07/08/2008 - 15h21 Atualizada em 07/08/2008 - 16h18 Mateus Noronha
Jornal Meio Norte
O Ministério Público Eleitoral deve pedir a anulação da posse do vereador
de Queimada Nova, Armando Dias Teixeira (PR), que, mesmo sem ter obtido nenhum voto nas eleições de 2004, assumiu o cargo após a cassação de Gildemar José Neto por infidelidade partidária. O motivo é que ele não seria o suplente legal do vereador cassado.
O procurador eleitoral Marco Túlio Caminha declarou que o vereador Antônio José Nunes Amorim, da mesma coligação de Armando, teve 216 votos e, com isto, deveria ter sido empossado em seu lugar. Neste caso, houve erro da presidência da Câmara Municipal ao dar posse ao vereador sem votos.
“O problema não o fato dele ter sido empossado mesmo sem ter tido a vontade popular. Mas o fato de existir outro suplente, que teve pouco mais de 200 votos”, ratificou o procurador.
Eu acho que se for pra escolher entre o Antonio e o Armando, sou escolher o Armando pq o Antonio já foi vereador uma vez, e não correspondeu, por isso perdeu em 2000 e perdeu novamente em 2004. Deixa o Armando lá quem sabe ele faça alguma coisa neste poucos meses q falta faça mas do que o Antonio em 4 anos.
Adalberto -
07.08.2008 - 11:48h
Dr. Marco, ser empossado sem voto é problema sim, pois o candidado que não recebe nem seu próprio voto está renunciando implicitamente. Ou melhor, bem explicitamente.