Vice-presidente da Fifa defende o banimento de Tevez do futebol

Vice-presidente da Fifa defende o banimento de Tevez do futebol

O ex-presidente da Associação de Futebol da Irlanda do Norte apoia banir o argentino do futebol

Se dependesse do vice-presidente da Fifa, Jim Boyce, a punição de Carlos Tevez por ter se recusado a entrar em campo contra o Bayern de Munique na última terça-feira seria maior que as duas semanas de suspensão impostas pelo Manchester City. O ex-presidente da Associação de Futebol da Irlanda do Norte apoia banir o argentino do futebol.

Após a derrota por 2 a 0 pela segunda rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões, o técnico Roberto Mancini afirmou que Tevez não joga mais com ele. O jogador negou que tenha se recusado a entrar em campo e assegurou que estava pronto para jogar.

"Acho que o que aconteceu foi desprezível. Eu acho que a Fifa deveria ter o poder de banir o jogador do futebol. Se o Manchester City provar, escrever à Fifa com as exatas circunstâncias, eu não teria nenhum problema com isso. Se esse jogador fez o que estão acusando, e o Manchester City liberá-lo, eu não acho que seja correto ele sair e ganhar uma grande quantia de dinheiro em outro lugar semana que vem", explicou.

Após reclamar diversas vezes do estilo de vida da cidade de Manchester, Tevez entregou um pedido de transferência por escrito à diretoria. Ele esteve próximo de voltar ao Corinthians, mas a negociação não foi concretizada antes do fechamento da janela de transferência para jogadores internacionais no Brasil. O interesse da Inter de Milão também não avançou.

"Se ele fez o que disseram, acho que o clube estaria melhor sem ele. As pessoas dos clubes e da Fifa têm que considerar que, se Carlos Tevez faz isso, o que impede outros de fazerem o mesmo semana que vem, ou na outra?", encerrou.

Tevez foi artilheiro do Campeonato Inglês e capitão do time na temporada passada, mas perdeu a confiança de Mancini. Retornando de férias depois do resto do elenco, por causa da Copa América, ele perdeu espaço para o bósnio Edin Dzeko e o compatriota Sergio Aguero.

Fonte: Terra, www.terra.com.br