O cantor Michael Jackon planeja depor na próxima semana na corte britânica em um processo contra ele iniciado por um príncipe de Bahrein, informou o advogado do astro nesta quinta-feira.
Jackson, 50, está sendo processado pelo xeque Abdullah bin Hamad al-Khalifa, o segundo filho do rei de Bahrein, que afirma que o cantor quebrou um contrato envolvendo a gravação de um cd e o lançamento de uma autobiografia.
Ele também afirma que Jackson lhe deve U$ 7 milhões (cerca de R$ 16,6 milhões) usados para pagar viagens, custos legais e outras despesas do cantor.
"O sr. Jackson pretende viajar ao país e estará a disposição para prestar esclarecimentos à justiça", disse o advogado do cantor, Robert Englehart.
Englehart argumentou, no início desta semana, que Jackson poderia estar muito doente e não deveria viajar, e chegou a entregar um relatório médico ao juiz sobre a condição de saúde do cantor.
Bankin Thanki, que representa al-Khalifa, disse que as evidências médicas produzidas eram "insubstanciais" e que Jackson tinha o hábito dar "desculpas médicas" quando não queria aparecer para depor.
O advogado queria que Jackson aparecesse pessoalmente à corte.
Jackson contesta que não houve nenhum acordo válido com al-Khalifa e que o caso é baseado em "um engano, uma deturpação".
Na sua defesa, o cantor afirma que os pagamentos recebidos eram "presentes" e que projeto algum foi concretizado.
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