Brasília, aquarela imperfeita. Tem todas as cores: Centro, esquerda, direita. Admite, dentro de um limite, suas setas suas seitas. Pode vir que serás bem tratado se respeitar o direito ordenado. Aqui, tudo funciona; Faixa de pedestre, lei seca, segurança, diploma; Extraordinário lugar pioneiro, temos orgulho de ser brasileiro! Somos do crime o velório. Bem sucedido laboratório. Erupção de leis e de normas; Atrocidades a gente repreende e reprova. Valorizamos a educação. Privilegiamos o cidadão. Liberdade: valor sagrado Pode crer e viver, quem garante é o Estado. Por isso, (organizamos) poder tripartite: Judiciário, legislativo, executivo; fica o convite para a sociedade fiscalizar (e conhecer) os três Afinal de contas, existem para vocês. As ruas largas de Brasília Não são mais largas que seu coração A frieza aparente é falsa Se prestares realmente atenção. Aqui, tudo funciona; Faixa de pedestre, lei seca, (segurança), diploma; Extraordinário lugar pioneiro, temos orgulho de ser brasileiro! Brasília, aquarela imperfeita. Tem todas as cores: Centro, esquerda, direita!
O caso do mensalão pode ser visto por diversos prismas. Em relação à virtú maquiavélica, dissecada em duas esferas pelo professor Oliveira, não se enquadra na primeira e se enquadra na segunda.
Premissas que envolvem a noção de virtú maquiavélica:
1) Para Maquiavel , um príncipe (um governante) não deve medir esforços nem hesitar, mesmo que diante da crueldade ou da trapaça, se o que estiver em jogo for a integridade nacional, a grandeza do povo, e o poder do príncipe.
2) O governante deve agir como político e não como pessoa.
Ou seja, não é possível dizer que o caso do mensalão foi uma ação do governante ou do estado (mesmo diante da crueldade ou da trapaça) visando “a integridade nacional, a grandeza do povo, e o poder do príncipe”.
Foi na verdade uma espécie de “preguiça democrática” de negociação política com os líderes partidários da base aliada. Em vez de convencer por idéias, emendas e ou cargos, o governo convenceu parlamentares a votar de acordo com suas diretrizes mediante pagamento dos “mensalões”, mesadas oriundas de roubo e caixa 2.
Tanto não era de suma necessidade que após o escândalo, a maioria dos parlamentares continuou votando com o governo com a troca de interesses legítimas da democracia: cargos, aprovação de emendas etc. Salvo raríssimas exceções (como no caso da CPMF) o governo não angariou derrotas significativas em votações e possui governabilidade com isso.
Diante da segunda esfera de pensamento a respeito da virtú maquiavélica, podemos dizer que o caso do mensalão tem sua inspiração em Maquiavel.
O governo conseguiu “blindar”, despersonificar totalmente o evento do mensalão do príncipe, ou melhor, do presidente da república. Num movimento sofisticado em várias frentes que obteve absoluto sucesso. Por menos do que isso, Collor sofreu impeachment. Todavia, não tinha aprovação popular que Lula tem, não tinha o diálogo institucional (com mídia, os poderes tripartites, com sociedade internacional etc) que Lula tem e tinha na ocasião. Por isso o Estado conseguiu preservá-lo.
comentários
Zé Marcos
08.11.2008 - 14:03h
Bom!!! Vale a pena aprofundar mais nesta comparação entre a força da manipulítica ...
Na paixão nada se esgota;
O amor é uma estrada sem volta,
se acontece de verdade
nem a morte acaba.
Nenhuma força antagônica apaga.
A vida se propaga.
Corpos se imprimem nas almas.
Eu quero me enamorar
e morar com você.
Durante todo meu viver.
Quero acordar de madrugada;
Ter-te ao alcance das mãos
- diariamente -
Assistir ao alvorecer dos teus olhos
e criar em sua homenagem uma nova canção
alimentar seus sorrisos
enxugar suas lágrimas
fazer com que nosso livro
seja feliz
em infinitas páginas.
