabemos escolher, gastamos toda nossa energia com carnaval e futebol, e contribuímos para uma política oligárquica em pleno século XXI. Temos o poder nas mãos, mas fazemos dele um livro nas mãos de um analfabeto, o problema é que isso não é de agora desde o suposto descobrimento do Brasil, já começamos sendo explorados e nos acomodamos, salvo o pensamento de alguns revolucionários que não obtiveram sucesso, a grande massa do nosso povo se habituou ao sadomasoquismo do poder dominante, nunca se policiam do poder que tem nas mãos, o poder de mudança, porém o azar de quem não gosta de política é ser governado por quem gosta.


Daniel Cristovão
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Leonilson Almeida - 04.04.2010 - 10:11

leonilsonalmeida@gmail.com Quem-nao-gosta-de-politica-sempre-sera-governado-por-quem-gosta Esse tal analfabetismo politico não é obra do acaso. Afirmo que é algo sistematicamente produzido a serviço dos parasitas do poder politico que detém o poder económico. A pobreza e a ignorância é algo necessário para o progresso de uma minoria que detêm o poder politico e económico. "Ordem e progresso " esse é o lema de nossa bandeira, mas quem ganha salário mínimo não tem progresso tem apenas pobreza e vida dura. A maioria dos pobres não são mazoquitas que vota em politico ladrão. No ano eleitoral e no dia a dia os meios de comunicação de massa produzem um prato cheio de atrações para anestesiar a dor e o sofrimento do povo. O povo de vida sofrida são seduzidos pela midia que induz a fuga da dura realidade em busca de um mundo ideal. Assim o cidadão entra em um ciclo vicioso e passa a beber a agua da ignorância oferecida por quem detêm o poder económico e manipuladores dos pores do nosso ESTADO DE DIREITO!

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Você é a favor da pena de morte!

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22/06/2009 - 13h:59

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O brasileiro a muito tempo é a favor da pena de morte, ela está oficializada na mente de cada um. Se fizerem um plebiscito com o tema, possivelmente o ‘’Não à Pena de norte’’ sairia vencedor, mas digo e repito, a maioria dos brasileiros são a favor da mesma. Se acontecer um homicídio próximo de nós a primeira pergunta que fazemos é se vítima era bandido, se a resposta for afirmativa a maioria terá a mesma reação, irão dizer: ‘’Menos um. Bandido bom é bandido morto’’, se a vítima é um cidadão, logo pensamos em justiça e muitas vezes dizemos que deveriam matar esse tipo de gente ou que morte seria pouco, então me remeto a uma reflexão que a pena de morte, na cabeça do brasileiro, já está oficializada há muito tempo. Tenho certeza que Você está lendo e refletindo, principalmente porque certamente você já se pegou com pensamentos de juízes da vida, más não se preocupe, pois essa linha de pensamento é absolutamente natural para um país que viveu uma intensa ditadura militar, na ditadura a opressão a quem cometia qualquer tipo de crime, ou que tivesse qualquer posicionamento contra o regime, muitas vezes, era levada a morte, não de maneira formal e com direito a júri, mas bem da maneira do militarismo da época, e carregamos esses resquícios que foram passados através de nossos clãs, então construímos uma mentalidade social em torno da figura do bandido como um ser deplorável e asqueroso que deve ser esmagado como uma barata ou exterminando como um rato que traz sujeira e doença ao nosso lar.

Daniel Cistovão

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Pedro Henrique - 26.06.2009 - 02:45

Lendo sua postagem, concordo com suas palavras e sua reflexão. Mas levando para uma concepção religiosa, acredito que quem deve tirar vidas seja deus. Mas, ao mesmo tempo, indago-me se é deus que tira a vida, porque eles tiram a vida de um cidadão? Agora levando para uma concepção racional, não seria justo também tirá-los a vida? Ou seja é uma questão de muita complexidade, pelo menos pra mim, ou seja, fico entre a racíonalidade e a religiosidade.

