Bom dia caros leitores, o comentário de hoje leva em conta a conjuntura atual de eleições municipais.
A realidade de muitos municípios do Estado do Piauí é extremamente difícil quando estes não possuem a capacidade efetiva de interferir positivamente na vida das pessoas.
Isso ocorre devido a uma série de fatores como, por exemplo, a desorganização administrativa, a falta de recursos próprios, ou seja, uma capacidade mínima de investimentos, aspectos políticos também devem ser levados em conta, na medida em que se um município não conta com o apoio de um deputado estadual, federal, obras oriundas de emendas parlamentares dificilmente serão realizadas.
Um dos detalhes que merece destaque nesse contexto é a costura de alianças políticas para vencer as eleições que tem como conseqüência a distribuição de cargos chaves da administração de acordo com critérios políticos, deixando para segundo plano os aspectos técnicos que são fundamentais para a administração pública, já que são os técnicos que planejam e operacionalizam as ações nas mais variadas áreas como educação, agricultura, políticas públicas etc.
Na medida em que há carência de técnicos nas várias áreas da administração municipal fica comprometida a capacidade do município de captar recursos, de estabelecer convênios com o governo federal através dos ministérios, de construir uma rede de parcerias com instituições tipo SEBRAE, Banco do Nordeste, Emater, secretarias de Estado, municípios vizinhos, de forma a dinamizar a gestão pública e garantir maior eficiência (processo), e melhor eficácia (resultado).
O município é o espaço institucional que promove a ação do poder público de forma direta na vida das pessoas, mas este fato pode ser um trunfo ou um entrave ao desenvolvimento local. Vai depender de quem a gente conduz para a linha de frente dos nossos municípios.
Fique de olho em quem está acompanhado seu candidato a prefeito, se forem somente políticos, cuidado, isso muito dirá sobre a sua aministração!
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Marcos Dionisio
01.08.2008 - 14:31h
Muito bom e oportuno seu comentário a cerca dessa temática...no aguardo de mais ar...
Bom dia caros leitores, estive ausente durante uns longos dias por problemas pessoais, mas estou de volta ao debate!
Vamos discutir hoje sobre o assunto, ética!
Meus caros, ética significa “parte da filosofia que trata da conduta humana, sob o ponto de vista do bem e do mal”.
O sistema político brasileiro carece de uma reforma urgente que defina regras claras na relação entre partidos políticos que estão no poder e o Estado, ou seja, transparência é a palavra de ordem!
O jogo político (ou alguém discorda desde ingênuo mortal) precisa ser mais rigidamente regulamentado, fiscalizado, isso através da reforma política, com o intuito de fortalecer os partidos, para que estes não se sujeitem a alianças que priorizem interesses particulares em detrimento do interesse público.
O Brasil precisa de um sistema político que cultive a ética como princípio fundamental, isso pode até ser uma utopia, mas por quem sonha com dias melhores, essa utopia precisa ser buscada.
No fim das negociações políticas para as candidaturas as prefeituras municipais no Piauí, o surgimento da proposta de criação de cargos comissionados, ou seja, sem concurso público, da ordem 400 cargos segundo a oposição, e de 271 cargos segundo a situação “é no mínimo uma infeliz coincidência”.
Que cargos são esses? Que áreas serão contempladas? Será que são tão importantes que inviabilizariam a administração pública do Estado? Quais as remunerações médias para tais cargos? É tão urgente que não dá para esperar o término do processo eleitoral que já começou? Será que esta proposta corre risco de não ser aprovada na Assembléia onde o Governo tem maioria?
Às vezes penso que vivemos numa grande matrix e que somos meras marionetes, mas também sonho com o dia em que os indivíduos que pensam que nos manipulam, se dêem conta de que o tiro saiu pela culatra!
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Luís Carlos Ferreira
10.08.2008 - 16:03h
Olá Fernando!!!
Muito oportuno esse seu artigo, principalmente pelo momento polít...
Bom dia minha gente, hoje vamos falar de suplício da saúde pública no Brasil e consequentemente no Piauí, e o que me motiva a falar desse tema é a atual disputa pela paternidade do Hospital de Urgência de Teresina (HUT).
A uma disputa política pelos créditos da finalização da obra que começou quando eu ainda era criança!
Quero através de o Observatório Econômico berrar, isto mesmo, berrar que esta disputa política sobre quem é o pai dessa obra entre o PT e o PSDB da é uma imoralidade diante de um sistema de saúde em franco colapso no Brasil!
A constituição federal de 1988 estabelece como direitos fundamentais, a habitação, a educação, o saneamento básico, a saúde etc.