Seduzir sempre a liberdade
Respeitar a individualidade
Cultivar sempre a verdade
Fazer todas nossas vontades
A paixão faz:
Vivenciar um universo paralelo
Onde existe só a paz, amor e o que é belo.
Tendo a utopia como a salada do dia
Respirando somente poemas sinceros.
O que eu quero eu amo
e eu amo o que eu quero.
O Mar de Anas já virou oceano onipresente:
No meu Atlas só deixou constelações e céu estonteante
eliminou baixo astrais infernos.
Tornou reais meus devaneios internos:
Corpos se imprimem nas almas.
A vida se propaga.
Nenhuma força antagônica apaga.
nem a morte acaba.
se acontece de verdade
O amor é uma estrada sem volta.
Na paixão nada se esgota.
A paixão faz:
Vivenciar um universo paralelo
Onde existe só a paz, amor e o que é belo.
Tendo a utopia como a salada do dia
Respirando somente poemas sinceros.
alimentar seus sorrisos
enxugar suas lágrimas
fazer com que nosso livro
seja feliz
em infinitas páginas.
Na paixão nada se esgota;
Corpos se imprimem nas almas.
se acontece de verdade,
o amor é uma estrada sem volta.
nem a morte acaba.
e nenhuma força antagônica apaga.
A vida se propaga.
Pois na paixão nada se esgota.
Para ser sincero, não posso ser modesto:
Eu sei que eu não presto.
mas você conhece meu pique:
Mulher nenhuma agüenta meu apetite
Sexual,
instintivo, libidinoso, carnal,
sensual.
Eu quero sexo três vezes por dia.
Necessito
o corpo feminino em simbiose comigo.
Deveria estar no guiness se fosse possível medir...
O maior masturbador do mundo!
- em quantidade e qualidade -
e um dos melhores amantes também.
Adoro controlar ao máximo o corpo...
Deixo vir só na hora que você e eu quisermos.
Ereção a qualquer momento;
Prontidão massageadora nas mãos;
Retinas treinadas para a paixão;
Boca ávida pelo seu ser;
Afeto infinito em vários corações.
Em quaisquer e todas as posições.
Intensidades, velocidades,
profundidades e direções.
Desde o início da puberdade
Orgasmo diariamente.
Há muito tempo passou a ser no mínimo duas vezes ao dia;
Há algum tempo passou a três normalmente
e quatro nos dias mais inspirados...
Pirado?
Pode ser.
Tarado, entretanto respeitoso, gostoso e inofensivo:
O que mais me excita é sentir, ver, fazer uma mulher gozar.
O corpo e o rosto feminino sentindo prazer
É melhor do que qualquer estimulante
É no universo o maior item erotizante.
Veias e artérias dilatadas
Mantém espíritos e mentes inspiradas.
Não existe nada melhor do que uma boa trepada.
Eu e a caneta.
É o que dá certo.
Quem sempre está por perto.
É quem me agüenta, ama, acalenta e amamenta.
Eu e a caneta
É mundo novo;
Feliz e alegre, longo ou breve.
É Caê e Gil, Brasil a mil,
É o que fica mesmo quando se perde;
Quem fica mesmo quando se despede;
Quem é verdadeiro mesmo quando se despe.
É cultura e natureza;
eu e a caneta.
Eu e a caneta:
Somos amantes
Amigos que são realmente amigos;
Um não diz que são apenas colegas...
Eu e a caneta.
Somos irmãos, pais, familiares e mães;
Somos ar nos pulmões;
Somos unha e carne, não nos largamos
quando nos precisamos.
Eu e caneta.
Somos medo vencido, poeta convencido,
mas anônimo e desconhecido!
Eu e a caneta;
Somos cd e tv,
Educamos o país desenvolvido
(que são os que mais precisam)
Eu e a caneta.
Somos ilimitar do horizonte;
Somos amor, espíritos aos montes,
Somos felizes em qualquer aonde.
Eu e a caneta:
Poetas, filósofos, cantores, amigas, musas e namorados...
Eu e a caneta.
Perfeitos, felizes de verdade,
Afundo da cabeça e do peito.
Eu e a caneta...
Falo, mastro, cacete e xana;
Corpo que se ama!
Pau e buceta ;
Eu... e a caneta.