Assessor diz viver um "transtorno" por ter sido apontado em vídeo de sexo com Denise

Assessor diz viver um "transtorno" por ter sido apontado em vídeo de sexo com Denise

Fernandes, que trabalha há quase três anos no Senado, diz não ser o homem que aparece no vídeo.

O assessor parlamentar Fabrício Fernandes, 25 anos, diz viver um "transtorno" depois que um vídeo com cenas de sexo circulou no Senado e vazou na internet. Ele afirma que foi confundido com o homem que aparece nas imagens junto da mulher identificada como a assessora parlamentar Denise Leitão Rocha. Fernandes é assessor do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), e Denise Rocha, do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

O vídeo tem 2 minutos e 57 segundos e foi visto nas telas de laptops de alguns parlamentares durante uma sessão da CPI do Cachoeira, na semana passada, em que integrantes da comissão ouviam o depoimento do prefeito de Palmas, Raul Filho (PT).

Fernandes, que trabalha há quase três anos no Senado, diz não ser o homem que aparece no vídeo. Ele afirma que, até o vazamento, não sabia o nome da assessora, que se diz alvo de "acusações injuriosas". O assessor autorizou a divulgação de uma foto, cedida por ele próprio, como forma de demonstrar que não é o homem que aparece no vídeo.

Noivo, Fabrício Fernandes contou que, desde que o vídeo começou a circular pelo Senado, familiares e amigos passaram a telefonar para perguntar sobre a suposta participação dele.

"[Foi um] ?transtorno [...], parentes ligando. Eu sou noivo, fiquei noivo recentemente, e a noiva ficou... Causou um constrangimento pequeno dentro de casa, mas nada no meu trabalho aqui no Senado, não"?, disse.

Além de familiares e amigos, Fernandes teve de dar esclarecimentos ao senador para o qual trabalha. "?Nós, aqui no gabinete, já conversamos, já nos reunirmos para falar sobre o assunto. O senador me ligou, perguntou se era eu. Eu disse: "?Não fui eu não, senador?"", declarou.

?Segundo ele, o episódio é motivo de "constrangimento". "A gente sabe que o vídeo está aí, e todo mundo tem acesso. No Senado, como o assunto está no momento, eu saio ali para fazer um trabalho e fico pensando: "será que a pessoa está me olhando, já está sabendo da notícia?" Talvez isso me atrapalhe se começar a crescer mais, mas não tem cabimento [...] Que não é confortável, você pode imaginar que não é?", afirmou.

Fonte: G1