""Problemas de Luis Fabiano e Kaká não são graves"", diz médico José Luiz Runco

""Problemas de Luis Fabiano e Kaká não são graves"", diz médico José Luiz Runco

Médico acredita que os dois atletas, que chegaram lesionados, serão capazes de seguir cronograma

O médico José Luiz Runco e o preparador físico Paulo Paixão foram os primeiros integrantes da comissão técnica da seleção brasileira a conceder entrevista em Curitiba, local onde o grupo se encontrou nesta sexta-feira para dar início à preparação para a Copa. O principal assunto abordado na coletiva foi a situação de Kaká e Luis Fabiano, jogadores que se apresentaram com pequenas lesões.

Os dois ex-são-paulinos chegaram ao Brasil no início da semana e começaram a se tratar no Reffis do São Paulo, sob a tutela do fisioterapeuta Luis Rosan, também da seleção. O problema do Fabuloso é uma contratura na coxa, enquanto Kaká chegou com edema na coxa. Nada que preocupe, garante Runco.

- Luis Fabiano está muito bem. O Kaká realmente nada tem no púbis (problema que teve no início do ano). Ele tem um edema no adutor da coxa esquerda. O prognóstico dos dois é altamente favorável. A tendência é de que os dois participem normalmente do cronograma de trabalho, junto aos demais atletas - contou o médico.

O preparador Paulo Paixão acrescentou que já foram iniciados os testes para avaliar as condições físicas do grupo, mas que ainda precisa esperar pelos resultados para ter um panorama do estado de cada um.

Tudo como em 2006

Perguntados sobre mudanças no estilo de trabalho em relação ao feito em 2006, quando a seleção foi mal e teve Ronaldo fora de forma durante a Copa, médico e preparador garantiram que nada vai mudar. O planejamento é exatamente o mesmo.

- Entre 2010 e 2006 não dá para traçar paralelo. Eu repetiria tudo o que foi feito. A seleção de 2006 esteve em alta performance. Outros fatores puderam influenciar no resultado final. Vamos preparar o grupo respeitando as individualidades - ressaltou Paixão.

Runco fez coro:

- O cronograma de 2010 e 2006 é o mesmo também na parte médica. Foi também o mesmo em 2002 (quando o Brasil foi campeão) - concluiu.

Fonte: Globo Esporte, www.globoesporte.com