Apenas burocracia ainda separa Riquelme de jogar no Palmeiras

Juan Román Riquelme pode receber até R$ 420 mil mensais em salários


Apenas burocracia ainda separa Riquelme de jogar no Palmeiras
Está tudo certo entre Palmeiras e Juan Román Riquelme. A viagem do presidente Arnaldo Tirone e do diretor financeiro Antônio Henrique Silva deu frutos. ?Levamos ao conhecimento dele os valores que podemos oferecer e ele nos disse o que queria para jogar no Palmeiras?, explicou Tirone ao DIÁRIO.

Segundo o cartola, o argentino está empolgado com a oportunidade de atuar no Palmeiras nesta temporada.

Tirone até tenta esconder o otimismo. Evita, por exemplo, afirmar que só falta a assinatura do argentino no contrato, como muitos já vêm afirmando em redes sociais. ?Faltam ainda alguns detalhes. Como ele é estrangeiro, existe uma burocracia maior?, argumentou.

O presidente e a diretoria de futebol, agora, correm contra o relógio. Como o mandato da atual gestão termina na noite da próxima segunda-feira, o negócio tem de ser sacramentado antes desse prazo se encerrar para que a assinatura de Tirone tenha validade.

Caso o acerto fique para o dia seguinte, caberá a Décio Perin ou Paulo Nobre validar o negócio. E os dois candidatos à presidência do clube não têm se mostrado muito empolgados com a possibilidade de trazer o argentino para o Palmeiras.

Em cima do muro/ Até por causa do período eleitoral, nem Paulo Nobre nem Décio Perin têm se manifestado com contundência sobre o tema. Nobre já revelou sua preocupação com a duração do contrato, por exemplo. Acredita que os três anos oferecidos a Riquelme, a princípio, lhe parecem um tempo longo demais para um veterano.

Décio Perin é ainda menos incisivo. Diz que a avaliação de contratações cabe ao técnico Gilson Kleina e à diretoria de futebol que ele ainda não montou.

Tirone também está dando de ombros para a ameaça de punição por parte do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização) do clube, já que o presidente não submeteu à aprovação do orgão os termos da proposta feita ao meia argentino. ?O presidente sou eu. A caneta é minha?, bradou Tirone.

Fonte: Terra, www.terra.com.br