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A eterna busca de uma Sociedade Igualitária

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20/06/2009 - 16h:42

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É indubitável que o homem precise se revoltar contra algo, assim como a natureza da árvore é dar frutos e da cobra é picar o homem precisa mudar sempre seu cotidiano. Se algo não agrada, é preciso fazer imediatamente uma revolução, quer armada, quer ideológica. Os homens sentem necessidade melhorar seu meio, mesmo que para isso tenha que eliminar seres da própria espécie. Dentre as revoluções humanas podemos destacar a Francesa, liderada por Robespierre, as conquistas gregas no mundo antigo, o império alexandrino oriundo da Macedônia e até mesmo o imperialismo americano, contemporâneo, que destrói físico e culturalmente os povos adjacentes. Dentro da história constatamos que o homem sempre promoveu guerras por interesses próprios, poder; sede de conquistas, por quê?
Fico observando as várias religiões do mundo, pregando a paz e a harmonia dentre os homens, e não é difícil observar que os seguidores de um mundo melhor e sem guerra são a grande maioria dentre a humanidade, e por que nunca conseguimos de fato viver em paz? Por que nunca conseguimos um mundo sem preconceito racial, social ou etnológico? Simplesmente porque nunca paramos para observar que viemos e iremos para o mesmo lugar, sem distinção de cor, religião ou classe social. A morte é a ‘’coisa’’ mais democrática do mundo, do presidente ao mendigo, do playboy ao assalariado, sempre estaremos sujeitos ao maior consórcio do mundo, o óbito.
Então por que guerra? Por que degradação do meio? Por que desamor para com o próximo? Bob Marley já dizia: ‘’Enquanto a cor da pele dos homens for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra’’. Infelizmente é raro alguém seguir uma linha de raciocínio se quer parecida com essa. São os evangélicos e católicos pregando a disparidade, dentro do mesmo cristianismo , negros e brancos em pé de guerra para resolverem qual a cor do verdadeiro homem, nações promovendo as guerras pela supremacia capitalistas. De fato sem hierarquia não há organização, todavia sem respeito às diferenças nunca haverá uma sociedade perfeita. Quem sou eu para querer mudar a epistemologia humana construída durante milhares de anos? Ninguém, Porém, faço da ideologia filosófica de Betinho, Lenon, Luter King e outros loucos, que tiveram oportunidade de serem ouvidos e lidos, a minha filosofia de mudança. Talvez eu seja um lunático cheio de devaneios pitorescos, mas escrevo para outros lunáticos, sonhadores, que, estão almejando um mundo melhor, e se você segue essa linha de raciocínio e nunca conseguiu mudar nada, continue assim, com certeza você não mudará o mundo, mas também, não permitirá que o mundo mude você.


Daniel Cristovão

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karina Jhulian - 22.06.2009 - 12:58

Se o pensamento de todos no mundo fossem igual o seu concerteza o mundo seria bem diferente do que é hoje, adimito que também penso assim só não tenho palavras suficiente para exapressar! Gostei muito do que li e essa ultima frase me fez lembrar de uma historia que provavelmente vc conheça:"Certa vez a floresta estava pegando fogo e enquanto todos os bichinho fulginham um unico passarinho ia no riacho e de gota em gota tentava apagar as chamas, ele não iria conseguir apagar sozinho mais se cada um fizesse sua parte a floresta estaria salva"!

