Invasão no Maracanã faz polícia Militar de São Paulo aumentar varredura na Arena Corinthians

Invasão no Maracanã faz polícia Militar de São Paulo aumentar varredura na Arena Corinthians

Antes de Uruguai x Inglaterra, Polícia aumenta segurança ao redor do estádio em São Paulo. Invasão de chilenos no Rio motiva cuidado maior nesta quint

A invasão de torcedores chilenos ao centro de mídia do Maracanã antes da partida entre Espanha e Chile, nesta quarta-feira, ligou o alerta na Polícia Militar de São Paulo às vésperas do confronto decisivo entre Uruguai e Inglaterra, nesta quinta, na Arena Corinthians. Por volta das 9h, sete horas antes do apito inicial, cerca de 200 homens fizeram uma varredura em torno do estádio e retiraram pessoas sem ingressos e credenciais.



Ao contrário do que ocorreu no primeiro jogo do estádio, Brasil x Croácia, o controle foi bem mais rígido nos sete pontos de verificação que circundam a Arena. Pelo menos nas primeiras horas do dia, com movimento menor, uma revista prévia foi realizada já nestes pontos, localizados entre um e dois quilômetros dos portões Leste e Oeste. O comando da PM admitiu que o incidente no Maracanã influenciou na nova abordagem.

- Aperfeiçoamos tudo em relação ao primeiro jogo aqui, o controle está maior. Estamos nos cercando por todos os lados para evitar qualquer tipo de problema para quem vem curtir o jogo e assistir a um grande espetáculo. Soubemos, sim, do que ocorreu no Maracanã. Com tudo o que estamos fazendo aqui, a possibilidade de isso se repetir é mínima ? afirmou o coronel Tardelli, da Polícia Militar.



A varredura durou cerca de uma hora, período em que o entorno da Arena ficou ?interditado?. Quem já estava dentro do estádio, na área de imprensa, não pôde sair. Quem não havia passado antes pelos bloqueios, teve de esperar até 10h15 para ter acesso aos portões.

Na quarta-feira, cerca de 100 chilenos invadiram, sem ingressos, o centro de imprensa do Maracanã e causaram tumulto. De acordo com a PM, 88 foram detidos e precisam deixar o país em até 72 horas, sob o risco de serem deportados.



Fonte: Globo Esporte