Av. Raul Lopes contará com ciclovia e faixa para os pedestres em Teresina

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans) está iniciando um trabalho de implantação de ciclofaixas e faixas de pedestre

Os ciclistas e pedestres terão mais espaço para trafegar pela Avenida Raul Lopes, na zona Leste de Teresina. No prazo máximo de 15 dias, o local contará com uma ciclofaixa e uma pista a mais para caminhada. Esses espaços estão sendo pintados na própria avenida, pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (Strans).

As faixas exclusivas pegarão uma das faixas usadas hoje para o tráfego de veículos e ainda o recuo da avenida.

Cada uma terá 800 metros de comprimento. A ciclofaixa será pintada na cor vermelha, já a de pedestre será na cor azul. Elas ficarão desde as proximidades do balão da Ponte da Primavera até próximo ao Shopping Riverside.

O superintendente da Strans, Pang Yen Hsiao, explica que o projeto das faixas surgiu da necessidade de dar mais espaço para as pessoas que praticam atividades físicas diariamente na região. ?Aquele local é sempre muito lotado de gente.

As pessoas vão para caminhar e pedalar, mas o espaço não era mais suficiente, era preciso disputar a pista com os veículos?, disse. Depois de pintadas as faixas, os condutores não poderão mais estacionar no local. Eles deverão deixar seus veículos do outro lado da pista ou no estacionamento da Ponte Estaiada.

Ele afirmou ainda que a princípio não haverá fiscalização, já que as faixas serão bem visíveis e não há risco de os condutores não verem que elas são exclusivas para pedestres e ciclistas.

?O estacionamento nesse local será proibido e não estamos pensando ainda em fiscalização, mas se houver necessidade, vamos fiscalizar?, completou.

OUTROS PONTOS - A Avenida Marechal Castelo Branco também contará com ciclofaixas. Elas deverão começar a ser pintadas ainda nessa semana. Além dela, mais outros pontos da cidade deverão ter faixas exclusivas para ciclistas na capital.

A Operação Ciclovias visa fazer uma abrangente intervenção nos parques do Poti e resolver o problema de continuidade no sistema, que hoje não contempla a zona Sudeste, nem acessos às universidades públicas, bem como não possui nenhum percurso circular integrado.

Fonte: Pollyana Carvalho