A Coordenadoria de Programas Sociais da Secretaria de Educação e Cultura, em parceria com Secretaria de Assistência Social e Cidadania, realiza uma manifestação para marcar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece dia 18 de maio, no próximo domingo. A manifestação acontece das 9 às 17 horas, na Rodoviária Lucídio Portela.
De acordo com Graça Castro, uma das principais ações do Programa é a mobilização de redes com vistas a integrar um conjunto de programas e ações dos governos, organismos e agências internacionais, universidades e sociedade civil para que, de forma conjunta, sejam desenvolvidas e aplicadas metodologias de intervenção local capazes de desencadear respostas mais efetivas para a superação desta grave violação dos direitos de nossas crianças e adolescentes.
A coordenação do Programa é responsável pela disseminação de boas práticas, pela sistematização de informações e pela promoção de campanhas de sensibilização e mobilização. "A área atua, ainda, na gestão do Disque Denúncia Nacional, serviço de recebimento e encaminhamento de denúncias de violência contra crianças e adolescentes", declara a coordenadora.
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual foi instituído pela Lei Federal de 2000 para lembrar o crime ocorrido em 1973, em Vitória (ES), quando a menina Araceli, de apenas 8 anos, foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta daquela cidade.
A coordenadora de Programas Sociais da Seduc, Graça Castro, lembra que crime chocou o país e, apesar de sua natureza hedionda, prescreveu impune. "O Programa de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças foi criado em 2002 como resposta às demandas do Plano Nacional de Enfrentamento a Violência Sexual contra Crianças e Adolescente", explica.
"Para dar um basta neste tipo de abuso é preciso que as pessoas denunciem. Não precisam se identificar basta ligar para o número 100 (Nacional) ou para o 0800 2805242 / 3215 9313 / 3215 9360 (Estadual). Combater a impunidade é garantir proteção", solicita Graça Castro.