Próximo de estabelecer o novo recorde de participações na história da Fórmula 1 (257 GPs), o brasileiro Rubens Barrichello voltou a falar sobre sua época na Ferrari. Em entrevista à TV Globo, o piloto da Honda disse que saiu do time italiano porque estava cansado de ser o número 2.
A gota d"água teria sido o GP dos EUA de 2005, quando apenas seis carros largaram e, mesmo assim, o brasileiro foi orientado a reduzir a velocidade para deixar o alemão Michael Schumacher chegar e ultrapassar.
"O time me pediu que diminuísse meu ritmo para que Michael pudesse chegar mais perto e me passar. Nesse momento, eu sabia que tinha chegado minha hora de sair. A corrida nos EUA foi crucial", comentou.
Barrichello ainda falou sobre como era a situação dentro da equipe. "Quando assinei o contrato, não havia nada que indicava que os pilotos seriam tratados de forma distinta. Freqüentemente eu ficava bravo porque todo mundo dizia que não havia diferenças entre os pilotos, mas a batalha não era igual", concluiu.
A realidade faltou a Rubens Barrichello foi personalidade, pois se no seu contrato não existia nenhuma clausula que impunha restrições a ele como piloto ele deveria é ter lutado por vitórias, como ocorreu com diversos grandes pilotos, tais como: Senna, Prost, Mansell, mais recente (Alonso e Hermilton), etc.
Na realidade ele é rui mesmo, pois com GP?s as suas poucas vitórias tornam-se insignificantes.