Invicta no Mundial, seleção brasileira terá que parar time da China

A seleção brasileira de vôlei está a procura de um título inédito

A seleção brasileira de vôlei está a procura de um título inédito, e para isso terá que parar a seleção chinesa, um time com grandes titulos na estreia da terceira fase da competição. A única invicta no mundial até agora, o Brasil está bem preparado para o embate que acontecerá às 12h30m (de Brasília), no Mediolanum Forum.

- Elas têm um contra-ataque sempre com combinações de ataque, que é mais difícil de ser marcado. Vai ser um jogo apertado. A minha expectativa é que vai ser um jogo difícil – avaliou o técnico José Roberto Guimarães.

Com apenas 19 anos, a gigante ponteira Ting Zhu é um dos destaques do atual time chinês. De longe, é a maior pontuadora de sua equipe no Mundial da Itália até agora e quinta na estatística geral. São 155 pontos marcados, sendo 27 deles de bloqueio. Já Chunlei Zeng, tem o segundo maior somatório (98), mas é dona da melhor média de acertos (47,37% de acertos). A capitã Ruoqi Hui e Yunli Xu também são forças do ataque chinês. Zé Roberto pede que as brasileiras forcem o saque, para complicar a recepção adversária e, consequentemente, atrapalhar a armação das jogadas.

-  Em primeiro lugar, temos que forçar o saque e, depois, bloqueio e defesa. Isso é fundamental. Nesse jogo com a China elas mudam muito a trajetória da bola, são jogadoras técnicas e que vão pressionar nesse quesito de velocidade nas combinações de ataque. O nosso time tem que estar bem preparado para um bom saque e para bloqueio e defesa.

Uma curiosidade do time chinês é que ele é o único da competição a ter como comandante uma mulher. A experiente técnica Lang Ping levou os Estados Unidos ao segundo lugar nas Olimpíadas de Pequim 2008 e também teve boas passagens liderando a Itália e a Turquia. De volta ao seu país, a treinadora é um dos pontos forte da equipe oriental.

- É um time que a gente está vendo que está evoluindo. Ela está conseguindo ensinar muita coisa importante, principalmente para as mais jovens. Eu acho que ela tem implementado bem a sua filosofia de trabalho. Hoje, ela é uma mistura ocidental e oriental. Acho que essa mistura tem dado muito certo. Como ela viveu em vários lugares do mundo, acho que ampliou o seu horizonte. Os times que foram treinados por ela são times bastante eficientes – opinou Zé Roberto.

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Fonte: Globo Esporte