Alimentação pode ajudar a definir o sexo do bebê, revela estudo

Segundo um estudo britânico, o aumento significativo de mulheres em todo o mundo nos últimos anos se deve a uma alimentação rica em magnésio e cálcio

Alimentos ricos em magnésio e cálcio aumentam as chances de uma mãe ter um bebê do sexo feminino. A decisão de que alimentos ingerir pode ser decisiva para as mulheres que querem antecipar o sexo do bebê.


Segundo um estudo britânico, o aumento significativo de mulheres em todo o mundo nos últimos anos se deve a uma alimentação rica em magnésio e cálcio.

As mudanças de alimentação das mulheres jovens nos países desenvolvidos, marcadas por uma redução do aporte energético, também poderiam explicar o fenômeno, segundo os cientistas.

Para a nutricionista Cristiane Carneiro, de uma maternidade de Teresina, uma alimentação equilibrada pode influenciar significativamente a fecundação de um espermatozoide menino. Isso porque a alimentação altera o pH vaginal, responsável por tornar o 'ambiente' da vagina menos ou mais propício à sobrevivência do espermatozoide.

A nutricionista esclarece que a pesquisa britânica pode ser verdadeira, já que alimentos como: pães, biscoitos e arroz integral reforçam a presença do glicogênio, um polissacárido que produz o ácido lático e é responsável por garantir a acidez vaginal; já os alimentos que contêm açúcar, que possui a alta quantidade de glicose, tornariam o pH mais alcalino", conta ela.

Entre as dicas apresentadas pela nutricionista para quem deseja ter uma menina, está a inclusão na dieta de alimentos ricos em magnésio e cálcio, como o queijo de cabra e legumes ensopados, que aumentam consideravelmente as chances de uma mãe ter um bebê do sexo feminino.

Mas se o seu sonho é ter um garoto, alguns ingredientes que poderão auxiliar nesse processo são as refeições mais calóricas e nunca deixar de lado a primeira refeição do dia.

Segundo a nutricionista, mulheres que não pulam o café da manhã têm mais chances de gerar um bebê do sexo masculino. "Alimentos que possuem alta caloria acompanhados de cereais e grãos, para aumentar as chances de conceber um menino", disse.

Para o obstetra David Batista, o mais importante é que a mulher seja acompanhada por um profissional antes de qualquer dieta. "Sempre buscamos que a gestante faça um acompanhamento antes e depois da gestação, porque nem sempre é bom exagerar em alguns alimentos na busca pelo sexo do bebê, afinal de contas muito açúcar pode resultar em colesterol alto, além de poder resultar em diabetes gestacional ou outros problemas", explica o especialista.

David informa que a alimentação é fundamental, porém, o essencial é retirar alimentos gordurosos do dia a dia. "A grávida deve evitar a ingestão de alimentos gordurosos, industrializados, condimentos e ricos em sódio.

Também é importante evitar açúcar refinado, alimentos crus e iniciar uma alimentação mais leve, rica em frutas, vegetais, fibras e cereais; isso para a saúde da mãe e do bebê", finaliza.

 

Fonte: Jornal Meio Norte