186 escolas terão cisternas no Piauí

Além de garantir a água para as escolas dos municípios, o projeto proporciona a crianças e adultos ensinamentos osbre os meios de economia e preservação ambiental

Com objetivo de levar água de qualidade a 15 municípios do semiárido piauiense, o projeto Cisternas nas Escolas divulga, durante a primeira quinzena no mês de maio, quais escolas receberão 186 cisternas escolares de 52 mil litros. Dessa forma, além de garantir a água para as escolas dos municípios, o projeto proporciona a crianças e adultos ensinamentos sobre os meios de economia e preservação ambiental.

Por enquanto, as escolas dos municípios beneficiados estão passando por um levantamento que confirma a necessidade do programa. Dentre os municípios estão Caracol, São Lourenço do Piauí, Dom Inocêncio, Curimatá, Avelino Lopes, Morro Cabeça no Tempo, Anísio de Abreu, Fartura do Piauí, Curral Novo, Jacobina, Simões, Campinas do Piauí, Padre Marcos, Caridade e Betânia, Com a confirmação dos dados, a escola terá um sistema de água recolhida das chuvas armazenada em cisternas construídas com placas de cimento e com capacidade para armazenar 52 mil litros. Além disso, podem garantir água por até oito meses. A Cooperativa de Produção e Serviços de Técnicas agrícolas do Piauí (Cootapi), em parceria com a Obra Kolping, será responsável pela construção de 83 cisternas e 103 construídas pela Cáritas Brasileira Regional do Piauí.

Com isso, o programa insere práticas de reeducação, uma vez que os alunos aprendem formas de usar a água sem precisar desperdiçar, como também garante a preparação do lanche para as crianças e fortalecimento de uma horta.

O projeto Cisternas nas Escolas é realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA) e as prefeituras municipais, onde, além da construção das cisternas, as escolas recebem um recurso que deverá ser utilizado na melhoria do sistema de captação e distribuição de água na instituição, como instalação de caixa d’água elevada e encanamento.

Fonte: Pollyana Carvalho e Daniely Viana