O presidente Lula reconheceu ontem que a Petrobras pode abandonar suas operações no Equador caso o governo de lá imponha o novo modelo de exploração petrolífera. “Se tiver acordo, ótimo. Se não, a Petrobras vai procurar outro caminho”, afirmou. Segundo a Gazeta Mercantil (para assinantes), o presidente da estatal, José Gabrielli, não deve aceitar que a Petrobras se torne uma prestadora de serviços, como quer o presidente equatoriano, Rafael Correa. Desta vez, escaldado pela confusão na Bolívia, o governo brasileiro parece não querer alongar um cenário de tensão.