Sul-coreano é detido após roubar R$ 8,5 milhões e fazer cirurgia plástica

Ele fez cirurgia plástica para tentar despistar a polícia

A polícia sul-coreana deteve um homem que teria roubado 4,7 bilhões de wons (cerca de R$ 8,5 milhões) da empresa em que trabalhava e depois se submeteu a uma cirurgia plástica para mudar suas feições, informou nesta sexta-feira o jornal "Chosun".


Sul-coreano é detido após roubar R$ 8,5 milhões e fazer plástica

As autoridades revelaram, após sua detenção na quarta-feira, que o acusado, identificado pelo sobrenome Yoon e que tem cerca de 30 anos de idade, transferiu o dinheiro da empresa para seis contas bancárias abertas em seu nome no ano passado.

Yoon começou a trabalhar no departamento financeiro de um fabricante de semicondutores na província de Chungcheong do Sul há dois anos, onde foi detido em uma casa que alugara através de um amigo.

Em apenas dois dias, o acusado conseguiu desviar 4,7 bilhões de wons, e depois viajou para Seul, onde sacou 3,36 bilhões (R$ 6,1 milhões) antes de a empresa roubada conseguir alertar as entidades bancárias.

A companhia acionou a polícia imediatamente e ofereceu 100 milhões de wons (R$ 182 mil) de recompensa por sua captura.

O homem viajou então para a província de Jeolla do Sul e enterrou metade do dinheiro em um monte próximo a sua cidade de origem e o restante em uma casa nessa província, segundo as autoridades.

Até ser pego, Yoon gastou 610 milhões de wons (R$ 1,11 milhão) em estabelecimentos noturnos, em um automóvel de luxo, no aluguel de uma casa na cidade de Gwangju e em uma cirurgia plástica para tentar despistar a polícia.

"Nem mesmo os seus ex-colegas o reconheceram quando o viram", explicou ao jornal "Chosun" o oficial Koh Wook-hwan, do departamento de polícia de Asan.

Dois amigos de Yoon foram detidos sob a acusação de terem ajudado o criminoso a comprar um telefone celular e alugar duas casas.


Sul-coreano é detido após roubar R$ 8,5 milhões e fazer plástica

Sul-coreano é detido após roubar R$ 8,5 milhões e fazer plástica

Fonte: G1