Professora é acusada de enviar mensagens eróticas a aluna

Americana de 40 anos também deu acessório sexual à estudante, diz polícia

Uma professora de uma escola em Norristown, no estado americano da Pensilvânia, é acusada de manter contatos inapropriados com uma de suas alunas, enviando mensagens com conteúdo erótico e de ter dado à estudante um acessório sexual, segundo o jornal local ?The Mercury?.

Cheryl. B. Bremble, de 40 anos, apareceu no tribunal na última sexta e responderá às acusações de pôr em perigo o bem estar de uma criança, corrupção de menor, ato obsceno, contato ilegal com menor e assédio entre outubro de 2010 e maio de 2011, período em que foi professora da estudante.

Bremble permanece em liberdade após pagar uma fiança de US$ 25 mil, enquanto aguarda a audição preliminar sobre as acusações. Documentos do tribunal não revelam a idade exata da garota, que cursa o ensino médio.

De acordo com a investigação, as suspeitas começaram a ser levantadas após a garota desenvolver uma ligação especial com a professora e passar muito tempo com ela fora do ambiente escolar. Bremble, que é professora de reforço escolar, supostamente teria levado a menina ao shopping e comprado roupas caras de presente.

A professora, diz a investigação, também teria dado à menina um acessório sexual durante uma aula. ?Ela incentivou a jovem a usar o aparato diversas vezes em mensagens de texto?, disse ao jornal a investigadora Risa Vetri Ferman.

A investigação foi iniciada em 31 de maio, quando os pais da estudante avisaram à escola estarem desconfiados de que a filha tinha uma relação inapropriada com a professora, diz o inquérito.

Um superintendente da escola, Michael J. Pladus, disse que a professora foi suspensa do cargo enquanto acontecem as investigações. ?A instituição não está autorizada a comentar nenhum aspecto relacionado a uma investigação em andamento, mas posso dizer que estamos cooperando inteiramente com as autoridades?, disse.

Caso seja considerada culpada, Bremble pode ser condenada a uma pena máxima de 18 a 36 anos de prisão.



Fonte: Globo