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Mendigos chegam com fim do ano

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Mendigos chegam com fim do ano

Já não é mais nenhuma novidade que com a chegada do período natalino

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19/11/2008 - 11h41 Atualizada em 19/11/2008 - 11h46
fonte Marcos Prado Jornal Meio Norte



Com a proximidade do Natal e das festas de fim de ano é unânime a opinião de que o povo fica mais solidário. E ao que parece isso é realmente uma verdade. Pelo menos se levarmos em consideração o número de mendigos que aparecem por toda Teresina esperando justamente essa boa vontade e sensibilização da população teresinense.

Já não é mais nenhuma novidade que com a chegada do período natalino o número de pessoas que ficam pelo centro da cidade pedindo algum tipo de ajuda aumenta consideravelmente. Um exemplo claro dessa mendicância pode ser observado no entorno da Praça Rio Branco, onde esta equipe de reportagem constatou, pelo menos, cinco pessoas a mais pedindo esmolas no local.

Assim como eles, outras dezenas de mendigos já começam a chegar à cidade movidos pela promessa de uma maior facilidade em conseguir esmolas. O período de fim de ano é tido pelos mendigos como uma das melhores épocas para conseguir sensibilizar as pessoas. A Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Semtcas) afirma que não há como se ter uma idéia da quantidade de mendigos pelas ruas, mas eles mesmo estimam que, até o momento, há mais de vinte só no centro da cidade.

Segundo a Semtcas, esse tipo de comportamento já é esperado, mas afirma que uma grande parte deles não é de Teresina. “Nós sempre
fazemos alguns levantamentos e percebemos que a maior dificuldade é conseguir fazer com que as pessoas parem de dar esmolas, pois muitas delas não percebem que essa é a pior maneira de tentar ajudar”, diz a assessoria.

Francisco Abreu é natural de Água Branca, mas agora “mora” na calçada da Igreja de Nossa Senhora das Dores, no centro da capital. Segundo ele, foi expulso de casa devido ao problema com o álcool. “Minha mulher me colocou para fora porque bebo muito. Não tinha onde ficar e vim para Teresina”, revela. Ele é apenas um dos que moram nas imediações do
centro. “Mas aqui não tem só eu não. Várias pessoas dormem por aqui e cada dia aparece um diferente. Essa é a primeira vez que saio de casa e vou levando a vida. Espero conseguir alguma coisa esse final de ano”.
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comentarioscomentários
Joao - 19.11.2008 - 17:25h
Em Teresina se estivesse aumentando so numero de mendigo nao seria problema.A Cada dia vem aumentando os garotos de ruas;que muitos chamam de trombadinhas.Que Saudade do Mao Santa.Que Saudade da Adalgisa;eles fizeram um trabalho com os gorotos de ruas que ninguem fez neste Estado e nesta Capital.O atual Governo nao se preocupa com isso;so se preocupa em mostrar o Desenvolvimento com a ponte de Luzilandia;e outras obras que estao parada e so irao reiniciar em 2010;que viver vera.
sonayra - 19.11.2008 - 15:10h
meu nome é sonayra sou de ubelândia e essa reportagem revela como é precaria a situação dos mendicos eu acharia que o governo poderia pelo menos arrumar um lgar decente que abrigasse essas pesssoas e também naõ importar tá onde eles são de que estado so acharia que eles poderiam dar mas atenção para o que acontece com o mendigos eles também é gente ......

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