Veja cinco teorias que você aprendeu com o pornô mas que não parecem com a realidade

Tudo visto nos filmes é ficção, confira as dicas e não se deixe enganar

Que o pornô é um bom companheiro, ninguém pode negar. Afinal, depois de um dia estressante e na ausência de uma boa companhia, nada como chegar em casa e aliviar a tensão assistindo a ele depois daquele banho quente. Barato, rápido, fácil, indolor e sem contraindicações. Porém, é importante ter em mente que nem tudo o que se vê num filme pornô é replicável para a realidade.

Por mais que você se divirta assistindo, nunca se esqueça de que, tudo aquilo é ficção: a moça que geme loucamente está sendo paga para simular o prazer. Por isso, trouxemos cinco lições que você não deveria ter aprendido com o pornô – e se aprendeu, meu amigo, trate de desaprender hoje mesmo.

1. Qualidade não é quantidade

Essa é uma regrinha que vale para tudo na vida, e não haveria de ser diferente quando o assunto é o bom e velho sexo. Ao contrário do que acontece nos filmes pornôs, ficar uma hora e meia naquele entra-e-sai mecânico é desagradável – jamais ache que está arrasando só por causa disso. Sexo britadeira é chato, muito chato, e dói. Então, em vez de colocar a máquina no mode on até gozar, preocupe-se com o prazer da sua parceira – mãos e línguas estão aí para fazer o mundo todo mais feliz.

2. Sexo oral é troca com troco

Se o homem realmente quiser dar prazer à mulher, o sexo oral é parada obrigatória. Bem sabemos que, em filme pornô, as atrizes são pagas para ficarem loucas de tesão com cinco lambidelas preguiçosas e apressadas. Mas a vida real não é bem assim, e a sua parceira não está na cama por outro motivo que não seja ter prazer e proporcionar-lhe prazer na mesma proporção. Sexo oral na mulher é uma arte.

3. Não é porque ela geme desvairadamente que está louca de prazer

Gemer em excesso é o principal artifício que as mulheres usam para fingirem que estão sentindo prazer – e as atrizes pornôs são especialistas nisso. Duvida? Então faça um teste. Peça para a sua parceira se masturbar na sua frente – a masturbação é a forma mais rápida de se chegar ao orgasmo – e ouça o som do prazer. Geralmente, ele é muito mais silencioso do que você imagina. Mais fricção e menos ficção, por favor.

4. Na cara? Só se ela pedir

Assim como você não precisa ler um conto de fadas para saber que ele terminará com um “felizes para sempre”, você também não precisa assistir a um pornô para prever que tudo vai acabar em gozada na cara. Há mulheres que gostam – e muito –, mas elas não são maioria. Por isso, apenas goze na cara se ela pedir. Caso contrário, há grandes chances de você surpreendê-la negativamente, cegando-a ou detonando a chapinha que ela fez pra sair com você.

5. Sexo anal: aprecie com moderação

Talvez o maior desserviço que o mundo pornô presta à humanidade é o de difundir que, para o sexo valer a pena, tem que rolar um anal selvagem. Como já falamos diversas vezes, mulher é forno a lenha. Se para uma penetração vaginal acontecer com o mínimo conforto ela já precisa estar consideravelmente excitada, quando se fala em sexo anal, convém multiplicar essa excitação por 20. E há outros pontos de atenção quando o assunto é sexo anal: 1) a possibilidade de algum excreta indesejado sair de lá durante o ato e 2) a necessidade gritante de trocar a camisinha a cada vez que se reveza entre penetração vaginal e anal.

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Fonte: Casal sem vergonha