Após casamento em trio, esposas vivem juntas e dão à luz em intervalo de um mês

Eles alegaram que tiveram que aprender a superar seus próprios sentimentos de ciúmes, e hoje vivem felizes apesar de qualquer preconceito.

Um casal diferente teve dois motivos para comemorar. As duas mulheres da relação deram à luz em um intervalo de pouco mais de um mês.

Melinda Phoenix, Dani e Jonathan Stein se tornaram pais de duas crianças entre setembro e outubro do último ano. As mulheres, que vivem juntas do mesmo marido, mantém uma relação saudável em trio.

Os três são uma família que cultua o chamado Poliamor. Eles vivem em Oakland, na Califórnia, EUA.

A família, agora composta dos dois novos membros, divide o mesmo lar e os pais compartilham todas as tarefas da maternidade. Melinda e Dani, inclusive, amamentam os bebês umas das outras.

A história dos três começou quando Dani conheceu Melinda. A primeira já havia tido relacionamentos bissexuais. As duas logo perceberam que iriam passar a vida juntas.

Elas trocaram os votos de casamento em uma cerimônia ocorrida na praia em 26 de junho de 2010, na frente dos amigos e familiares. Mas, um ano depois, Melinda confessou à companheira que não queria ter apenas uma mulher, mas buscava um homem para o relacionamento.

Poliamor

Dani comentou que ficou assustada com a “novidade”, mas, após algumas conversas, percebeu que poderia haver vantagens em um relacionamento desse tipo. “A parte mais difícil foi encontrar um homem que pudesse me fazer apaixonar”, contou Dani.

Alguns meses depois, porém, elas conheceram Jonathan. Elas ficaram inicialmente temerosas em se aproximar do pretendido.

“Quando conheci as meninas havia saído de um relacionamento longo com uma namorada da adolescência”, comentou o homem. “Sabia que elas eram casadas, e não percebi que estavam interessadas em mim. Mas um dia elas escreveram uma carta e revelaram. Para ser honesto, eu não sabia o que fazer”, confessou.

O trio decidiu, então, realizar uma viagem de uma semana. Foi então que Jonathan percebeu que era capaz de amar as duas da mesma forma.

Eles alegaram que tiveram que aprender a superar seus próprios sentimentos de ciúmes, e hoje vivem felizes apesar de qualquer preconceito.










Fonte: Gadoo