Médicos retiram caracol que vivia no joelho de um garoto de 7 anos

Paul simplesmente disse que achou muito “legal”.

Rachel Franklin, de Orange County, na Califórnia, EUA, notou que o joelho de seu filho de sete anos, Paul, havia aumentado de tamanho, ganhando aspecto inchado.

Após levá-lo ao médico, ele disse que o crescimento era por conta de uma infecção, prescrevendo antibióticos para tratá-la. Mas, quando o inchaço aumentou e deixou uma coloração preta, começou a soltar pus, então sua mãe desafiou as ordens médicas e resolveu espremer.

No entanto, depois de conseguir retirar parte do inchaço, ela ficou horrorizada ao notar um estranho objeto preto no interior da ferida, que inicialmente acreditou ser um pedaço de rocha. Rachel, que contou a história no programa Monster Inside Me, do Discovery Channel, encontrou um caracol vivendo no joelho de seu filho.

Enquanto muitos ficariam indignados e preocupados por ter um molusco vivendo dentro de seu corpo, Paul simplesmente disse que achou muito “legal”. O caracol estava crescendo no tecido superior do joelho do garoto, criando pus e tecido de aparência preta, como um sinal do sistema imunológico que detectou um invasor.

O programa reconstrói o momento, que acontece em 2013, quando o caracol foi descoberto. O animal era da espécie Littorina scutulata, um tipo de caracol do mar que pode sobreviver em várias temperaturas e águas, segundo o biólogo Dan Riskin. “Ele ainda pode viver fora da água por várias semanas, dentro de sua concha. Ele vive nas mais severas zonas de águas baixas e pode sobreviver por semanas em uma ampla variedade de temperaturas e níveis de sal. O tecido subcutâneo do corpo humano imita as duras condições em que caracóis do mar normalmente sobrevivem”, disse ele.

O pai de Paul, Ken, acredita que o pequeno molusco entrou na perna de seu filho depois que ele caiu sobre um ninho de ovos de caracol, na praia de Spooner Cove, na Califórnia. Paul, que descreve todo o incidente como "louco", até mesmo apelidou o caracol que foi encontrado em seu joelho, chamando-o de ‘Turbo’.


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Fonte: Com informações do Jornal Ciência