Banco Mundial e SDR discutem planejamento do Progere no Piauí

Consultores do Banco Mundial passaram três dias no Piauí.

Os consultores do Banco Mundial passaram três dias no Piauí, de 13 a 15 de setembro, quando trataram da preparação para operacionalização do Programa Estadual de Geração de Emprego e Renda (Progere II), que inclui a organização das tarefas e atividades que vão ser desenvolvidas para o início dos financiamentos de projetos produtivos do campo no Piauí.

Participaram das reuniões, durante a semana, representantes da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), Fundação Cepro, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SDR) e Agência de Tecnologia da Informação do Estado do Piauí (ATI), com objetivo de realizar o estudo de linhas de base, considerado marco zero para definir as famílias que serão beneficiadas pelo programa e desenvolver o Sistema de Monitoramento das Obras e Ações Estratégicas do Governo (Simo), que também vai avaliar as ações que estão sendo realizadas durante todas as etapas, baseado num sistema que já é utilizado no Rio Grande do Norte.

Gestores estaduais e consultores do Banco Mundial operacionalização do Progere II
Gestores estaduais e consultores do Banco Mundial operacionalização do Progere II

Também ficou decidido, nesses encontros, a estruturação das equipes que vão trabalhar, por meio dos escritórios do Emater, no Território dos Cocais, em Esperantina; Carnaubais, em Campo Maior; e Entre Rios, em Teresina. Alguns técnicos vão exercer atividades com exclusividade ao programa e outros virão de outros órgãos que vão dar o apoio necessário.

“Demos continuidade às ferramentas principais usadas pelo Progere, como o Sistema Sigma, da composição da equipe tanto na Unidade de Gestão do Programa (UGP), como nas 3 regionais, e também pensamos como vai se organizar a primeira parte do projeto, suporte em termos de organização. Trabalho muito colaborativo, tudo indica que cumpriremos a meta até o final do ano”, comentou o consultor do Banco Mundial, Manuel Baili.

Será definido, no primeiro momento, atuar com 12 projetos piloto que vão gerar cerca de R$ 150 mil cada, um deles nas cadeias produtivas que são mais fortes nessas regiões, como apicultura, quintais produtivos, mandioca, caju, ovino e artesanato. Extrativismo e artes não são necessariamente agrícola, mas apoiados terão retorno. Todos serão divulgados e, até o final de 2016, teremos um leque maior de atendimento”, concluiu o consultor, acrescentando que as associações, federações e outros parceiros serão visitados e vão tomar conhecimento até o final do ano para prestar um melhor atendimento

Fonte: Assessoria