DESCOBERTO POSTO DE COMBUSTÍVEL QUE FORNECIA VENDIA GASOLINA A MENOS DO QUE O CONSUMIDOR PAGAVA
Durante inspeção feita desde o dia 4 de janeiro, os fiscais do Imepi (Instituto de Metrologia do Estado do Piauí) descobriram um posto de combustível na zona Norte de Teresina que estava vendendo gasolina a menos do que o consumidor pagava. A descoberta foi feita em exames e medidas realizadas na semana passado e nesta-feira os fiscais do Imepi notificaram o posto de combustível para que fizesse a correção na medida da bomba de gasolina.
O coordenador de Fiscalização do Imepi, José de Ribamar Lima, disse que o posto de combustível foi notificado ontem e tem cinco dias para corrigir a medida.
Pelo exame do Imepi, o que deveria ser 20 litros só estavam sendo liberados pela bomba de gasolina 19 litros.
“Caso o posto de combustível não regularize as medidas, o posto de combustível será multado e interditado”, afirmou o coordenador de Fiscalização do Imepi.
O Imepi iniciou uma série de operações para fiscalizar se os preservativos que estão sendo vendidos no mercado piauiense são certificados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia), como determina a lei como obrigatório, e material escolar. A operação começa hoje e vai terminar antes do Carnaval. A operação começa hoje e termina no dia 12 de fevereiro porque as vendas ocorrem mais durante o Carnaval, que começa no dia 14 e termina no dia 16.
A chefe do Setor dos Premedidos da Imepi, Mayra Suely, fez, com fiscais do instituto, a coleta de material escolar no comércio de Teresina para fazer exame pericial e checar se a quantidade dos produtos está de acordo com o que informa os fabricantes em suas embalagens.
Mayra Suely afirmou que foram coletados giz escolar, lápis de cor, massa de modelar, cola, papel sulfite, lápis preto, canetas, borrachas, apontadores, clips e palitos para trabalhos escolares.
Mayra Suely disse que após a coleta do material escolar, no período de 25 a 29 de janeiro, os produtos serão examinados na próxima semana. O Imepi está na fase da notificação dos fabricantes e distribuidores para que acompanhem o exame pericial.
“Vamos chegar a quantidade que o fabricante informa na embalagem. Se a embalagem de giz informa que existem 260 unidades vamos checar se realmente existem as 260 unidades”, declarou Mayra Suely.
Segundo ela, caso o produto tenha menos unidade do que o consumidor compra e paga, o fabricante é notificado e multado. A multa varia de um a 60 salários mínimos.
José de Ribamar Lima afirmou que a Operação Carnaval será realizada até o dia 12 de fevereiro.
Ele disse que não serão feitos exames de qualidades dos preservativos, mas se estão certificados pelo Inmetro. “Sem a certificação do Inmetro, os preservativos colocam em risco a população porque é o Inmetro quem faz os testes de conformidade antes de dar sua certificação”, falou.