Felipe Bastos fala da importância de participar da Libertadores

Quando o Vasco disputou a Libertadores pela última vez, em 2001, Fellipe Bastos tinha 11 anos

Quando o Vasco disputou a Libertadores pela última vez, em 2001, Fellipe Bastos tinha 11 anos. Não tinha ideia de que se tornaria jogador de futebol e ajudaria o clube, então deixando para trás uma fase áurea, a voltar à competição. A falta de experiência no estilo catimbeiro, porém, não perturba o volante, que acredita que a intensa participação na Copa Sul-Americana, este ano, foi fundamental para que os jovens não sintam as diferenças a partir de fevereiro.

- Acho que é um passo importantíssimo na minha carreira poder disputar a Libertadores. Recolocar o Vasco numa competição tão importante foi mais um prêmio desse ano maravilhos que tivemos. É legal para o pessoal como Allan, Rômulo, o próprio Dedé também, que se sentem valorizados e vão dar o máximo para fazer uma grande campanha. Tivemos o clima do que é um torneio sul-americano desse nível, foi bom termos passado o sofrimento que passamos contra o Aurora, na altitude, e o estádio lotado contra o Universitário. Foi um vestibular e, agora, temos de passar de ano de verdade - brincou Bastos.


Na estreia em Libertadores, Bastos valoriza o

A trajetória já está definida, ao menos na primeira fase: o Grupo 5 deu ao Vasco os seguintes rivais: Nacional-URU, campeão local, Alianza-PER, vice-campeão de seu país, e El Nacional-EQU ou Libertad-PARA, que ainda disputarão uma vaga. O equilíbrio e a força espantaram o jogador, que imaginava algo mais tranquilo.

- Vou ser sincero: eu e alguns jogadores ficamos surpresos com o grupo em que caímos. É bem difícil, mas não podemos escolher adversários. É entrar com o máximo de concentração. Vai ser complicado ganhar deles dentro e fora de casa, são times de tradição, mas, como a torcida já sabe, lutaremos até o fim. Nem pensamos em não passar de fase - avisou.

Fellipe Bastos, no entanto, pede que não se trata o Trem-Bala da Colina como favorito. Segundo ele, diante de tantos clubes de tradição, a equipe não merece tal destaque e prefere manter o jeitinho que deu certo em 2011: pouco alarde, muita união e eficiência.

- Temos consciência de que esse ano é de suma importância para o Vasco, até para confirmar o que foi feito por esse elenco. É um desafio atrás do outro, precisamos sempre provar a qualidade e a condição do time. Além da Libertadores, vamos entrar com vontade no Carioca também. Mas sem pressão de conquistar, senão complica. Vamos jogo a jogo para não correremos o risco de ficarmos frustrados. É o caminho certo, até porque há grandes clubes, como Corinthians, Fluminense, Boca Juniors, os mexicanos - enumerou.

Fonte: GloboEsporte