Mas minha gente o que se percebe é que no quesito saúde pública, o Brasil deixa muito a desejar para sua população.
Isto acontece porque são inúmeras as distorções na saúde como: a terceirização que muitas vezes rima com precarização dos serviços prestados, há atendimento de pacientes particulares, ou seja, pagantes em hospitais da rede estadual, o setor privado absorve um grande volume de recursos públicos e ainda são mal remunerados, deficiências na gestão dos hospitais, a descentralização da saúde não foi ainda efetivada, falta de investimentos públicos entre outros.
Tudo isso atuando conjuntamente resulta em caos que assume a forma de greve de médicos, disputas políticas por cargos importantes nos hospitais, obras inacabadas, pacientes morrendo antes de serem atendidos, falta de segurança para quem trabalha em hospitais, a dificuldade de se promover saúde preventiva, equipamentos novos se deteriorando, filas e mais filas, tratamento muitas vezes desumano com pacientes, fraudes, corrupção.
Para que haja uma revolução no sistema de saúde pública é necessária uma atuação mais forte da sociedade civil organizada, dos conselhos regionais dos profissionais de saúde pública, dos sindicatos desses profissionais etc.
A saúde é tão importante, que existe uma emenda constitucional nº 29 que prevê o aumento de investimentos na área de saúde, mas o governo federal para financiar tais investimentos, não utiliza recursos do orçamento público, insiste na recriação da extinta CPMF, só que com outro nome!
Discutir quem foi o responsável pelo término da obra do HUT é discutir um grão de areia no deserto em relação aos graves problemas da saúde pública no Brasil. Uma revolução é de suma importância para o sistema de saúde que precisa ser salvo de quem esteve, de quem está e de quem estará com o poder político nas mãos!
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Dalva Feitosa
02.07.2008 - 10:32h
Olá, Fernando! Hj tive o prazer de visitar seu blog, gostei muito, os assuntos abo...
Bom dia meus caros leitore, hoje recomeça no Supremo Tribunal Federal a votação de lei de biosegurança que trata da possibilidade de utilização de células-tronco embrionárias em pesquisas científicas.
O artigo 5º da lei permite pesquisas com células congeladas por mais de três anos com autorização dos doadores do embrião. O debate foi instigado pelo procurador geral da República que acredita que estes estudos ferem o princípio do direito a vida e a dignidade humana.
Uma questão como essa precisa ser analisada de forma sistêmica, já que envolve princípios éticos, morais, biológicos etc.
Para enriquecer o debate incluirei uma questão de foro econômico: Existem dois grupos de países no mundo, os que produzem inovações, novas tecnologias e novos conhecimentos, e os países que consomem novas tecnologias, conhecimento e inovações.
Estes dois grupos recebem os seguintes nomes respectivamente: países centrais e países periféricos!
O Brasil se encontra no segundo grupo, por exemplo a pauta de exportação brasileira é essencialmente composta por commodities, ou melhor, produtos com baixo valor agregado, geralmente oriundos de atividades ligadas a agricultura e pecuária.
A aprovação da lei de biosegurança representaria um largo avanço do Brasil no que diz respeito a produção de novas tecnologias, conhecimentos e inovações na área da biotecnologia uma das que mais promovem avanços atualmente, além de que o país não se tornaria dependente da importação deste tipo de tecnologia futuramente.
Esta votação do STF, envolve diversos interesses, morais, éticos, econômicos, todos estes devem ser postos na balança e o mais importante é, se o resultado dessa votação terá um impacto positivo na vida das pessoas!
Bom dia minha gente, a pobreza e a desigualdade são tão antigas quanto à humanidade, e sempre vem acompanhadas de fortes sentimentos morais.
Alguns atores que alimentam a pobreza: a corrupção, mau funcionamento do sistema democrático, falta de oportunidades, falta de crescimento econômico, reduzida instrução, discriminação social relativa a gênero, raça, desastres naturais, a natureza da colonização, o passado de autoritarismo político, guerras, genocídio e muitos outros.
Algumas das conseqüências da pobreza são: baixa esperança de vida, depressão, doenças, pessoas sem abrigo, fome, criminalidade elevada etc.
Tema apresentado pelos alunos (as): Pâmela Dantas, Mayara Nayra, Karla Magalhães, Thiara Krouse e Francisco Queiroz do terceiro bloco de Ciências Contábeis- FAP/tarde.
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Fernando Galvão
02.06.2008 - 00:18h
Oi Ciara, o mito do desenvolvimento se baseia em industrialização, urbanização, ex...