A empresária Marlúcia Costa, uma das lojistas mais conhecidas de Teresina, foi assaltada na noite de ontem, dia 12, quando entrou em seu carro que estava estacionado na Avenida Fortaleza, zona Leste de Teresina, por volta das 20h. Nesta quinta-feira, ela prestou queixa à polícia e se disse traumatizada.
"Eu estacionei meu carro, que é até do meu filho, próximo ao edifício Excalibur e em frente à casa do Benício Sampaio (ex-secretário estadual de Saúde e ex-senador). Quando voltei, a porta estava aberta, mas achei que tivesse esquecido. Aí entrei no automóvel e um homem agarrou meu braço. Ele levou minha bolsa com tudo dentro e disse 'agora vaza'", relatou a empresária após sair da delegacia.
Ela acrescentou que na bolsa havia cartões de crédito, documentos, dinheiro e celular com uma agenda. "Meu filho, depois dos 40 anos a gente esquece os telefones. Aquela agenda é muito importante pra mim", explicou, reclamando da falta de segurança nas ruas e avenidas de Teresina.
Marlúcia Costa tem viagem programada para a próxima semana. Ela passou a manhã desta quinta-feira cancelando cartões, inclusive o que está no nome da loja. "Estou chocada. O pior é que pus fumê 100% para evitar assaltos, mas ele terminou facilitando a ação do bandido, que ficou em esperando dentro do carro sem que ninguém visse", comentou.
Ela ficou tão nervosa que não reparou se o homem estava armado e como ele fugiu. Ao sair do automóvel, a empresária começou a gritar. "Gritei tanto que chamou a atenção das pessoas na área e até no Posto 6 me ouviram. Um senhor veio em meu socorro", contou, ainda traumatizada.
"Já viajei pelo mundo inteiro e nunca tive medo de assaltos, mas agora fiquei realmente traumatizada", finalizou, a caminho da agência da Caixa do Riverside para contornar o problema dos cartões.
A casa de Raimunda Maria Barbosa, de 56 anos, pegou fogo e foi totalmente destruída pelas chamas na noite desta quarta-feira, na Rua Carteiro Pintassilgo, no bairro Mafrense, zona Norte da capital.
As chamas se propagaram rapidamente e ameaçaram atingir outros imóveis da rua, fato que assustou os moradores e levou centenas de pessoas para o meio da pista. O Corpo de Bombeiros foi chamado e conseguiu controlar o incêndio, mas já era tarde: o imóvel foi totalmente destruído, não restando nenhum móvel.
A suposta causa do incêndio foi vazamento de gás de cozinha. Pela manhã, Raimunda Barobsa comprou um botijão de gás de 13 quilos e a instalação teria sido malfeita. Ninguém se feriu.
A dona do imóvel, seu filho e um neto vão ficar hospedados temporariamente na casa de uma vizinha. Eles não têm para onde ir e pretendem pedir ajuda à Prefeitura de Teresina e à Sasc (Secretaria Estadual de Assistência Social) na manhã de quinta-feira.
A família e os vizinhos também apelam à solidariedade da população. Eles precisam de roupas e quaisquer utensílios domésticos, além de alimentos.
O ponto de referência para localizar a casa destruída é o Clube de Jovens do Mafrense.
A atuação da multinacional Bunge no Cerrado do Piauí virou motivo de polêmica internacional com o lançamento do livro “Green, Inc” (Verde S.A.), da jornalista americana Christine MacDonald, há cerca de um mês. As denúncias contidas na publicação alcançaram o mundo e hoje repercutem nos principais veículos de comunicação, inclusive no Brasil, onde a revista Época dedicou três páginas ao assunto.
MacDonald foi repórter dos jornais Boston Globe, Los Angeles Times e Chicaco Tribune, além de ter trabalho por quatro meses na ONG ambientalista Conservação Internacional. Ao deixar a entidade após uma reestruturação com corte de custos, ela resolveu pesquisar sobre a corrupção que envolve ONGs, grandes empresas e governos. O resultado é uma obra que contém informações exclusivas e relatos comprometedores.
