Programa "Incrível", com Alcide Filho, faz aventuras ao sopro dos ventos a partir das 23h

Programa "Incrível", com Alcide Filho, faz aventuras ao sopro dos ventos a partir das 23h

Apresentado por Alcide Filho conduz o telespectador a um passeio pela trilha dos ventos.

Da Serra da Ibiapaba ao Delta do rio Parnaíba. Esse é o roteiro que será mostrado hoje, a partir das 23h, no programa Incrível, exibido pela Rede Meio Norte, com reprise neste domingo, às 15h. Apresentado pelo ecoaventureiro Alcide Filho, o telespectador vai conferir muitas aventuras no sopro dos ventos.

Na Serra da Ibiapaba, no Ceará, Anderson Galdino mostra as emoções do voo de parapente. No Delta do rio Parnaíba, entre o Piauí e o Maranhão, Pedro Gaspar acompanha as emoções e curiosidades das manobras radicais no Delta KiteTrip. Incrível.

O programa vai mostrar o território das alturas do sertão. Na região da Serra da Ibiapaba, entre o Norte do Piauí e o Sul do Ceará, a altitude vai de 700 a mais de 900 metros no ponto mais alto, em Guaraciaba do Norte. A temperatura é aconchegante e oscila entre 19ºC e 30ºC.

Na Serra da Ibiapaba está uma das mais festejadas plataformas de voo livre do Nordeste. Candidatos a sair do chão estão todos antecipadamente comprometidos com rigorosos preparativos de segurança e planejamento.

A natureza convida a decolar. O programa vai mostrar voos incríveis de parapente e paraglider. Como esporte, o parapente surgiu nos anos 80, a partir do paraquedismo. No Brasil, essa modalidade chegou primeiro a São Paulo e Rio de Janeiro a partir de 1988.

Segundo Alcide, o modo mais simples de voar com Parapente é o voo lift. ?Este tipo de voo é o mais comum, mais fácil e praticado no mundo todo. O voo de lift aproveita o desvio para cima que o vento faz ao passar por uma montanha e utiliza a corrente de ar resultante para permanecer voando sem perder altura. É muito suave e agradável?, diz.

Para longas distâncias, Alcide informa que o voo é chamado Cross Coutry ou XC. Começa subindo ao máximo com a ajuda de correntes térmicas, movidas por ar mais quente, como fazem os condores e urubus.

Depois é partir para uma direção escolhida, procurando voar o mais longe possível. ?Existem outras modalidades de voo, incluindo os acrobáticos. Mas isso é para profissionais mais experientes. Para os que desejam um simples mergulho nas nuvens, planar, flutuar ao sopro do vento, o simples voar já é mais que o bastante?, relata.

Fonte: Isabel Cardoso