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Orgulhe-se, afinal você é nordestino

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16/06/2009 - 23h:12

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O nordestino sempre é deturpado em cenário nacional, fico perplexo com tamanha falta de sensatez por parte dos que se dizem: ‘’os civilizados, elite comercial do país’’, país este desenvolvido a partir do nordeste, afinal a primeira capital brasileira foi Salvador, a principal atividade econômica do país girou cana de açúcar com ênfase em Pernambuco, derivada da imigração holandesa através de Maurício do Nassau, enquanto o sudeste com seus homens miseráveis, famintos, dignos de misericórdia, mendigos propriamente dito caçavam índios para se quer ter alguém para trabalhar em suas reles lavouras de subsistência e sua pecuária defasada por conta da estiagem, através do bandeirantismo do nosso saudoso assassino Domingos Jorge velho ‘’paulista’’. Pois bem caro leitor, no século XVIII foi descoberto ouro em Minas gerais, fluxo migratório foi intenso, principalmente do nordeste, a capital do país foi transferida para o rio de janeiro, e por que não Minas? Porque o estado de Minas Gerais não Tinha mar para escoar o ouro para Europa, então eu fico me perguntando: A supremacia ‘’intelectual’’ do sudeste, os grandes ‘’construtores’’ do Brasil mandaram todo nosso ouro para a Inglaterra, e enquanto a aristocracia inglesa se esbaldava em luxo, à custa das riquezas brasileiras, nossos queridos homens do sudeste tentavam fazer a inconfidência Mineira, movimento emancipacionista que visava a independência do país, porém a inconfidência nem se quer saiu do papel e o Tiradentes foi enforcado. ‘’Enquanto em Pernambuco tivemos conflitos sangrentos para a verdadeira independência do país, Piauí e maranhão protagonizaram uma revolta intensa contra a opressão colonial num conflito conhecido como ‘A Revolta da Chibata’, porém o feriado de 21 de abril é em nome de Jose da Silva Xavier, mais conhecido como Tiradentes, por mera ‘’coincidência’’ era mineiro. É notório o preconceito para com os nordestinos, os verdadeiros edificadores do Brasil, os homens que ergueram São Paulo, tanto é que a empresa mais influente dentro do estado é as Casas Bahia. Recordo-me quando uma escola piauiense ficou em primeiro lugar no Exame Nacional do Ensino Médio ( ENEM) e uma jornalista paulista, cujo a identidade irei preservar por ética, citou uma infeliz colocação: ‘’È extremamente impossível uma escola do agreste ficar em primeiro lugar na educação do Brasil’’, porém caro leitor veríamos um claro exemplo da supremacia intelectual paulistana, se não fosse pelo simples fato do Piauí não fazer parte do agreste, então se os doutores do sudeste se quem tem noção de Geografia do Brasil, tampouco de história, como querem de fato monopolizar a intelectualidade do país?

Daniel Cristovão

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VALTER CARLOS - 03.07.2009 - 21:09

O Meio Norte tem um Talentoso jovem que pensa, escreve, e divulga e muitas pessoas nem imaginam quanta capacidade em Talentos q estão isolados.Parabéns por dar esta oportunidade, estou gostando buscarei de hoje em diante ler mais a criatividade deste Talentoso. Valter