Especificamente sobre o Piauí, a jornalista fala de uma maquiagem verde que envolveria a Conservação Internacional e a Bunge na região do Cerrado. Para a autora, a companhia financia o plantio de soja em áreas desmatadas do sul do Estado e queima floresta nativa para secar os grãos. A ONG e a multinacional são parceiras desde 2006, quando fecharam acordo de US$ 1 milhão para que a empresa adote práticas agrícolas sustentáveis.
Em entrevista à jornalista Juliana Arini, da revista Época que está nas bancas, a escritora e jornalista disse que a “Conservação Internacional usa dos mesmos argumentos da empresa, afirmando que queimar madeira é a melhor alternativa, porque transportar combustível em caminhões ou fazer um gasoduto liberaria mais gás carbônico”. O termo usado para esse tipo de estratégia é greenwashing, ou lavagem verde.
ONG e multinacional se defendem A ONG ambientalista Conservação Internacional contesta as denúncias do livro da jornalista americana Christine MacDonald. A entidade afirma que a parceria traz resultados positivos e que o dinheiro da Bunge serviu para regularizar 180 hectares de áreas florestais nas terras dos sojicultores.
Segundo a ONG, há mais 1 milhão de hectares em análise. As propriedades têm, a partir de agora, áreas verdes obrigatórias e protegidas do desmatamento. A direção da Conservação Internacional argumenta que a parceria permite chegar aos “atores locais”, que são os fazendeiros com atuação no Cerrado do Piauí.
O diretor de Jornalismo da TV Clube, Amorim Neto, foi assaltado dentro do Piauí Fest Music, na madrugada desta sexta-feira, conforme boletim de ocorrência registrado na delegacia do 5º Distrito Policial, no bairro São João, zona Leste da capital.
Levaram documentos e dinheiro da carteira do jornalista, que assumiu em 2007 o comando do jornalismo da emissora afiliada da TV Globo no Piauí. Ele veio transferido de Alagoas.
No 5º DP, a movimentação foi intensa durante toda a madrugada. O escrivão trabalhou a noite inteira registrando boletins de ocorrência. Entre os casos mais graves está o de um rapaz, que pediu para não ter o nome divulgado (o boletim está disponível à imprensa), que foi roubado com arma de fogo na frente do palco onde se apresentava a banda baiana Chiclete com Banana, também na madrugada.
O assaltante armado de revólver levou sua máquina digital, telefone celular e carteira com documentos e dinheiro. Em outro caso, a vítima percebeu o furto e reagiu. "Nesse momento, os demais membros da gangue, todos de abadá, cercaram o rapaz e espancaram ele muito mesmo", relatou ao jornalista o escrivão do 5º DP, Júnior Machado.
A vítima compareceu à delegacia muito machucado.
No momento em que este jornalista estava no 5º DP, entre 11h e meio-dia desta sexta-feira, três casos de furto foram registrados na delegacia. "Ficamos a noite inteira trabalhando", disse outro escrivão.
Há expectativa que o número de furtos e roubos aumente nesta sexta-feira, último dia do evento, porque ninguém foi preso e levado à delegacia. "Teve ainda muitos casos de gente assaltada quando voltava para seus carros na Avenida Raul Lopes", contaram os policiais. O Piauí Fest Music ocorreu ao lado do Teresina Shopping.
A chuva que caiu sobre a capital piauiense na noite de quinta-feira e madrugada de sexta também prejudicou o evento. Formaram-se imensas poças de água e lama ao longo da extensão do evento e alguns jovens caíram nas poças ao tentar dançar.
O reflexo da chuva inesperada foi imediato no preço dos ingressos vendidos no próprio local da festa. A entrada para a área sem abadá, que antes custava R$ 35, foi vendida a R$ 10,00. Mesmo assim, não havia grande público.
