José Alves Filho

Reinauguração do Hospital Infantil de Teresina- Refeitório

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10/03/2010 - 08h:02

















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A fotografia está presente no passado e no futuro.

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09/03/2010 - 13h:30

A fotografia não apenas prolonga a visão natural, como também descobre outro tipo de visão, a visão fotográfica, dotada de gramática própria, estética e ética peculiares. Saber ler, distinguir o detalhe do todo, pode resultar num aprendizado sem fim, e então aquela coisa que não tinha a menor graça para quem a observam, passa a ter vida própria. A Fotografia não é realista, mas sim surrealista, nativamente surreal. Embora a fotografia gere obras que podem ser denominadas por arte, esta subjetividade, pode mentir, provocar, chocar ou ainda proporcionar prazer estético. A imagem fotográfica não é, para começo de conversa, uma forma de arte, em absoluto. Como linguagem, ela é o meio pelo qual as obras de arte, entre outras coisas, são realizadas.
A fotografia é sempre uma imagem de algo. Está atrelada ao referente que atesta a sua existência e todo o processo histórico que o gerou. Ler uma Fotografia implica reconstituir no tempo um assunto, derivá-lo no passado e conjugá-lo num futuro virtual.
Assim, a linguagem fotográfica é essencialmente metafórica está atribui novas formas, novas cores, novos sentidos conotativos e denotativos. Estas comprovam que a fotografia não está limitada apenas ao seu referente; ela ultrapassa-o na medida em que o seu tempo presente é reconstituído, que o seu passado não pode deixar de ser considerado, e que o seu futuro também estará em jogo. Ou seja, a sobrevivência de sua imagem está intimamente ligada á genialidade criativa e intelectual de seu autor.
José Alves Filho
Repórter Fotográfico JMN

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Floresta Nacional Palmares- Alunos do Curso de Meio Ambiente

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07/03/2010 - 12h:02













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Veja as fotos na proxima semana de animais silvestre em seu habitar

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03/03/2010 - 01h:04

Estar em íntimo contato com a natureza, poder sentir as carícias no rosto, ou vir a musicalidade de seus sons, distinguir formas e texturas nunca vista, admirar todas as graduações de tons que a cor pode ter, viver equilíbrio das relações entre os seres, perceber suas força e fragilidade é aproximar contínuo da força de Deus. Já se vão muitos anos deste que resolvi trocar aqueles momentos de admiração pela natureza e suas minúcias por um trabalho em que aquela emoção pudesse ser perpetuada através das minhas imagens. Fotografar a natureza é meditar, é uma força de contemplação. Quando criança, muitas vezes fui surpreendido acompanhando uma procissão de formigas, capturando uma abelha que bebia em uma pequena poça de d’água ou observando passarinhos alimentando seus filhotes. Deixava temporariamente o grupo de amigos e ficava absorvido por aquelas cenas. Adorava passeio no campo, fazer arapucas, enlamear-se num brejo e atrás de preá, criar animais. Existem coisas que nascem com agente. A preço a natureza, é algumas delas. “Gosto muito de fazer fotos de vida selvagem” O olhar relaxado, observando as dramáticas mudanças, que sol, ao entardecer, é capaz de produzir nos campos, o observar admirado de pequenos pormenores das flores e seres da natureza, das riquezas e diferenças dos seus visitantes e moradores, da relação entre eles foram muito tempo, sem dúvida ao longo tempo a preparação necessária para que os meus sentidos capacitassem para conseguir da natureza essas belas imagens. Reconhecer uma situação jamais vista me emocionar-se por estar presenciando-a, captura-la e leva-la sem causar a mínima interferência no seu meio, é um privilégio de eu poder fotografar essa coisa da natureza. Poder compartilhar esta emoção é um privilégio ainda maior. Desde de 85, venho exercendo a função de repórter fotográfico, como minha ligação com a natureza já era antiga, não demorei a descobrir os segredos da macro-fotografia. Esta descoberta me levou ao mundo que eu desejava conhecer mais intimamente. Para fazer essas fotos passei então a concentrar minha atenção nas minúcias de lugares onde a vida se manifesta em pequenas dimensões. Jardins, plantações e ambientes silvestres. É preciso ter atenção constante e olho bem treinado evitar situações de risco, identificar bons motivos para fotografar. Mas tudo isto é muito prazeroso, tanto pelo simples fato de estarmos vivendo situações únicas, quando pela oportunidade de ampliar bem que é nos é precioso. O conhecimento estar em contato freqüente com a natureza nos induz a profundo respeito por tudo que ela representa. Nós ensinamos ainda, a enxergar os limites a nós reservados.
Jose Alves Filho
Contato: 86 3231-9607 94444873