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Origem do dia dos namorados

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12/06/2009 - 12h:32

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Existem diferentes versões sobre a origem do dia dos namorados.
É bem provável que a festa dos namorados tenha sua origem em um festejo romano: a Lupercália. Em Roma, lobos vagavam próximos às casas e um dos deuses do povo romano, Lupercus, era invocado para manter os lobos distantes. Por essa razão, era oferecido um festival em honra a Lupercus, no dia 15 de fevereiro. Nesse festival, era costume colocar os nomes das meninas romanas escritos em pedaços de papel, que eram colocados em frascos. Cada rapaz escolhia o seu papel e a menina escolhida deveria ser sua namorada naquele ano todo.
O dia da festa se transformou no dia dos namorados, nos EUA e na Europa, o Valentine’s Day, 14 de fevereiro, em homenagem ao Padre Valentine. Em 270 a.C., o bispo romano Valentino desafiou o imperador Claudius II que proibia que se realizasse o matrimônio e continuou a promover casamentos. Para Claudius, um novo marido significava um soldado a menos. Preso, enquanto esperava sua execução, o bispo Valentine se apaixonou pela filha cega de seu carcereiro, Asterius. E, com um milagre, recuperou sua visão. Para se despedir, Valentine escreveu uma carta de amor para ela. Foi assim que surgiu a expressão em inglês "From your Valentine". Mesmo tido como santo pelo suposto milagre, ele foi executado em 14 de fevereiro.
O feriado romântico ou o dia dos namorados judaico: desde tempos bíblicos, o 15º dia do mês hebreu de Av tem sido celebrado como o Feriado do Amor e do Afeto. Em Israel, tornou-se o feriado das flores, porque neste dia é costume dar flores de presente a quem se ama. Previamente, era permitido às pessoas só se casar com pessoas da sua própria tribo. De certo modo, era um pouco semelhante ao velho sistema de castas na Índia. O 15 de Av se tornou o Feriado de Amor, um feriado judeu reconhecido durante os dias do Segundo Templo. Em tempos bíblicos, o Feriado do Amor era celebrado com tochas e fogueiras. Hoje em dia, em Israel, é costume enviar flores a quem se ama ou para os parentes mais íntimos. A significação e a importância do feriado aumentaram em anos recentes. Canções românticas são tocadas no rádio e festas 'Feriado do Amor' são celebrados à noite, em todo o país. (Jane Bichmacher de Glasman, autora do livro "À Luz da Menorá").
No Brasil, a gênese da data é menos romântica. Alguns a atribuem a uma promoção pioneira da loja Clipper, realizada em São Paulo em 1948. Outros dizem que o Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, que criou um slogan de apelo comercial que dizia "não é só com beijos que se prova o amor". A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro ao Valentine's Day - o Dia dos Namorados realizado nos Estados Unidos. É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data escolhida porque representa uma época em que o comércio de presentes não fica tão intenso. A idéia funcionou tão bem para os comerciantes, que desde aquela época, o Brasil inteiro comemora anualmente a data. Outra versão reverencia a véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

Adaptação: Lilian Russo
(Fontes: Revista Época, edição 160/2001; IBGE Teen e Revista Eletrônica Rio Total)

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Triste Fim do Forró

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08/06/2009 - 00h:03

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O forró é um ritmo musical típico do nordeste, isso todos sabem, o que vivo me perguntando é como chegou a um patamar tão torpe? N o início o forró retratava a vida do nordestino, seu cotidiano, suas dores e amores, eram letras consideradas umas verdadeiras poesias, como por exemplo, alusão que Luís Gonzaga faz com a flor de mandacaru de abrocha no período da chuva e paixão natural de uma de uma menina o qual já começa também abrochar o amor em seu coração, na letra ‘’Ela só quer, só pensa em namorar’’. Vários nomes contribuíram para formar essa identidade do forró com a cultura nordestina, dentre eles a Rita de Cássia, Petrúcio Amorim, Dominguinhos, Gonzaguinha e dentre outros.
O que vemos atualmente é uma perca total dessa identidade, o forró tradicional e poético a cada dia perde mais espaço para uma nova modalidade muito mais eletrônica e apelativa, com alusão total a sexualidade e quase sempre deturpando a imagem feminina. Já se criaram vários estereótipos em torno do forró contemporâneo, mulheres seminuas dançando de maneira erótica, cantores usando vocábulos de baixo calão em letras, além da apologia ao consumo de bebidas alcoólicas e a pratica do sexo demasiado.
Na semana passada li uma reportagem sobre o cantor de uma banda famosa, onde ele dizia não gostar de forró, que na verdade seu estilo musical era rock e que só cantava em uma banda de forró por se tratava de sua profissão e que não conseguiria fazer tanto sucesso contando em uma banda de rock, ou seja, se nem o próprio interprete gosta do canta como pode esperar que alguém goste?
De fato é uma situação nada confortável ver a nossa cultura sendo degradada por nós mesmos, e mesmos assim é notório o grande público adepto a essa nova modalidade, sem conteúdo lógico, de forró. Será que não é só o forró que perdeu sua identidade? Será que também estamos perdendo o bom senso? Quem tiver uma opinião, contrária ou não, pode deixar um comentário, serão aceitos todos, se não forem antagônicos as regras do portal.

