180 toneladas de lixo são recolhidas na 4º etapa do Faxina em THE

Esse um trabalho conjunto entre poder público e sociedade.

Mais de 180 toneladas de lixo recolhidas em um único dia. Este foi o resultado da quarta etapa da operação Faxina nos Bairros, que ocorreu no último sábado (09). Equipes da Fundação Municipal de Saúde (FMS) e Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) seguem recolhendo o lixo que pode se tornar criadouro do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

No último sábado, os bairros contemplados foram Parque Alvorada (Norte), Noivos (Leste), São Pedro (Sul) e Extrema (Sudeste). Neste dia, foram recolhidas 184 toneladas de lixo em toda a cidade, das quais 58 foram na zona Leste, 59 na Norte, 18 na Sudeste e 49 toneladas na zona Sul. Até o momento, foram recolhidas 822 toneladas de lixo em toda a capital.

No próximo sábado (16), será a vez dos bairros Aroeiras (zona Norte), Gurupi (zona Sudeste), Pio XII (zona Sul) e Verde Lar (zona Leste). “A ação é umas das estratégias do Plano Emergencial e Intersetorial de combate ao mosquito Aedes aegypti e as ocorrências relacionadas ao vetor”, afirma Francisco Pádua, presidente da FMS. “Em conjunto com esta faxina, estamos realizando o ingresso forçado em imóveis fechados com risco de apresentar criadouros do mosquito, além de uma série de ações educativas e de prevenção”, conta ele.

A Faxina nos Bairros é um trabalho conjunto entre poder público e sociedade. Durante a semana, a população recebe orientações para que recolham todo tipo de lixo inservível da sua casa, inclusive aqueles utensílios de grande porte que estejam jogados no quintal e que possam se transformar em criadouro de mosquito. No sábado, as equipes de limpeza se encarregam de recolher todo este material e dar o destino adequado.

Ainda segundo Francisco Pádua, todos os profissionais da FMS estão empenhados no sucesso da ação. “São 300 agentes de endemias, 1500 agentes comunitários de saúde e 256 equipes Estratégia Saúde da Família, além da colaboração de 160 militares, levando orientações para que a população não permita o acúmulo de água parada em suas casas, pois este é o ambiente propício para a proliferação do mosquito”, conta ele.

Com a comprovação da relação entre os casos de zika e microcefalia, a atenção ao Aedes aegypti foi redobrada. Seus ovos são muito resistentes, sobrevivendo por cerca de um ano em local seco. Quando este local recebe água limpa, em cerca de meia hora ele pode se desenvolver. “Por isso, é muito importante evitar o acúmulo de água, mesmo em objetos pequenos como uma tampa de garrafa”, diz Francisco Pádua.

Fonte: Com informações da Assessoria