A maioria das pessoas com deficiência no Piauí não recebe atendimento fisioterapêutico

Pelo menos 85% dessa parcela da população não tem o acompanhamento desse profissional.

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A maioria das pessoas com deficiência residentes no Piauí ainda não recebem atendimento efetivo de profissionais de Fisioterapia. A informação é do presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e de Terapia Ocupacional do Piauí, Marcelino Martins, que garante que pelo menos 85% dessa parcela da população não tem o acompanhamento desse profissional.

“De acordo com o último levantamento do IBGE, 23% da população do IBGE possui algum tipo de deficiência e dos que precisam da assistência de um fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional, apenas 15% está recebendo esse atendimento profissional. Nós sabemos que, em um processo de reabilitação não é necessário apenas o fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional, mas estes são profissionais de grande importância nesse processo”, afirmou Marcelino, durante sessão solene, na Assembleia Legislativa do Piauí, referente ao Dia do Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional.

Um dos ambientes onde o número de profissionais deveria ser maior é nas maternidades. Segundo a presidente do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Piauí, Auriane Coutinho da Silva, nessas instituições ainda não está sendo cumprida a determinação de ter um profissional dessa área por um período de 24 horas nas UTI's. “Hoje nós temos enfermeiros e médicos atendendo esses ambientes 24 horas. Mas também há a necessidade de um fisioterapeuta em igual período”, argumentou. Enviado do meu iPad

Fonte: Pollyana Carvalho