Daniel Cristovão

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BARTOLOMEU HUMBERTO - 16.10.2009 - 09:39

concordo com vc,o forro,atualmrnte,esta virando uma pornografia ditada.

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O capitalista em você

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27/05/2009 - 03h:44

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O capitalismo é o combustível para economia atual, depois que as pessoas passaram a vender sua força de trabalho, não se valoriza mais o aprendizado intelectual, ou seja, preparam as pessoas para o trabalho. Desde cedo nas escolas as os alunos tendem a se habituar ao uso do uniforme, posteriormente será condicionado ao uso do mesmo num futuro profissional. A educação atual tende a preparar as pessoas para o mercado de trabalho, é absolutamente comum as crianças desde cedo já expressarem o que querem ser, profissionalmente, quando crescerem, é mais comum ainda ouvirmos as crianças exporem seus futuros profissionais de acordo com os status sociais impostos pelo capitalismo, tenho certeza, caros leitores, que a maioria das crianças que vocês conhecem querem ser jogadores de futebol ou modelos, a maioria dos adolescentes do seu ciclo social, expressam a vontade de serem médicos, advogados, engenheiros ou qualquer cargo profissional que lhes de uma condição de vida confortável, más uma coisa que está cada vez mais raro de se ver, eu diria até entrando em extinção, são os estudantes que dizem: “Eu quero ser feliz, eu quero ser sábio, eu quero entender o mundo e a vida...”
De fato já não vivemos na maiêutica grega, onde se prezava o ser humano, onde o homem estudava em busca do conhecimento, o capitalismo está sugando a essência mais doce das pessoas, a vontade de serem felizes de verdade, de serem sábias, de chegarem ao conhecimento puro e inato, a realidade atual é deprimente, quando observo os alunos do ensino médio e pré-vestibular, fico triste com a forma mecânica em que é passado o conhecimento, através de macetes e manhas os professores preparam os alunos para uma prova, uma simples prova enquanto a vida é tão longa e por mais que passem no vestibular lhes vêm o professor e lhes pedem para analisar um texto de um autor consagrado, e aí? As manhas e macetes já não poderão ajudá-los.
É isso que o capitalismo faz transforma tudo em lucro até a educação, as escolas preocupadas com o numero de aprovados no vestibular, se esquecem de preparar o ser humano para vida, para o conhecimento, as pessoas já não pensam em outra coisa se não consumo, status, fama outras tantas futilidades que não lhes são úteis para uma vida feliz. Marx já previu em sua obra uma revolta da classe oprimida contra o capital, porém observando de perto o rumo que tomou só posso diagnosticar um câncer maligno e profundo, difícil ou quase impossível de ser curado.

Daniel Cristovão

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Vida e obra de Cândido Portinari

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21/05/2009 - 09h:58

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Cândido Portinari foi um dos mais conhecidos pintores brasileiros. Nasceu em Brodosque, São Paulo no dia 29 de dezembro de 1903, e faleceu no dia 6 de fevereiro de 1962. Descendente de Italianos. Cursou a Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, de 1918 a 1928. o maior pintor brasileiro de todos os tempos; dotado de excepcional modéstia, seu valor e seguro em seu ofício. Recebeu um prémio de viagem em 1928, à França, a Espanha e à Itália. De 1936 a 1939, ensino na Universidade do Rio de Janeiro. Teve o seu quadro “O Café” premiado na mostra internacional, promovida pelo Instituto Canegu de Nova Iorque em 1935. A partir de então, sua obra passou a ser conhecida pelo mundo, tornando-se considerado um dos maiores pintores do nosso Continente. Sua fama internacional levou-o a pintar a fresco para a Biblioteca do Congresso de Washington, e os murais Guerra e Paz no Edifício da ONU. Suas pinturas que mais se destacaram: “São Francisco de Assis”, “A Primeira Missa no Brasil”, “Tiradentes” e a “Chegada de D. Jogo VI ao Brasil”. Entre os retratos que pintou, os mais famosos são: o da mãe do pintor, o de Mário de Andrade, o de Olegário Mariano. Ilustrou também Graham Greene e André Maurois, para as edições de luxo da Livraria Gallinard. Portinari gozava de merecido renome internacional, recebendo convites para exposições e encomendas de trabalhos de todo mundo. lncontestavelmente, a obra de Portinari contribuiu para fazer o Brasil mais conhecido entre as nações civilizadas.

