"Meu marido não é fugitivo", diz Clara sobre suposta acusação de fraude

Na manhã desta quarta-feira, 9, a ex-BBB, Clara teve mais uma surpresa pós-reality



Desde que saiu do "BBB 14" com o terceiro lugar, Clara Aguilar vive um turbilhão. São fãs cobrando um status de relacionamento com Vanessa Mesquita, a companheira de confinamento - e de Paparazzo picante! -, um posicionamento em relação ao marido e todas as coisas que não soube durante sua estada no programa.

Na manhã desta quarta-feira, 9, a ex-BBB, Clara teve mais uma surpresa pós-reality. De acordo com reportagem publicada pelo jornal "Extra", Fabian Aguilar seria Fabien T., procurado na França, acusado de fraude. "Prefiro não me pronunciar sobre este fato específico porque nem consegui ler nada hoje. Acordei cedo para gravar um programa e não tomei pé do assunto. Só soube que as notas eram de 2010, época em que não estávamos juntos", diz Clara, que, no entanto, defende o companheiro: "Confio no meu marido, estive com ele várias vezes na França depois disso e posso afirmar com toda certeza que ele não é fugitivo".

De acordo com o "Extra" Fabian seria o mesmo Fabien T. retratado em uma publicação do site "La Ruche", de 23 de janeiro deste ano, na qual se relata que um Fabien, dono de uma empresa chamada Werks Optronics, de componentes elétricos para fabricação de produtos com tecnologia LED, teria aplicado um golpe e desviado cerca de R$ 1,8 milhões fraudando empresas da China, Taiwan, Bélgica e França, apenas um ano após sua abertura, em 2010, e estaria escondido no Brasil.

Segundo a mãe de Clara, Rosângela Condutta, não se pode afirmar que Fabian é o mesmo Fabien T. que aparece na publicação, e ainda em sites comerciais como presidente da empresa. "Existem muitos Fabien Teissier na França. Pesquisei e achei vários. Nunca soube de nada disso. O Fabian não tem vergonha do sobrenome dele. Meu neto é registrado com o sobrenome Teissier, ele só usava o da Clara porque para ele no Brasil, era mais conveniente", explica ela, que também conta que o genro é projetista e compra matéria prima chinesa para a produção de equipamentos elétricos.

Fonte: EGO