Saiba quais são os personagens infantis ícones do público LGBT

Seja pelas atitudes, aparências, alguns não passavam despercebidos.

O universo infantil é repleto de novidades, muitos personagens são vistos de diferentes maneiras e olhares seja pelas crianças ou pelos adultos. Analisando as atitudes, as aparências, alguns especialistas separaram os personagens que acabaram se tornando símbolo LGBT mesmo os seus criadores sendo contra esse posto.

-Power Ranger Rosa, Kimberly

De todos os seus parceiros lutadores, a que mais cativava o público sem sombra de dúvidas era a Kimberly Hart. Ela era a personagem que todos os garotos que gostavam de garotas e as garotas que gostavam de garotas queriam namorar e sonhavam como par ideal, sem contar, vários meninos gays sonhavam em ser ‘a rosa’. Estilosa e apaixonada pelo galã, Kimberly era o sonho de todos.

Power Ranger Rosa, Kimberly (Crédito: Reprodução)
Power Ranger Rosa, Kimberly (Crédito: Reprodução)


- Fred Jones (Scooby-Doo!)

Era só começar a passar o desenho que os homossexuais que estavam na frente da TV já se identificam com Fred Jones. Loiro, sarado, sempre bem vestido e com uma característica que indicava todas as suspeitas:  sempre ignorava as investidas de Daphne e nunca reparava na ruiva. A sexualidade do personagem sempre vai ser uma dúvida.

Fred Jones (Scooby-Doo!) (Crédito: Reprodução)
Fred Jones (Scooby-Doo!) (Crédito: Reprodução)


- Jem e Hologramas

Jem surgiu bem antes da pop star polêmica Miley Cyrus e causava estranheza com sua identidade secreta. Numa época em que viver no armário era o que se esperava de gays e lésbicas, os esforços de Jerrica para conseguir lidar com sua vida dupla acabaram reverberando no imaginário de vários pequenos telespectadores. Sem falar que a montação de Jem é tudo.

Jem e Hologramas (Crédito: Reprodução)
Jem e Hologramas (Crédito: Reprodução)


- A pequena sereia

A pequena Sereia não ficou conhecida apenas pelo seu musical incrível e sua alegria de viver. A pequena Ariel se tornou um ícone por possuir características semelhantes ao desse público. Sua vontade de fazer parte de um mundo diferente do qual ela pertence, vontade de querer ser mais livre, uma paixão impossível, ser decidida e acabar contrariando a família e sem contar que o autor do longa animado era gay.

Ariel e A pequena sereia (Crédito: Reprodução)
Ariel e A pequena sereia (Crédito: Reprodução)


- He-Man

É quase impossível falar sobre esse assunto e não citar He-Man. Ele possui um corpão que todos gostariam de ter com um bronzeado de dar inveja a qualquer um, adorava andar de sunga e harness. Não fosse o bastante, sem He-Man jamais teríamos a série de sua irmã, She-Ra, outra onde à imaginação viada de gayzinhos e sapinhas de todas as idades.

He-Man (Crédito: Reprodução)
He-Man (Crédito: Reprodução)


- As meninas superpoderosas

Só o início do desenho já comprova o poder dessas três meninas para o mundo gay: elas foram criadas em um laboratório pelo professor Utônio que conseguiu ter as meninas sem ajuda de nenhuma mulher. Florzinho e Lindinha eram mais meigas, representavam as meninas e o gays. Já Docinho era mais brava e se comportava como um menino. As três porém, não abaixavam a cabeça para ninguém.

As meninas superpoderosas (Crédito: Reprodução)
As meninas superpoderosas (Crédito: Reprodução)


-  Tinky Winky, dos Teletubbies

De todos os personagens dessa lista, provavelmente nenhum causou tanta polêmica quanto Tinky Winky, o Teletubby roxo. Enquanto as crianças assistiam, encantadas, esses bichinhos fofos e esquisitos repetirem a mesma palavra sem parar, os adultos surtavam. Em 1999 o televangelista norte-americano Jerry Falwell condenou a série por estar usando Tinky Winky para ensinar a homossexualidade para os pequenos: o personagem era roxo (uma das cores da bandeira do arco-íris), tinha um triângulo invertido na cabeça (um dos símbolos dos gays) e carregava uma bolsinha (coisa “de menina”).

Tinky Winky, dos Teletubbies (Crédito: Reprodução)
Tinky Winky, dos Teletubbies (Crédito: Reprodução)


Fonte: Com informações do UOL