Baixa umidade do ar requer atenção à saúde em Teresina

Nível ideal para o organismo humano gira entre 40% e 70%

Com a baixa umidade do ar, os teresinenses devem ficar mais atentos à saúde do corpo, porque os níveis registrados estão críticos desde julho e a tendência é que possa variar 25% a 30%, em municípios do centro-norte e do sul do estado, bem abaixo do índice recomendável, que deve ser superior aos 60%.

O alerta está na pouca quantidade de vapor d'água contido na atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia suportar na mesma temperatura. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal para o organismo humano gira entre 40% e 70% e a umidade estando baixa pode causar problemas de hidratação e respiratório.

Nessa situação, as pessoas passam a desencadear problemas de saúde, como: pneumonia, gripe, rinite, febre e tosses intensas. É o que garante o pneumologista Antônio de Deus, que destaca crianças e idosos as poluções que mais sofrem.

"Antes de qualquer coisa, é sempre importante a pessoa assumir uma alimentação saudável e se hidratar bastante, consumindo muita água. E quando estiver em casa, deixar o ambiente livre para a circulação de ar, bem limpo e sem a presença de objetos que acumulem poeira, como cortinas, carpetes e bichos de pelúcia", sugere.

Para a nutricionista Cíntia Andréa, o consumo de frutas e líquidos evita a sensação de secura no organismo e indica que o consumo de água ao amanhecer o dia evita a desidratação.

"As frutas como melão, melancia, laranja e tangerina são fontes ricas de água. No café da manhã, o ideal é começar com frutas. É interessante também que ao iniciar dia, tome um copo de água.

Já que passamos de seis a oito horas sem comer nada. A tendência é acordar com boca seca e aquela imensa vontade de beber água, que isso é sinal de desidratação", ressalta Cíntia Andréa.

Segundo o Major Egídio Leite, Comando do Corpo de Bombeiro, a população deve evitar a realização de queimadas. "Essas ocorrências estão associadas ao período seco com a cultura de não fazer limpeza constante nos terrenos.

O que faz com que os proprietários mantenham a cultura de limpar o terreno ateando fogo nos matos. Isso intensifica a poluição do ar, causando problemas respiratórios. A queima só deve ocorrer em últim

Fonte: Virgínia Santos e Márcia Gabriele