Segundo o canal E!, o médico que estava com Michael Jackson no momento de sua morte, Dr. Conrad Murray, tinha pedido RS$8 milhões aos produtores de sua turnê para acompanhá-lo nos 50 shows que o artista faria em Londres.
"A firma AEG considerou muito caro o que ele pediu e só lhe ofereceram US$150 mil por mês, que seriam pagos por Michael Jackson. Ele aceitou", revelou um jornalista.
O falecido rei do pop exigiu a presença do médico à firma organizadora dos shows, já que era Murray quem lhe aplicava todas as noites o anestésico Propofol para ajudá-lo a dormir.
"Na noite anterior à sua morte, Michael telefonou para o Dr. Murray dizendo que precisava dele para tranquilizá-lo. Foi quando o médico chegou à sua residência, para protagonizar o que seriam os momentos finais do cantor", disse uma fonte.
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