No Beira-Rio, Presidente Lula liga máquinas e declara começo da Copa 2014

No Beira-Rio, Presidente Lula liga máquinas e declara começo da Copa 2014

Lula liga máquina e dá início à reforma no Beira-Rio, palco da Copa de 2014

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionou, nesta quinta-feira, em Porto Alegre, uma máquina simbolizando o início das obras de reestruturação do Estádio Beira-Rio para receber a Copa do Mundo de 2014.

Ao apertar o botão, Lula aproveitou para declarar o "início" do evento. "A Copa 2014 começou", disse o presidente. Ao seu lado estavam o ministro de esportes, Orlando Silva, o presidente do Inter, Vitório Piffero, e alguns jogadores da equipe colorada, como Tinga, Bolívar, Sandro e o preparador de goleiros e ex-atleta da equipe Clemer.

"Fico lisonjeado de ver um clube caminhar com suas próprias pernas para se preparar para a Copa do Mundo", disse o presidente, elogiando o jeito com que o Inter vai preparando seu estádio para o torneio que será realizado daqui a quatro anos.

"A reestruturação do Beira-Rio, a forma como está sendo feita, mostra que o estádio não vai se tornar um elefante branco", acrescentou o político, que recebeu de presente uma flâmula do Inter.

Os investimentos no Beira-Rio são de cerca de R$ 150 milhões e vão ser essenciais no processo de estaqueamento para o começo das obras de cobertura do local, no que é denominado a principal etapa da reforma.

Orlando Silva também aproveitou para tecer elogios ao clube colorado. "O Beira-Rio é um exemplo, uma inspiração para os demais estádios, pois é um estádio privado que faz obras para a Copa e, além de disponibilizar essa estrutura para o Mundial, vai usufruir disso tudo", disse o político, antes de criticar São Paulo.

"São Paulo precisa definir se vai ter um estádio para a Copa do Mundo ou não, pois a cada dia que persiste nessa indefinição custa mais caro, pois existe uma multa de atraso que o País tem que pagar", afirmou Orlando Silva sobre a demora da capital do Estado em definir o local que vai representar a região paulista no Mundial, que o Brasil volta a sediar após 64 anos.

Fonte: Terra