29/11/2008 - 13h14 Atualizada em 29/11/2008 - 13h17 Mateus Noronha
Jornal Meio Norte
O presidente do Banco do Brasil, Antônio Lima Neto, declarou que o governador Wellington Dias inaugurou o processo de incorporações dos bancos federalizados por grandes bancos públicos. O mecanismo, segundo Lima Neto, foi fundamental para que o Banco saísse da estagnação e se manter no mercado como o maior Banco do Brasil e oitavo das Américas, com a incorporação de outras instituições.
“Em 2006, na primeira conversa que tive com Wellington Dias, ele me falou
desta possibilidade de incorporação. A coisa foi tomando forma e o Banco encontrou o mecanismo que faltava para promover o crescimento que a instituição tanto precisava”, lembrou Lima Neto, após citar a incorporação do Banco Nossa Caixa, o maior banco público de São Paulo, a negociação com o Banco Regional de Brasília, entre outros já incorporados.
“Nestes 200 anos de Banco do Brasil, muitas figuras tiveram destaque importante para a instituição. Entre eles, agora está o governador Wellington Dias”, festejou Lima Neto.
Já o diretor do Banco Central de Desestatização e Liqüidação, Antônio Gustavo do Vale, destacou que a fórmula também proporcionou que os bancos estaduais continuassem públicos, sem ferir os interesses coletivos do Estado, correntistas e dos funcionários das instituições incorporadas.
“Não vamos mais desestatizar”, falou, brincando com sua própria função. O secretário da Fazenda, Antônio Neto, destacou ainda o caráter ideológico da incorporação. “Sabemos agora que o setor público é fundamental e que a política de redução do Estado não deu certo. Felizmente, temos agora um
BEP transformado em um grande Banco do Brasil, público e a serviço do Piauí e do Brasil”.