Na parte com abadás, o públicio foi maior, mas abaixo do esperado pela organização e divulgado amplamente na mídia.
Após o show da banda Chiclete com Banana, boa parte dos foliões deixou o lugar, sobretudo devido à performance do Araketu, sem o carismático vocalista Tatau. Alguns hits da banda sequer foram compreendidos pelos foliões.
O diretor de Jornalismo da TV Clube, Amorim Neto, foi assaltado dentro do Piauí Fest Music, na madrugada desta sexta-feira, conforme boletim de ocorrência registrado na delegacia do 5º Distrito Policial, no bairro São João, zona Leste da capital.
Levaram documentos e dinheiro da carteira do jornalista, que assumiu em 2007 o comando do jornalismo da emissora afiliada da TV Globo no Piauí. Ele veio transferido de Alagoas.
No 5º DP, a movimentação foi intensa durante toda a madrugada. O escrivão trabalhou a noite inteira registrando boletins de ocorrência. Entre os casos mais graves está o de um rapaz, que pediu para não ter o nome divulgado (o boletim está disponível à imprensa), que foi roubado com arma de fogo na frente do palco onde se apresentava a banda baiana Chiclete com Banana, também na madrugada.
O assaltante armado de revólver levou sua máquina digital, telefone celular e carteira com documentos e dinheiro. Em outro caso, a vítima percebeu o furto e reagiu. "Nesse momento, os demais membros da gangue, todos de abadá, cercaram o rapaz e espancaram ele muito mesmo", relatou ao jornalista o escrivão do 5º DP, Júnior Machado.
A vítima compareceu à delegacia muito machucado.
No momento em que este jornalista estava no 5º DP, entre 11h e meio-dia desta sexta-feira, três casos de furto foram registrados na delegacia. "Ficamos a noite inteira trabalhando", disse outro escrivão.
Há expectativa que o número de furtos e roubos aumente nesta sexta-feira, último dia do evento, porque ninguém foi preso e levado à delegacia. "Teve ainda muitos casos de gente assaltada quando voltava para seus carros na Avenida Raul Lopes", contaram os policiais. O Piauí Fest Music ocorreu ao lado do Teresina Shopping.
A chuva que caiu sobre a capital piauiense na noite de quinta-feira e madrugada de sexta também prejudicou o evento. Formaram-se imensas poças de água e lama ao longo da extensão do evento e alguns jovens caíram nas poças ao tentar dançar.
O reflexo da chuva inesperada foi imediato no preço dos ingressos vendidos no próprio local da festa. A entrada para a área sem abadá, que antes custava R$ 35, foi vendida a R$ 10,00. Mesmo assim, não havia grande público.
Na parte com abadás, o públicio foi maior, mas abaixo do esperado pela organização e divulgado amplamente na mídia.
Após o show da banda Chiclete com Banana, boa parte dos foliões deixou o lugar, sobretudo devido à performance do Araketu, sem o carismático vocalista Tatau. Alguns hits da banda sequer foram compreendidos pelos foliões.
A Câmara Municipal de Teresina, após a apuração de 58% dos votos na capital, já exibe um novo desenho para 2009. Dos atuais 21 vereadores, pelo menos sete não devem ter assento na nova sede, na Avenida Marechal Castelo Branco.
A bancada do PT, por exemplo, deve ter renovação total. O vereador do PCdoB, João Cláudio Moreno, não concorreu e, portanto, será substituído por um novo nome.
O PSDB do prefeito Sílvio Mendes também mudará alguns de seus representantes, entre dois e três.
O PMDB é outra sigla que terá novidade no legislativo municipal, com votação expressiva do médico Luiz Lobão. Ele é uma das surpresas da eleição.
O pastor Paulo Roberto desponta como outra surpresa.
A renovação, dessa forma, ficaria na faixa dos 33%, podendo chegar a 40.