Febre do Chapolin Brasileiro nas arenas irrita Rio 2016

Boneco estaria ofuscando os mascotes oficiais dos jogos

Quem está com os olhos ligados o tempo todo nos Jogos Olímpicos já deve ter reparado na presença de bonecos do Chapolin vestido com roupas do Brasil. Eles insistem em aparecer nas mãos de torcedores, atletas e até jornalistas.

Pois esse utensílio aparentemente inofensivo está causando dor de cabeça na organização dos Jogos Rio 2016.

Na última quarta-feira (17), voluntários que cuidavam da arena vôlei de praia apreenderam alguns bonecos do tipo das mãos de jornalistas mexicanos. A alegação do voluntário foi que o boneco não poderia estar ali "por determinação superior", e que apenas o mascote oficial dos Jogos poderia aparecer.

A organização dos Jogos Olímpicos está irritada com a repercussão da presença dos Chapolins nas arenas. Afinal, todos os atletas medalhistas brasileiros estão ganhando os bonecos e posando para fotos, que geralmente vão para as redes sociais. De acordo com a análise da organização da Rio-2016 isso ofusca Vinicius e Tom, os mascotes oficiais. 

Os bonecos são uma iniciativa de uma torcida autodenominada "Chapolins Brasileiros". Trata-se da ideia de um médico, que investiu do próprio bolso, ao lado de amigos, na confecção dos brinquedos. Cerca de 500 foram produzidos e estão sendo distribuídos nos Jogos.

Mayra Aguiar, Rafael Baby, Isaquias Queiroz, Arthur Nory, Diego Hipólito e Rafaela Silva são só alguns dos exemplos de atletas medalhistas que foram presenteados com o mimo.

Thiago Braz posou para foto de recorde olímpico com Chapolim na mão (Crédito: Getty)
Thiago Braz posou para foto de recorde olímpico com Chapolim na mão (Crédito: Getty)


Fonte: Com informações da Espn