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Uma profissão à espera de reconhecimento

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22/02/2010 - 20h:05

Uma profissão à espera de reconhecimento, tragédia no Hiati, tragédia em Portugal, Bombadeio nas torres gêmias,guerra no Afeganistão, tiros no Papa, o suplício da ave morrendo pelo derramamento de óleo no rios, seqüestro em Porto Alegre.
Imagens que ficam para sempre em nossa memória. Imagens, marcantes ou não, são a essência, a razão de ser da televisão que está em todos os lares, em todas as partes. Imagens que não nascem do nada, não são registradas ao acaso por "apertadores de botão". Elas são frutos do trabalho, da persistência, da coragem e da sensibilidade dos homens de frente da TV: Os repórteres cinematográficos e reporteres fotográficos. Uma boa reportagem de TV não depende, necessariamente, de um repórter, produtor ou editor; um documentário pode ser uma aula de jornalismo sem um apresentador mas, em televisão, nada existe sem o registro do repórter cinematográfico.
A importância deles, no entanto, está longe de ser reconhecida. No jornalismo que nada seriam sem a fita ou hd cheia de imagens que os cinegrafistas trazem religiosamente para as redações. Em vez de serem estimulados a participar da discussão da pauta que irão cumprir, cada vez mais os cinegrafistas são afastados das redações, desestimulados a participarem do processo. O motivo pode ser algum destes: pressa, desinteresse por parte de alguns da direção, falta de hábito ou confiança.
O que fica velado, escondido muitas vezes, é o preconceito intelectual de alguns jornalistas em relação aos colegas da "linha de frente", repórteres cinematográficos forjados pela entre aspas "faculdade da vida", sem chance de discutir teoria nos caros bancos universitários. Com 25 anos de jornal eu falo com experiência: Nenhuma das boas imagens (podem não ser muitas...) reportagens que foram feitas existiriam sem que, do outro lado, estivessem um grande repórter cinematográficos. Exemplos, não faltam: o cinegrafistas em "memória Dogno Içaiano", Brito Junior, Iran Andrade e outros:Passaram por várias situações, mas não deixaram de registrar momentos difícios; invasores de terras, fome e miséria na Africa. Não perdeu o foco enquanto e nem choravam ao registrar a fome das crianças. Em situações como estas, repórteres e cinegrafistas são mais que irmãos: partilham do mesmo pulsar de coração. Na década de 80 (oitenta), as equipes de externa eram compostas de 5 (cinco) pessoas, hoje, no máximo por três; muitas vezes só pelo cinegrafista e pelo repórter. Há 20 anos, o salário dos bons cinegrafistas eram os mesmos dos repórteres; hoje não chegam à metade. E a imagem continua sendo o único item imprescindível na TV e nos jornais.