Fonte: http://www.e-biografias.net/biografias/candido_portinari.php

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Simone - 12.04.2010 - 15:32

Morreu uma vida... Nasceu um mito.. Eterno Candinhoo...

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Andrômeda na mitologia grega

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14/05/2009 - 11h:24

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Filha de Cefeu, rei da Etiópia, e de Cassiopéia, Andrômeda foi vítima da hybris, do descomedimento da mãe, que pretendia ser mais bela que todas as nereidas, ou mais bela que a própria deusa Hera, conforme a versão.
As nereidas (ou Hera), inconformadas e enciumadas, solicitaram a Posêidon que as vingasse da afronta. O deus do mar enviou contra o reino de Cefeu o monstro marinho Ceto, que o devastava por inteiro. Consultado o Oráculo de Amon, o deus declarou que a Etiópia só se libertaria do flagelo se Andrômeda fosse agrilhoada a um rochedo à beira-mar, como vitima expiatória ao monstro, que a devoraria. Pressionado pelo povo, o rei consentiu que a filha fosse exposta, como Psique, "às núpcias da morte".
Exatamente nesse momento, o herói Perseu, retornando de sua vitoriosa missão contra a Medusa, chegou ao reino de Cefeu e se apaixonou por Andrômeda. Prometeu ao rei que a salvaria, caso este lhe desse a filha em casamento. Feito o pacto, Perseu, usando suas armas mágicas, libertou a noiva e a devolveu aos pais, aguardando as prometidas núpcias.
Cefeu e Cassiopéia colocaram, porém, dificuldades, porque a jovem já fora prometida em casamento a seu tio Fineu, irmão de Cefeu, que planejou eliminar o vencedor do monstro marinho. Descoberta a conspiração, Perseu mostrou a cabeça de Medusa a Fineu e seus cúmplices, transformando-os em estátuas de pedra.
Uma variante do mito mostra o herói em luta não contra Fineu, mas contra Agenor, irmão gêmeo de Belo. É que Agenor, instigado por Cefeu e Cassiopéia, que se haviam arrependido da promessa de dar a filha em casamento ao herói argivo, avançou cotra este com duzentos homens em armas. Após matar vários inimigos, já cansado de lutar, Perseu petrificou os demais com a cabeça da Medusa, inclusive o casal real.
Em uma interpretação evemerista, contada pelo mitógrafo Cônon, do século I a.C., Cefeu seria rei de Iope, nome antigo da Fenícia e Andrômeda era cortejada por Fênix, epônimo da Fenícia, e por Fineu. Após muitas tergiversações, o rei decidiu dá-la em casamento a Fênix, mas, não querendo desagradar ao irmão, simulou um rapto de Andrômeda. Este se consumaria numa ilhota onde a jovem costumava sacrificar a Afrodite. Mas em sua célebre nau Ceto, Fênix raptou a noiva, que ignorando tratar-se de uma encenação destinada a enganar o tio, gritou por socorro. Perseu, que por ali passava, apaixonou-se por ela, invadiu a Ceto, petrificou os marinheiros e levou consigo Andrômeda, qu se tornou rainha de Tirinto.

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