DCE da UFPI assinou passagem a R$ 2,10
Cássio de Sousa Borges (Foto Reprodução)
O presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes) da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), Cássio de Sousa Borges, que está liderando as manifestações contra o reajuste e a integração dos ônibus urbanos de Teresina, assinou o Relatório da Auditoria Técnica, Operacional, Econômica e Financeira nas Empresas Operadoras do Sistema de Transporte Público Coletivo Urbano do Município de Teresina, que concluiu que a tarifa apresentada na planilha de maio de 2011 apresentou o valor de R$ 2,10.
Segundo o relatório que Cássio Borges assinou com os outros integrantes da Auditoria Técnica, a tarifa de R$ 2,10 é resultado de ajustes realizados nos seguintes itens: valores de pneu e recapagem, salário de pessoal e manuten- ção, estratificação por tipo e valor de lubrificante, revisão do número de passageiros e quilometragem mensal, remuneração da diretoria e coeficiente de rodagem (recapagem e vida útil do pneu).
A superintendente da Strans (Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito), Alzenir Porto, afirmou que o documento mostra que etapas foram vencidas. Segundo ela, a Preefeitura de Teresina passou por todo um questionamento da planilha de custos quando foi estabelecido o valor de R$ 2,10 em setembro no ano passado. Valor que já deveria ter sido concedido em maio.
“Nunca um prefeito deu aumento tão baixo como Elmano Férrer. Os pleitos anteriores, podemos ver, eram todos mais altos”, declarou Alzeni Porto. Ela informou que quando o valor de R$ 1,90 não foi aceito foi formada uma comissão porque os manifestates exigiram uma auditoria na planilha, argumentando que teria de ser aberta a caixa preta, quem segundo eles, existia.
Alzeni Porto diz que a planilha foi auditada inicialmente por sete auditores e depois por 17 auditores, entre eles Cássio Borges, o diretor do DCE da Universidade Federal do Piauí. Porto disse que a representante do Fó- rum Estadual pelo transporte Público, Verônica Paraguassu, não assinou, mas participou de todas as reuniões e da auditoria.
“Foi uma posição cômoda. No último dia, após participar de todas as etapas afirmou que não iria participaria participar mais, mas tinha participado”, declarou Alzeni Porto.
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