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Vista Aérea da Região Norte de Teresina

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22/02/2010 - 18h:56





















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Francisco Gilásio - 09.03.2010 - 16:26

Continue meu nobre companheiro a ser um apaixonado por fotografia nós não perdemos nada por esta paixão. Só esqueceu de dizer que filho de peixe peixinho é. Um abraço Gilásio

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Veja as fotos do Carnaval de Teresina 2010

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17/02/2010 - 09h:56





















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Vereadores fazem inspeção em hospitais

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13/02/2010 - 10h:47



















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O valor artístico no fotojornalismo

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01/02/2010 - 20h:27

As fotografias a cores, tal como a forma e a tonalidade nos fornecem
elementos essenciais e fundamentais para uma análise de uma boa fotografia
colorida. A utilização da cor pode influenciar fortemente na informação a
ser fornecida onde pode existir harmonia ou mesmo um choque visual.
VALOR ARTÍSTICO
Ao falar-se de valor artístico, pensa-se logo em arte, no belo, no bonito, no agradável.
Valor artístico em fotojornalismo é entendido como "tornar agradável a
visão", ou seja dispor os assuntos fotografados de forma homogênea e uniforme,
procurando passar uma simetria, uma beleza "plástica" do assunto retratado.
A estética e a plástica possuem aqui grande importância, na hora da obtenção
da imagem, ou na sua manipulação em laboratório ou através da computação gráfica.
A arte aqui pode ser entendida como a " força" da imagem em uma forma particular de enxergar o mundo, impregnada de emoção, de sentimento, de realidade.
Assim falar em valor artístico de uma fotografia jornalística é preciso
deixar que a imagem nos fale em primeiro lugar, para só então
compreendendo-a, nós possamos avaliá-la.
VALOR JORNALÍSTICO
Este é sem dúvida o principal elemento em uma fotografia jornalística. As
vezes ele pode ser levado em tal consideração que pode preterir os outros
dois valores.
A informação, o conteúdo, o fato, o acontecimento, eis o âmago da fotografia
jornalística. A notícia; o assunto que nos passa informação, que saceia o
desejo de saber, de conhecer, e que muitas vezes dispensa o texto, que em
outras ocasiões o esclarece e que na maioria nos leva após olhar a imagem
procurar ler avidamente o texto que a precede. O valor jornalístico e o principal
componente de uma fotografia, que será utilizada em um jornal ou revista
Este tipo de fotografia deve ser entendido,como aquela que é a" notícia",por si só.
Aqui devemos entender alguns pontos muito importantes, e que para uma melhor
compreensão iremos dividir o valor da fotografia jornalística em duas
modalidades ; Instantâneos e Elaborados.
Vamos procurar diferenciar estes dois conceitos da seguinte forma :
INSTANTÂNEOS: Fotografias obtidas durante o acontecimento.
ELABORADAS: Fotografias realizadas posteriores ao acontecimento, posadas ou
montadas ou encomendadas.
As formas de obtenção de imagens, instantâneas ou mesmo das fotos
elaboradas, deve ser sempre uma opção do repórter fotográfico no momento em
que desempenha suas funções, todavia o que vale sempre é a obtenção das imagens.
As fotografias de instantâneos são geralmente uma combinação de causalidade
e perícia do fotografo e normalmente a maioria é obtida por simples amadores
que se encontraram diante de um acontecimento fortuito e incomum , e tiveram
a lucidez de o retratar.
É importante salientar que as fotos posadas ou elaboradas dão ao fotografo
um tempo maior de elaboração e de tomada de decisão sobre como realizar a
fotografia, gerando na maioria das vezes fotos com maior qualidade técnica e
de maior valor artístico, ao passo que o instantâneo, é de uma certa forma,
virar a câmara e clicar, importando mais o fato de obter a imagem do fato.
Compreendido estes valores, jornalístico, artístico e técnico, podemos
iniciar então uma avaliação de uma fotografia, sob a visão jornalística,
tendo sempre presente uma escala de valores onde o valor jornalístico tem o
maior peso, seguido do valor técnico e complementado pelo valor artístico.
As formas de avaliação, no entanto, muitas vezes podem ser desprezadas
levando-se em conta fatos alheios a obtenção instantânea da fotografia
jornalística, mas pertinentes aos acontecimentos e a forma como foram
obtidas e onde a presteza exigida do fotografo na hora de sua obtenção é
fundamental.

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Acompanhe os lances de Flamengo do PI e Sampaio Corrêia

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31/01/2010 - 20h:57





















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